Filhote de tamanduá-mirim do Zoológico de Brasília é batizado de Paçoca após votação com mais de cinco mil participantes. Nome simboliza o engajamento do público na conservação ambiental.

A filhote de tamanduá-mirim que nasceu no Zoológico de Brasília agora se chama Paçoca. O nome foi escolhido por meio de uma votação nas redes sociais, que contou com a participação de mais de cinco mil pessoas. O nome Paçoca recebeu 2.721 votos, superando outras opções como Castanha, Formiga e Pipoca.
Wallison Couto, diretor-presidente da Fundação Jardim Zoológico de Brasília, destacou a importância da participação do público na escolha do nome. “A escolha do nome Paçoca mostra o quanto o público está envolvido com o nosso trabalho. Mais do que batizar um animal, essa participação reforça o compromisso coletivo com a conservação da fauna brasileira”, afirmou.
Paçoca é irmã do Amendoim, outro tamanduá-mirim que nasceu no zoológico em dezembro de 2023. O zoológico não é apenas um espaço de lazer, mas também desempenha um papel significativo na educação ambiental. A votação do nome da filhote é uma das várias atividades que incentivam o público a se conectar com a natureza de maneira consciente.
O Zoológico de Brasília tem se destacado por suas iniciativas de conservação e educação ambiental, promovendo a conscientização sobre a fauna brasileira. A interação do público em eventos como a escolha do nome de Paçoca demonstra um crescente interesse pela preservação das espécies.
Além de promover a educação ambiental, o zoológico busca engajar a comunidade em suas ações, mostrando que a conservação da fauna é uma responsabilidade compartilhada. A participação ativa do público é fundamental para o sucesso dos programas de manejo e proteção das espécies ameaçadas.
Neste contexto, a união da sociedade pode ser um fator decisivo para apoiar iniciativas que visam a conservação da fauna e a educação ambiental. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a proteção da natureza é uma causa que beneficia a todos.

Motorista que atropelou capivaras no Lago Sul foi identificado pela Polícia Civil, mas seu nome ainda não foi revelado. Doze animais morreram e dois filhotes sobreviventes foram levados ao hospital. O acidente, registrado por câmeras de segurança, ocorreu pela manhã, quando um carro branco atropelou o grupo de capivaras. O motorista fugiu sem prestar socorro e ainda não foi localizado. O Serviço de Limpeza Urbana recolheu os corpos dos animais.

Comissão de Meio Ambiente do Senado aprova regras para transporte aéreo de pets, incluindo rastreamento e responsabilidade das companhias por danos. Proposta avança para a Comissão de Infraestrutura.

No Dia do Vira-Lata, 31 de julho, o Instituto Ampara Animal destaca a adoção responsável e a valorização de cães e gatos sem raça definida, combatendo o preconceito e o abandono. A campanha "Somos Todos Vira-Latas" continua a conscientizar sobre a importância desses animais, que representam a maioria da população canina no Brasil.

Cadela dá à luz 15 filhotes em túmulo depredado em cemitério de Nova Andradina (MS). Corpo de Bombeiros resgata os animais, que serão encaminhados para adoção em abrigo local. A situação gerou mobilização da comunidade.

Durante uma operação para capturar Sandro da Silva Vicente, a polícia do Rio de Janeiro resgatou um husky siberiano em estado de maus-tratos, que pode ter sido roubado. O animal, apelidado de "Charlie", está sob cuidados da polícia enquanto se investiga sua origem.

Scooby, cão resgatado em Fortaleza, foi adotado após tratamento e indenização. Após mais de duas semanas de cuidados, Scooby, que enfrentou maus-tratos, agora vive com sua nova tutora, Stefani Rodrigues, fundadora da ONG Anjos da Proteção Animal. A Justiça aceitou um pedido de indenização por dano moral em nome do cão contra sua ex-tutora, que poderá ser condenada a até cinco anos de prisão.