Cão Barão é morto por policial em Pirenópolis, gerando revolta na comunidade. O incidente ocorreu durante uma feira local, levando a Polícia Civil a investigar possíveis maus-tratos. Moradores defendem que o animal não era agressivo, enquanto a PM-GO afirma que o policial agiu em defesa. A situação provocou indignação e protestos na cidade.

No último domingo, um cachorro conhecido como Barão foi morto a tiros por um policial militar durante uma abordagem em Pirenópolis, Goiás. O incidente ocorreu na Feira das Artes, um evento popular na Praça do Coreto. Segundo a Polícia Militar de Goiás (PM-GO), o animal teria avançado contra um agente que abordava uma pessoa em situação de rua, levando o policial a disparar sua arma para conter a suposta ameaça.
Barão, que não tinha um dono específico, era cuidado coletivamente pelos moradores da região há pelo menos cinco anos. A morte do animal gerou grande revolta na comunidade, que defende que Barão não era agressivo e que seu comportamento era instintivo ao tentar proteger o morador de rua. A PM-GO informou que o policial se machucou ao tentar fugir do ataque.
A Polícia Civil de Goiás abriu um inquérito para investigar o caso, incluindo a possibilidade de maus-tratos a animais. O delegado local, que já havia sido mordido por Barão, afirmou que o cachorro era agressivo, o que contrasta com a percepção dos moradores. Eles alegam que o animal apenas latia e não apresentava comportamento violento.
Durante a confusão, um feirante foi levado à delegacia por expressar sua indignação, sendo acusado de desacato. A situação gerou um clima de tensão entre a comunidade e as autoridades, com muitos moradores se manifestando contra a ação do policial.
A PM-GO anunciou que realizará uma investigação interna para esclarecer os detalhes do episódio. A repercussão do caso nas redes sociais e na mídia local tem sido intensa, com muitos pedindo justiça pela morte de Barão e questionando a conduta da polícia.
Nessa situação, a união da comunidade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a proteção dos animais e a conscientização sobre a convivência pacífica entre humanos e animais. Projetos que visem a educação e a proteção dos direitos dos animais merecem ser estimulados pela sociedade civil.

Filhote de tamanduá-mirim do Zoológico de Brasília é batizado de Paçoca após votação com mais de cinco mil participantes. Nome simboliza o engajamento do público na conservação ambiental.

Motorista que atropelou capivaras no Lago Sul foi identificado pela Polícia Civil, mas seu nome ainda não foi revelado. Doze animais morreram e dois filhotes sobreviventes foram levados ao hospital. O acidente, registrado por câmeras de segurança, ocorreu pela manhã, quando um carro branco atropelou o grupo de capivaras. O motorista fugiu sem prestar socorro e ainda não foi localizado. O Serviço de Limpeza Urbana recolheu os corpos dos animais.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal impede eutanásia de cadela com leishmaniose, destacando tratamento viável e necessidade de monitoramento. Governo deve acompanhar a saúde do animal.

Programa Sinpatinhas, lançado por Luiz Inácio Lula da Silva, registra pets. Iniciativa gratuita gera RG Animal e facilita localização em caso de desaparecimento.

Scooby, um cachorro resgatado de maus-tratos, mobiliza doações para a ONG Anjos da Proteção Animal em Fortaleza, que abriga 600 animais e enfrenta dificuldades financeiras.

Mulher de 57 anos é indiciada pela Polícia Civil do Distrito Federal por maus-tratos a animais, resultando em mortes de gatos e mutilações graves. Prisão preventiva solicitada.