A Universidade de São Paulo (USP) investe R$ 230 milhões em melhorias no ensino de graduação, com destaque para a reinauguração do Laboratório de Saúde e a reestruturação de salas na Escola de Engenharia de São Carlos.

A Universidade de São Paulo (USP) tem investido no aprimoramento do ensino de graduação por meio do Programa de Apoio ao Aprimoramento do Ensino de Graduação, criado pela Pró-Reitoria de Graduação (PRG). Em 2024, foram disponibilizados R$ 100 milhões para projetos de melhoria, seguidos de mais R$ 130 milhões em 2025. O programa visa integrar currículos, incorporar metodologias ativas e tecnologias digitais, além de promover a internacionalização e a curricularização de atividades extensionistas.
O programa já contemplou praticamente todas as unidades da USP, permitindo que cada uma elaborasse um plano estratégico baseado em indicadores de desempenho. O pró-reitor de Graduação, Aluisio Segurado, destaca que a iniciativa é resultado de uma reflexão coletiva, onde as unidades identificaram oportunidades de aprimoramento. Os primeiros projetos financiados estão sendo concluídos, trazendo melhorias significativas para o ambiente acadêmico.
Um exemplo é a reinauguração do Laboratório de Saúde da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), modernizado com os recursos do programa. O novo espaço conta com consultórios, um centro de simulação e um simulador avançado obstétrico, que utiliza alta tecnologia para o treinamento de parto humanizado. Além disso, os alunos têm acesso a novos materiais, equipamentos e um ambiente climatizado.
Outro projeto em andamento é da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), que reestrutará cinquenta salas e auditórios para facilitar a aplicação de metodologias ativas. O diretor da EESC, Fernando Martini Catalano, ressalta que a nova estrutura promoverá uma interação mais significativa com outras instituições, ampliando a troca de conhecimento e experiências. Essa mudança visa tornar as aulas mais dinâmicas e interativas.
O Programa de Apoio ao Aprimoramento do Ensino de Graduação é fruto de um trabalho iniciado em 2022, que envolveu a definição de indicadores de desempenho e a elaboração de planos de trabalho pelas unidades. O pró-reitor adjunto, Marcos Neira, enfatiza que a construção das propostas envolveu toda a comunidade acadêmica, promovendo um compromisso com melhorias nos projetos pedagógicos.
Essas iniciativas demonstram o valor que a USP atribui à graduação e à formação de seus alunos. Projetos como esses devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união em torno de causas educacionais pode impactar positivamente a formação de novas gerações e a qualidade do ensino no país.

Cerca de 30% da população brasileira entre 15 e 64 anos enfrenta dificuldades em leitura e matemática, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf). A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é vista como uma solução, mas enfrenta desafios estruturais, como a falta de oferta em municípios e a necessidade de um currículo mais flexível.

GDF Mais Perto do Cidadão promoveu evento no Gama, inaugurando espaço sensorial para autistas e anunciando centro de referência, com mais de 300 mil atendimentos realizados.

São Paulo e Goiás lideram com cidades que alfabetizam 100% dos alunos aos 7 anos, desafiando a ideia de que apenas grandes municípios têm bons resultados. O foco na alfabetização se mostra eficaz, mas a continuidade do aprendizado é crucial.

Menos da metade das bolsas do Programa Universidade Para Todos (Prouni) foram preenchidas entre 2013 e 2024, resultando em 2,5 milhões de vagas ociosas. Especialistas pedem melhorias na divulgação e seleção.

Especialistas alertam sobre a importância da higiene bucal infantil desde os três meses, desmistificando crenças que levam à negligência dos dentes de leite e suas consequências. A saúde bucal na infância é crucial para evitar problemas futuros.

Estão abertas as inscrições para a pós-graduação gratuita em Educação Matemática da Faculdade Sesi, voltada a professores da rede estadual de São Paulo e do Sesi-SP, com início em setembro de 2025. O curso, que oferece 360 horas de formação presencial, visa aprimorar metodologias colaborativas e resolver problemas matemáticos, beneficiando a qualidade do ensino. As inscrições vão até 2 de julho e a iniciativa busca formar 26 mil educadores até 2034, em parceria com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.