Tribunal de Justiça do Distrito Federal impede eutanásia de cadela com leishmaniose, destacando tratamento viável e necessidade de monitoramento. Governo deve acompanhar a saúde do animal.

A 6ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) decidiu que uma cadela com suspeita de leishmaniose visceral não deve passar por eutanásia. A medida foi tomada após um pedido do Governo do Distrito Federal, que considerava a eutanásia a solução mais segura para a situação do animal. A cadela foi entregue ao Centro de Zoonoses após testar positivo para a doença.
O governo argumentou que a eutanásia era necessária para proteger a saúde pública. No entanto, a nova responsável pela cadela, uma veterinária, e uma entidade de proteção animal, apresentaram evidências de que a doença não apresentava sintomas e que existia um tratamento viável. Esse tratamento inclui medicação adequada, uso de coleira repelente e exames regulares.
Os desembargadores do TJDFT ressaltaram que a possibilidade de tratamento elimina a necessidade de sacrifício imediato do animal. A decisão judicial destacou a importância de uma análise individualizada do caso, que não foi realizada pelo Centro de Zoonoses. O juiz enfatizou que a escolha do tratamento deve ser feita pela proprietária, que possui formação veterinária.
A decisão também impôs que a saúde da cadela seja monitorada com relatórios e exames a cada quatro meses. O governo do Distrito Federal ficará responsável por acompanhar a situação e garantir que o tratamento seja seguido adequadamente.
Esse caso levanta questões importantes sobre a abordagem de doenças em animais e a responsabilidade das autoridades em considerar alternativas à eutanásia. A decisão do TJDFT reflete uma mudança de paradigma, priorizando o bem-estar animal e a possibilidade de tratamento em vez de medidas drásticas.
Iniciativas que promovem a saúde e o bem-estar de animais em situações semelhantes devem ser apoiadas pela sociedade. A união em torno de causas como essa pode fazer a diferença na vida de muitos animais que enfrentam doenças e precisam de cuidados adequados.

A 5ª edição da Feira Pet ocorre até hoje, 16 de abril, no Anexo do Palácio do Buriti, com mais de 20 animais para adoção responsável. A iniciativa, promovida pela Secretaria-Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali), visa incentivar o acolhimento consciente de cães e gatos. Além da adoção, o evento aceita doações de ração para instituições que cuidam dos animais. A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, destaca que adotar um pet é um ato de amor.

Cerca de 30 milhões de cães e gatos vivem nas ruas do Brasil, e a Catraca Livre destaca histórias de adoção para incentivar a proteção animal. Neste Dia Mundial dos Animais de Rua, a reflexão sobre a adoção responsável é essencial para transformar vidas.

Bicho-preguiça foi resgatado em Brasília após tentar atravessar via movimentada. Ação rápida da polícia evitou atropelamento e devolveu o animal a um local seguro.

Uma jiboia de dois metros foi resgatada em uma máquina de lavar no Engenho do Mato, em Niterói, marcando o terceiro resgate de animais silvestres em uma semana. A Guarda Municipal orienta a população a não interagir com esses animais.

Neste sábado (19/7), a Prefeitura de São Paulo realiza o Arraiá Pet, oferecendo 288 animais para adoção, com atividades festivas e benefícios para quem adota pets idosos. O evento ocorre das 9h às 17h no Centro Municipal de Adoção, em Santana.

Seis filhotes de cão foram abandonados em São José do Rio Preto, com uma mulher sendo identificada por câmeras de segurança. Eles estão em tratamento e disponíveis para adoção na feira do dia 26. A Secretaria de Bem-estar Animal resgatou os animais, que apresentaram problemas de saúde e estão em lares temporários. A mulher responsável pelo abandono está sendo procurada, e denúncias podem ser feitas. Abandonar animais é crime, com pena prevista de dois a cinco anos.