A vaquinha para o alpinista Agam, que resgatou Juliana Marins, foi retomada após polêmica sobre taxas. Agora, ele receberá 100% do valor arrecadado, que já ultrapassa R$ 500 mil. A plataforma Voaa se comprometeu a revisar sua política de taxas.

A vaquinha promovida pela plataforma Voaa para o alpinista Agam, que resgatou o corpo da brasileira Juliana Marins no monte Rinjani, na Indonésia, foi retomada. O alpinista receberá todo o valor arrecadado, sem a cobrança de taxas. A decisão foi anunciada no fim da tarde desta segunda-feira, 30 de outubro. Na semana anterior, a plataforma, associada ao perfil no Instagram ‘Razões para Acreditar’, lançou a arrecadação, que rapidamente ultrapassou R$ 500 mil.
Contudo, a cobrança de uma taxa de 20% sobre as doações gerou descontentamento entre os internautas. Com isso, Agam receberia apenas R$ 400 mil dos R$ 500 mil arrecadados. Diante das críticas, os organizadores decidiram cancelar a vaquinha no domingo, 29 de outubro, e prometeram a devolução integral das doações. Até aquele momento, o total arrecadado era de R$ 520 mil.
A equipe organizadora pediu desculpas a todos que se sentiram desconfortáveis com a situação. Vicente Carvalho, sócio-fundador do “Razões para Acreditar” e da Voaa, divulgou um vídeo informando sobre a mudança de planos. Ele destacou que muitos manifestaram o desejo de que o valor chegasse a Agam, e por isso decidiram transferir 100% do montante arrecadado, sem descontos.
O procedimento legal para a entrega do dinheiro ao alpinista já foi iniciado. Mesmo com a isenção da taxa, quem desejar cancelar a doação deve enviar um e-mail para a plataforma dentro de 48 horas a partir do anúncio. Carvalho também afirmou que a política de cobrança de taxas está sendo revista em resposta às críticas recebidas.
A situação gerou um debate sobre a transparência e a ética em campanhas de arrecadação. A necessidade de garantir que os beneficiários recebam o valor integral das doações é um ponto crucial para a confiança do público em iniciativas desse tipo. A resposta rápida da plataforma pode ser vista como um esforço para restaurar a credibilidade.
Em momentos como este, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de pessoas que precisam de apoio. Projetos que visam ajudar aqueles que se dedicam a causas nobres, como o resgate de vidas, merecem ser incentivados e apoiados. A mobilização em torno de iniciativas solidárias é fundamental para promover mudanças positivas na comunidade.

Gabriel, um menino de 4 anos com má-formação na coluna, precisa de uma cirurgia de R$ 50 mil para liberar a medula e evitar complicações graves. Sua mãe pede apoio para arrecadar o valor necessário.

Uma corrente de solidariedade se forma em prol de um bebê diagnosticado com estenose aórtica crítica, que passou por cirurgia intrauterina. A família precisa arrecadar R$ 27 mil para cobrir a conta de R$ 42 mil.

Família arrecada R$ 55 mil para cirurgia de alongamento do fêmur de menino que enfrenta sequelas de infecção grave. Mãe solo busca apoio para cobrir custos de tratamento e recuperação em Curitiba.

Rogério busca apoio financeiro para o tratamento da filha de 24 anos, que enfrenta depressão severa e autismo, após duas internações sem sucesso. A clínica Focoh pode ser a solução. Compartilhe a campanha!

Shamsa Sharawe, ativista britânica, compartilhou sua jornada de reconstrução genital após mutilação na infância, destacando a necessidade de acesso a tratamentos no Reino Unido. Sua luta visa quebrar o silêncio sobre o tema.

Alexandra, diagnosticada com Síndrome de Stevens-Johnson, enfrenta complicações severas que exigem cirurgias e tratamentos caros. A arrecadação anterior não cobre os novos custos, e a luta pela saúde continua.