A AGU pediu celeridade ao STF para julgar a Lei da Igualdade Salarial, que visa garantir salários iguais entre homens e mulheres. A decisão é crucial para combater desigualdades salariais persistentes.

A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que acelere o julgamento da Lei da Igualdade Salarial, que foi publicada em 3 de julho de 2023. Essa legislação, que visa garantir salários iguais para homens e mulheres que desempenham a mesma função, tem gerado controvérsias e levado empresas e trabalhadoras ao Judiciário. Duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) estão pendentes de decisão, com empresas contestando a obrigatoriedade de divulgar dados salariais e os critérios de igualdade de pagamento.
A nova lei, que reforça a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), exige que empresas com mais de cem funcionários apresentem relatórios semestrais de igualdade salarial ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O pedido da AGU foi feito após o julgamento de uma das ADIs ser interrompido, quando o ministro Kassio Nunes Marques solicitou mais tempo para análise. O julgamento anterior contava com oito votos favoráveis ao relatório de Alexandre de Moraes, que rejeitou um pedido do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) contra a legislação.
A AGU argumenta que a definição rápida sobre a lei é crucial para assegurar segurança jurídica e combater desigualdades salariais persistentes. Em sua manifestação, a AGU destacou a importância da legislação para a efetividade do direito à igualdade salarial e a conformidade com compromissos constitucionais e internacionais do Brasil. Dados do último relatório do MTE indicam que as mulheres recebem, em média, 20,9% a menos que os homens em empresas com cem ou mais empregados, evidenciando um aumento na desigualdade salarial ao longo dos anos.
Além disso, a AGU citou um estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que revelou que, no quarto trimestre de 2023, as mulheres ganhavam 22,3% a menos que os homens. As mulheres em cargos de diretoria ou gerência enfrentam uma disparidade ainda maior, recebendo, em média, 29,5% a menos que seus colegas homens. O Relatório Global de Desigualdade de Gênero 2023, do Fórum Econômico Mundial, aponta que a paridade salarial entre os gêneros pode levar 131 anos para ser alcançada, se a atual taxa de progresso continuar.
As barreiras que contribuem para essa desigualdade incluem discriminação no trabalho, assédio, dificuldades em conciliar trabalho e responsabilidades domésticas, além da falta de creches. O Dieese também revelou que, em média, homens dedicam 11 horas semanais a tarefas domésticas, enquanto as mulheres gastam quase 17 horas. A falta de publicação dos relatórios de igualdade salarial pode resultar em multas para as empresas, que podem chegar a R$ 151,8 mil, além de penalidades adicionais em caso de constatação de desigualdade salarial.
Essa situação demanda uma mobilização social para promover a igualdade salarial e apoiar iniciativas que visem a redução das disparidades entre gêneros no mercado de trabalho. A união da sociedade civil pode ser fundamental para impulsionar projetos que ajudem a combater essas desigualdades e garantir que todos tenham acesso a salários justos e iguais.
Heleninha, personagem de Paolla Oliveira, inicia sua recuperação do alcoolismo ao participar de reuniões do Alcoólicos Anônimos, buscando desestigmatizar a doença e incentivar a busca por ajuda. A trama destaca a importância da empatia e da responsabilidade na jornada de recuperação.

A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) promove a Flipinha, com o tema "Planeta Vivo", abordando questões climáticas e sociais com autores como Gregório Duvivier e Roseana Murray. O evento visa inspirar crianças e adultos a refletirem sobre um futuro sustentável.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.133/2025, que garante cirurgias reconstrutivas de lábio leporino e fenda palatina pelo SUS, incluindo acompanhamento pós-operatório. A medida visa melhorar a saúde e o desenvolvimento de cerca de 15 crianças que nascem diariamente com essa condição no Brasil.

A partir de 21 de julho, um leilão beneficente de itens pessoais de Paulo Gustavo será realizado pela Gringa, com lucros destinados às Obras Sociais Irmã Dulce. O evento destaca a generosidade do ator e seu legado.

A Prefeitura do Rio de Janeiro, sob a liderança do prefeito Eduardo Paes, iniciou obras de drenagem em Realengo, com investimento de R$ 123 milhões, visando beneficiar 205 mil pessoas. As intervenções incluem um piscinão e novas galerias pluviais, com previsão de conclusão em três anos.

Jovens dominam a Bienal do Livro, com ingressos esgotados e forte presença no BookTok. Autores como Lynn Painter e Ariani Castelo se destacam, impulsionando vendas e engajamento literário.