O cinema brasileiro se destaca com a estreia de "A Melhor Mãe do Mundo", de Anna Muylaert, em 7 de agosto. A trama, protagonizada por Shirley Cruz e Seu Jorge, aborda a luta contra a violência doméstica. Shirley, que já enfrentou essa realidade, se preparou intensamente para o papel, convivendo com catadoras de lixo e realizando treinamento físico. O filme promete inspirar mulheres a denunciarem abusos e buscar liberdade.

O cinema brasileiro continua a se destacar com novas produções que abordam questões sociais importantes. No dia 7 de agosto, estreia nos cinemas o filme A Melhor Mãe do Mundo, dirigido por Anna Muylaert, conhecida pelo aclamado Que Horas Ela Volta?. A trama gira em torno de Gal, interpretada por Shirley Cruz, uma mulher que coleta materiais recicláveis e decide fugir de casa com os filhos para escapar da violência doméstica perpetrada por seu marido, Leandro, interpretado por Seu Jorge.
Shirley Cruz, que vive a protagonista, compartilhou sua experiência pessoal em uma entrevista, revelando que já foi vítima de violência doméstica em um relacionamento anterior. Ela enfatizou a importância de transformar essa vivência em arte, buscando inspirar outras mulheres a denunciarem e se libertarem de relacionamentos abusivos. “É uma coisa do ponto de vista psicológico completamente superado e revertido para que eu possa, através da minha arte, fazer reverberar”, disse a atriz.
Para se preparar para o papel de uma catadora de lixo, Shirley se dedicou a conhecer a realidade dessas mulheres, realizando um trabalho de campo e até mesmo participando das atividades. “Tive uma convivência com elas, o que foi importante, porque não só conheci o ofício, mas pude me aproximar da energia das meninas”, comentou. Além disso, a atriz passou por um rigoroso treinamento físico para conseguir puxar uma carroça de aproximadamente 300 quilos.
O elenco do filme conta ainda com a participação de Luedji Luna, Rubens Santos, Rejane Farias, Lourenço Mutarelli, Babu e crianças que interpretam os filhos de Gal. A produção promete trazer à tona questões relevantes sobre a violência doméstica e a luta das mulheres por liberdade e dignidade.
A estreia de A Melhor Mãe do Mundo é uma oportunidade para refletir sobre a realidade de muitas mulheres que enfrentam situações semelhantes. O filme pode servir como um catalisador para discussões sobre a violência de gênero e a importância de apoiar iniciativas que promovam a proteção e o empoderamento das vítimas.
Nesta situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo ações que incentivem a denúncia e o apoio a projetos sociais que visem a proteção e a recuperação de vítimas de violência. É fundamental que a sociedade se mobilize para criar um ambiente mais seguro e acolhedor para todos.

A Escola de Música Villa-Lobos, no Rio de Janeiro, recebe R$ 1,4 milhão em reformas, incluindo um novo auditório e modernização das instalações, com conclusão prevista para 2025. Após 40 anos sem grandes intervenções, a escola, referência no ensino musical, se moderniza para melhor atender seus 1.100 alunos e promover eventos abertos ao público.

Gilberto Schwartsmann, escritor e médico gaúcho, tem seu livro "Dibuk" reconhecido internacionalmente, enquanto Moacyr de Oliveira Filho lança "O desabrochar dos agapantos". No dia 30, será apresentado o Projeto Maturidade, que oferecerá aulas de artesanato em igrejas do Rio de Janeiro, promovendo inclusão e renda para a terceira idade.

Feirantes da Feira da Glória, recém-declarada patrimônio histórico, foram impedidos de trabalhar neste domingo, resultando em prejuízos e descontentamento. A Secretaria Municipal de Ordem Pública alegou irregularidades na instalação das barracas.

O Ministério da Saúde promoveu um webinário sobre os desafios da paternidade entre homens negros, destacando a interseccionalidade entre saúde, educação e proteção social. O evento, realizado no Dia Nacional da Paternidade Responsável, visa fortalecer o debate sobre a paternidade negra e suas especificidades, abordando a resistência diante do racismo estrutural.

O pickleball, esporte em ascensão no Brasil, atrai jogadores acima de 50 anos e promove saúde e sociabilidade. A Confederação Brasileira de Pickleball busca popularizar a modalidade em escolas.

Neste sábado, a GloboNews apresenta o documentário "Raoni, uma amizade improvável", que narra a relação de cinquenta anos entre o cacique Kaiapó Raoni e o cineasta Jean-Pierre Dutilleux. A obra destaca a luta de Raoni pela preservação dos territórios indígenas e da Amazônia, celebrando sua trajetória e conquistas ao longo das décadas.