A Mattel apresenta a primeira boneca Barbie com diabetes tipo 1, desenvolvida em parceria com a Breakthrough T1D, promovendo inclusão e conscientização sobre a doença. A nova Barbie possui acessórios que simulam o monitoramento da glicose, destacando o compromisso da marca com a diversidade.
A Mattel anunciou o lançamento da primeira boneca Barbie com diabetes tipo 1, em uma iniciativa que visa promover a inclusão e a representatividade. A nova boneca foi desenvolvida em colaboração com a Breakthrough T1D, uma organização não governamental dedicada à pesquisa e ao avanço dos tratamentos para a doença. Krista Berger, vice-presidente sênior da marca Barbie, destacou que essa inovação é um passo significativo no compromisso da empresa com a diversidade.
A diabetes tipo 1 é uma condição autoimune crônica que afeta a produção de insulina pelo pâncreas. Frequentemente diagnosticada na infância, a doença exige que os pacientes monitorem seus níveis de glicose e administrem insulina diariamente. A nova Barbie vem equipada com um sensor de glicose no braço e acessórios que simulam o monitoramento da glicose, incluindo um pequeno telefone para acompanhar os níveis de insulina.
Além da boneca com diabetes tipo 1, a Mattel também lançou uma versão que representa Lila Moss, filha da supermodelo Kate Moss, que é uma defensora da conscientização sobre a doença. Essas iniciativas fazem parte de um esforço mais amplo da empresa para diversificar a linha de bonecas Barbie, que historicamente era composta principalmente por figuras brancas e loiras.
Nos últimos anos, a Mattel tem se empenhado em criar bonecas que refletem uma variedade de experiências e identidades. A inclusão de uma boneca com diabetes tipo 1 é um exemplo claro desse compromisso, permitindo que crianças que vivem com a condição se vejam representadas em seus brinquedos. Essa abordagem não apenas promove a aceitação, mas também educa outras crianças sobre a doença.
Os acessórios da nova boneca, como o sensor e a fita médica em forma de coração rosa, são elementos que ajudam a normalizar a conversa sobre diabetes tipo 1. A iniciativa da Mattel pode inspirar outras empresas a considerar a inclusão em seus produtos, promovendo uma sociedade mais consciente e empática.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois ajudam a aumentar a conscientização sobre condições de saúde e a importância da inclusão. A união em torno de projetos que promovem a diversidade e a representatividade pode fazer uma diferença significativa na vida de muitas crianças e suas famílias.
No Estadão Summit ESG 2025, especialistas enfatizaram que a diversidade nas empresas só traz resultados quando acompanhada de inclusão, destacando a resistência a essas práticas em várias regiões. Cris Kerr, CEO da CKZ Diversidade, ressaltou que um ambiente seguro é crucial para a inovação. Aline Nascimento e Tom Mendes abordaram a importância de considerar a diversidade no desenvolvimento de produtos, enquanto José Renato Nalini alertou sobre a emergência climática em São Paulo.
O ministro Flávio Dino autorizou o pagamento de indenizações a famílias de crianças com deficiência causada pelo Zika vírus, fora das regras fiscais. O valor inclui R$ 50 mil e pensão vitalícia.
A tecnologia transforma a vida urbana, enfrentando desafios como mobilidade e poluição, com iniciativas como a TIM Smart Lighting e o Parque Global em São Paulo, promovendo eficiência e sustentabilidade.
A COP30 em Belém busca legados significativos com propostas como o Fundo Florestas Tropicais e a integração de mercados de carbono, apesar das tensões geopolíticas e resistência de alguns países.
O Brasil inicia a Conferência Global sobre Clima e Saúde em Brasília, com foco em políticas de adaptação para o setor saúde frente às mudanças climáticas, alinhada à COP30. O evento, coorganizado por diversas organizações, busca soluções inovadoras e reforça o compromisso do país com a equidade em saúde e justiça climática.
Ana Lisboa, gaúcha e ex-advogada, transformou sua trajetória de superação em um negócio de sucesso, liderando o Grupo Altis, que já impacta 100 mil alunos em 72 países e prevê faturar R$ 50 milhões em 2024.