Kenzie Welch, consultora de imagem, viralizou ao transformar o estilo de Bri, mulher de 31 anos que usa cadeira de rodas, destacando a moda inclusiva e a autoestima. O vídeo, com 2,5 milhões de visualizações, ressalta a importância de looks adaptados que respeitem a individualidade e a mobilidade. A iniciativa gerou debates sobre representatividade na moda e o acesso a orientações para pessoas com deficiência.

Um vídeo da consultora de imagem Kenzie Welch, publicado nas redes sociais, se tornou viral ao mostrar a transformação de estilo de Bri, uma mulher de 31 anos que utiliza cadeira de rodas. O conteúdo, que já acumula 2,5 milhões de visualizações, destaca a importância da moda na autoestima e na expressão pessoal, especialmente para pessoas com deficiência. Bri, que ficou em cadeira de rodas após um acidente com um motorista alcoolizado há 11 anos, encontrou na consultoria uma nova forma de se vestir.
No vídeo, Kenzie Welch ajuda Bri a criar looks adaptados ao seu estilo de vida, focando em peças que valorizam o conforto e a identidade da cliente. A consultora explica como usar roupas que respeitem as necessidades de mobilidade, sem abrir mão da estética. Bri costumava buscar referências em pessoas que andam, mas não encontrava inspirações que refletissem sua realidade. A proposta de Welch foi criar combinações que respeitem sua individualidade.
Durante a consultoria, Bri experimenta roupas selecionadas especialmente para ela, como shorts de cintura alta, blazers e botas. A consultora enfatiza a importância de destacar a personalidade da cliente, priorizando a individualidade em vez da condição física. A legenda do vídeo menciona que Bri tinha receio de mostrar as pernas e enfrentava dificuldades com camadas de roupas.
O vídeo gerou uma onda de comentários positivos, não apenas de pessoas com deficiência, mas também de profissionais da moda e da acessibilidade. Muitos destacaram a falta de representatividade e de conteúdo voltado para esse público. A iniciativa de Kenzie Welch reforça a necessidade de inclusão no setor de moda e a importância de orientações que considerem diferentes tipos de corpo e vivências.
A repercussão do vídeo evidencia um movimento crescente em direção à inclusão e à diversidade na moda. A transformação de Bri não é apenas sobre roupas, mas sobre como a moda pode impactar a autoestima e a autoconfiança de pessoas com deficiência. A consultoria de Kenzie Welch serve como um exemplo de como a moda pode ser uma ferramenta poderosa para a expressão pessoal e a aceitação.
Iniciativas como a de Kenzie Welch devem ser apoiadas e estimuladas pela sociedade civil. A união em torno de causas que promovem a inclusão e a diversidade pode fazer uma diferença significativa na vida de muitas pessoas. Projetos que buscam ajudar na recuperação e na autoestima de vítimas de acidentes, como Bri, merecem atenção e apoio da comunidade.

A 2ª edição do Prêmio cRio ESPM de Economia Criativa foi lançada, com inscrições até 6 de julho. A iniciativa, da Fundação Roberto Marinho e da ESPM, visa reconhecer projetos que impactem o Rio de Janeiro. Serão três categorias, incluindo uma nova sobre Ambiente e Clima, com prêmios de R$ 5 mil. Os vencedores serão anunciados em novembro, destacando a importância da economia criativa para o desenvolvimento sustentável da região.

Quatro novas escolas estaduais serão construídas em Armação dos Búzios, Cabo Frio e Rio das Ostras até 2026, homenageando Pelé, Ziraldo, Gloria Maria e Susana Naspolini. As vagas atenderão o Ensino Médio Regular e a Educação de Jovens e Adultos, com obras a cargo da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop).

O 1º trimestre de 2025 registrou 1.416 mortes no trânsito em São Paulo, o maior número em dez anos, apesar da redução nos acidentes. A Prefeitura intensifica ações de segurança viária, como a Faixa Azul.

Celesty Suruí, primeira barista indígena do Brasil, serviu café ao presidente Lula. Sua trajetória destaca a importância do café cultivado por povos originários na Amazônia. Celesty, que se tornou barista para representar seu povo, utiliza sua visibilidade para contar a história dos cafeicultores indígenas e valorizar sua cultura. Recentemente, ela serviu café da linha Tribos, da Três Corações, em um evento marcante em Brasília.

Após a morte do artista plástico Francisco Galeno, sua família planeja criar uma fundação dedicada à cultura e crianças, preservando seu acervo em Brasília. O legado de Galeno, que influenciou a arte e a comunidade, será mantido vivo.

A fusão entre a SERAC e a BHub cria um ecossistema empresarial inovador no Brasil, focado no empoderamento feminino e na transformação digital. Com mais de 10 mil clientes e um assistente inteligente, o projeto visa dar voz e autonomia a mulheres no setor.