Campanha de vacinação contra a gripe começou em 7 de outubro, visando imunizar 90% dos grupos vulneráveis nas regiões Sudeste, Sul, Nordeste e Centro-Oeste. Desinformação é um desafio.

A campanha de vacinação contra a gripe teve início em 7 de outubro nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. O objetivo é imunizar noventa por cento do público-alvo, que inclui idosos, crianças de seis meses a seis anos, gestantes e puérperas. O Ministério da Saúde recomenda que esses grupos busquem a vacinação nas unidades de saúde, uma vez que o vírus da gripe tende a circular com maior intensidade durante o outono e o inverno. A Região Norte receberá a vacina no segundo semestre, visando o período de chuvas que ocorre de dezembro a maio.
Um dos principais desafios para o sucesso da campanha é a desinformação que circula nas redes sociais. A presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Monica Levi, destaca que a desinformação pode levar grupos vulneráveis a não se vacinarem, aumentando o risco de complicações graves e até óbitos. Ela afirma que "informação falsa, às vezes, é mais letal do que a própria doença", enfatizando a importância de combater as fake news relacionadas à vacinação.
Levi também desmente algumas das principais mentiras sobre a vacina contra a gripe. Uma delas é a crença de que a vacina pode causar gripe. Na verdade, a vacina é feita com vírus inativados e não pode provocar a doença. Além disso, é comum que outras infecções respiratórias circulem durante a época da vacinação, o que pode levar a confusões sobre os sintomas. A proteção da vacina leva cerca de duas semanas para se desenvolver, e durante esse período, a pessoa ainda pode estar vulnerável.
Outra afirmação falsa é que a vacina não é segura para pessoas idosas. Levi esclarece que a vacina é extremamente segura e recomendada até para indivíduos com comprometimento imunológico, como aqueles que passaram por transplantes. A vacina é inativada, o que significa que o vírus é morto e não pode causar a doença. Portanto, é segura para todos os grupos prioritários.
Além disso, a vacina não previne totalmente o contágio, mas é eficaz na proteção contra formas graves da doença e suas complicações. A vacinação anual é crucial, especialmente para os grupos mais vulneráveis, como idosos e pessoas com comorbidades. A gripe pode levar a complicações sérias, como pneumonia, e a vacinação é uma medida importante para evitar internações e óbitos.
Por fim, a vacina é atualizada anualmente para proteger contra os tipos de vírus influenza que mais circulam. É essencial que os grupos prioritários se vacinem todos os anos. A mobilização da sociedade é fundamental para garantir que todos tenham acesso à vacinação e para combater a desinformação. A união pode fazer a diferença na proteção da saúde pública e na promoção de campanhas que ajudem a disseminar informações corretas sobre a vacinação.

Estudo da Universidade Federal de São Carlos revela que a combinação de gordura abdominal e perda de massa muscular aumenta em 83% o risco de morte em idosos, destacando a obesidade sarcopênica. Pesquisadores propõem métodos simples para diagnóstico, facilitando intervenções precoces e melhorando a qualidade de vida.

Neste sábado (12), celebramos o Dia do Médico Obstetra e o Dia Nacional do Enfermeiro Obstetra, destacando a atuação essencial desses profissionais no cuidado de gestantes e bebês. O Hospital Regional de Santa Maria, único no DF com linha de cuidado obstétrico, realizou 954 partos nos primeiros meses de 2025, com 50% cesáreas, priorizando um atendimento humanizado.

Campanha de vacinação contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos no Brasil atinge apenas 1,5% do público-alvo, com 106 mil vacinados de 7 milhões possíveis. Especialistas apontam falhas na comunicação e acesso.

Estudo revela que a estimulação transcraniana de corrente contínua anódica, aliada a exercícios e educação sobre dor, reduz em até 38,76% a interferência da dor em mulheres com fibromialgia, superando o placebo.

O uso inadequado de antibióticos pode levar a um aumento alarmante da resistência bacteriana, com previsões de até 40 milhões de mortes até 2050. O Brasil registrou 85.718 amostras de bactérias resistentes em 2022.

A insônia afeta mais de setenta por cento da população brasileira, e a musculação surge como uma solução eficaz, melhorando a qualidade do sono e reduzindo a ansiedade, segundo estudos recentes.