Alunos do Senai-DF se destacam no Grand Prix de Inovação, propondo soluções para aumentar a confiabilidade de cilindros pneumáticos em uma fábrica de aço. Oito equipes avançam para a etapa regional em outubro.

Alunos de cursos técnicos e de qualificação profissional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF) participaram da fase escolar do Grand Prix de Inovação, realizada em 22 de maio. Oito equipes, as duas melhores de cada escola, avançaram para a etapa regional, que ocorrerá em outubro. O desafio deste ano, proposto pelo Grupo SKS, fabricante de aço, visava aumentar a confiabilidade de cilindros pneumáticos em uma fábrica localizada no Guará.
A fábrica utiliza cinquenta cilindros pneumáticos em um equipamento para moldar aço, mas enfrenta problemas devido à falta de um processo estruturado de manutenção, resultando em paradas frequentes e falhas nos cilindros reserva. Os alunos, organizados em trinta e uma escuderias, foram desafiados a desenvolver soluções inovadoras para melhorar a confiabilidade desses componentes.
As escuderias, compostas por alunos de Taguatinga, Gama, Setor de Indústrias Gráficas (SIG) e Sobradinho, realizaram suas atividades na fábrica da FVO Alimentos, onde atuam como jovens aprendizes. A equipe campeã do Sesi/Senai Sobradinho propôs a implementação de um chip para monitorar o uso do maquinário e a troca do aço dos cilindros pneumáticos por inox, evitando corrosão e aumentando a durabilidade.
Gustavo Ergang, representante da equipe vencedora, destacou que a adição de um filtro na entrada de compressão ajudaria a prevenir impurezas, prolongando a vida útil dos cilindros. As equipes premiadas receberam camisetas, medalhas e certificados, com as duas primeiras colocadas de cada escola se classificando para a próxima fase do Grand Prix.
As escuderias campeãs foram: no primeiro lugar da Aprendizagem em Assistente Administrativo, Ana Clara Mesquita Silva de Carvalho e outros; no primeiro lugar do Técnico em Eletrotécnica, Eduardo Alexandre Cruz Mello e sua equipe; e no primeiro lugar do Técnico em Desenvolvimento de Sistemas, Beatriz Mendonça Olegario e outros. A competição também premiou as melhores equipes em Assistente de Operações Logísticas e Técnico em Logística.
Iniciativas como essa são fundamentais para o desenvolvimento de soluções que atendam às necessidades da indústria. O apoio da sociedade civil pode ser crucial para impulsionar projetos que busquem inovação e eficiência, beneficiando não apenas os alunos, mas também a indústria local e a economia como um todo.

O Bixiga, em São Paulo, é um bairro que une herança italiana e resistência cultural negra, destacando-se por seu teatro, samba e festas populares. A Vila Itororó, agora um centro cultural, simboliza essa diversidade.

A sede da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no Rio de Janeiro enfrenta críticas por falta de acessibilidade, especialmente após uma infestação de ratos. A autarquia reconhece as limitações e anunciou reformas, mas enfrenta desafios orçamentários. Em 2024, foram realizados aperfeiçoamentos no auditório e banheiros, reafirmando o compromisso com a inclusão.
A partir de 18 de outubro, o Nordeste implementa o Defesa Civil Alerta, que enviará alertas diretos aos celulares da população sobre desastres naturais, visando salvar vidas. O sistema, que já foi testado em 36 municípios, é parte de uma iniciativa do Governo Federal e será expandido para outras regiões até o final de 2025.

Fafá de Belém, ícone da música e ativismo, se prepara para a COP30 em Belém, destacando a cultura paraense e sua trajetória de 50 anos, marcada por desafios e posicionamentos ousados. Ela clama por respeito e reconhecimento da Amazônia.

Mateus Rosa, artista plástico paraibano, de 9 anos, expõe suas obras no Museu do Louvre, em Paris, nos dias 17, 18 e 19 de outubro, realizando um sonho e superando desafios do autismo.

Lívia Gueissaz, influenciadora de moda, vivenciou práticas ancestrais com mulheres Guajajara no Festival do Mel, promovido pela ministra Sonia Guajajara, destacando a conexão espiritual com a floresta. A experiência, sem registros, foi um profundo aprendizado sobre escuta e respeito à cultura indígena.