Durante o Web Summit Rio 2025, a Vibra lançou a "Loja de Inconveniência", uma instalação impactante que expõe dados alarmantes sobre a violência sexual infantil no Brasil, buscando conscientizar a sociedade. A ação destaca que 71,5% dos casos são cometidos por pessoas próximas, reforçando a urgência de enfrentar essa realidade.

Durante o Web Summit Rio 2025, a Vibra apresentou a "Loja de Inconveniência", uma instalação que expõe dados alarmantes sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil. O país ocupa a 5ª posição entre 51 nações com maior número de casos, conforme a rede internacional InHope. A ação visa conscientizar o público sobre a gravidade desse problema social.
A "Loja de Inconveniência" simula um mercado onde produtos cotidianos revelam estatísticas chocantes sobre a violência sexual infantil. Os visitantes são atendidos por vendedores que usam uniformes com a frase "não posso ajudar". Nas prateleiras, itens como panos de chão trazem rótulos com dados impactantes, como a informação de que 71,5% dos casos de violência sexual são cometidos por pessoas próximas.
Ernesto Pousada, CEO da Vibra, destacou a importância de abordar a violência sexual contra crianças e adolescentes de forma clara e direta. Ele afirmou que essa ação é um chamado à sociedade para olhar para essa realidade e se engajar na luta contra ela. A instalação foi projetada para criar experiências sensoriais que tornam visíveis estatísticas difíceis de encarar, mas essenciais para a conscientização.
Ao final da visita, os participantes não realizam uma compra, mas recebem um "recibo" simbólico, que representa as consequências psicológicas e sociais da violência sexual, como depressão e ansiedade. Essa abordagem busca sensibilizar o público sobre a importância da denúncia e do enfrentamento desse problema no Brasil.
A instalação da Vibra é uma iniciativa que visa transformar números em um alerta social, reforçando a necessidade de ações concretas para combater a violência sexual infantil. A experiência imersiva foi bem recebida, gerando reflexões sobre a realidade enfrentada por muitas crianças e adolescentes no país.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na vida de muitas vítimas. Projetos que promovem a conscientização e o enfrentamento da violência sexual infantil são essenciais para criar um ambiente mais seguro e acolhedor para todos.

A Audima, fundada por Luiz Pedroza, cresce no mercado de acessibilidade digital, com aumento de 23% no faturamento em 2024 e planos de rebranding e um movimento social B2B para inclusão digital. A empresa, que já atende mais de cinco mil clientes em 11 países, busca conscientizar sobre a importância da acessibilidade, destacando que cerca de 60 milhões de brasileiros são consumidores que necessitam dessas soluções.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) participou de audiência no Ministério Público do Trabalho (MPTDF) para discutir melhorias na notificação de saúde do trabalhador, com foco no projeto “Fortalecimento da Saúde do Trabalhador no SUS”. A iniciativa visa integrar sistemas de vigilância e capacitar profissionais, buscando reduzir a subnotificação de acidentes e doenças ocupacionais.

Estudo internacional revela que pessoas transgênero com incertezas sobre sua identidade enfrentam mais depressão e ansiedade, enquanto bissexuais têm risco elevado de ideação suicida. Pesquisadores pedem políticas públicas inclusivas.

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) participou do Seminário Internacional de Monitoramento do Desenvolvimento na Primeira Infância em Brasília, promovido pelo Ministério da Saúde. O evento, que contou com representantes de vários países, visou fortalecer a cooperação na América Latina e aprimorar políticas públicas para o desenvolvimento infantil. A OPAS destacou a importância de medir o desenvolvimento infantil, já que cerca de treze por cento das crianças enfrentam atrasos, especialmente em contextos de vulnerabilidade.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) lançou um cartão de crise para pacientes dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), visando um atendimento mais rápido e seguro em crises psíquicas. A iniciativa, que é voluntária, permite que os pacientes compartilhem informações essenciais com familiares e profissionais de saúde, promovendo autonomia e cuidado personalizado. O cartão será gerado de forma padronizada, garantindo eficiência e uniformidade em todos os Caps.

O Grupo L’Oréal lançou o Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro, com dez normas antirracistas, apresentado por Lázaro Ramos, para transformar o varejo e combater o racismo. A iniciativa visa promover um mercado mais justo, abordando práticas discriminatórias e capacitando funcionários.