Em 2025, a construção civil brasileira alcançou mais de 3 milhões de empregos formais, mas enfrenta escassez de mão de obra qualificada, elevando custos e prazos. Parceria do Grupo Bueno Netto com o Senai busca solucionar essa lacuna.

Em 2025, o setor da construção civil no Brasil alcançou a marca de três milhões de trabalhadores com carteira assinada, um feito inédito desde 2014. Apesar desse crescimento, o setor enfrenta um desafio significativo: a escassez de mão de obra qualificada. Essa falta de profissionais preparados impacta diretamente os custos e prazos das obras, refletindo na elevação dos preços dos imóveis. A situação é ainda mais crítica em segmentos que exigem maior especialização, como o alto padrão, onde o conhecimento técnico é essencial.
O aumento no número de empregos formais na construção civil contrasta com outros setores da economia, que ainda lutam para se recuperar dos efeitos da pandemia. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) revelou que, no segundo trimestre de 2025, metade das novas contratações foram de jovens entre 18 e 29 anos, e mais de 60% dos admitidos possuem ensino médio completo. Esses dados ajudam a desmistificar a ideia de que o setor é composto apenas por mão de obra não especializada.
Adalberto Bueno Netto, fundador do Grupo Bueno Netto, é um exemplo de empresário que busca soluções para a falta de mão de obra qualificada. Sua empresa firmou uma parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para formar profissionais na comunidade de Paraisópolis, em São Paulo. Essa iniciativa não apenas visa aumentar a oferta de trabalhadores qualificados, mas também busca reduzir os riscos de atrasos nas obras e melhorar a qualidade das entregas.
A escassez de mão de obra qualificada tem um impacto direto nos preços dos imóveis. A dificuldade em encontrar profissionais preparados encarece a contratação e eleva os custos operacionais, pressionando os valores de venda. Em um cenário já afetado por juros altos, que dificultam o financiamento, essa situação torna-se um desafio adicional para equilibrar a oferta e a demanda no mercado imobiliário.
O retrato da construção civil em 2025 é de um setor em crescimento, mas que depende de políticas integradas de capacitação, crédito e planejamento urbano para sustentar esse avanço. A iniciativa privada, como demonstrado pelo programa de Adalberto Bueno Netto, desempenha um papel crucial na formação de mão de obra e na promoção de soluções que atendam às necessidades do mercado.
Neste contexto, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a capacitação de profissionais e a melhoria das condições do setor. Projetos que promovem a formação de mão de obra qualificada podem ser um caminho para enfrentar os desafios atuais e garantir um futuro mais promissor para a construção civil no Brasil.

Neurocientistas desenvolveram um novo dispositivo que permite a comunicação apenas por pensamento, alcançando até 150 palavras por minuto, usando um dicionário de 125.000 palavras. Essa inovação promete transformar a vida de pessoas com dificuldades de fala, como os participantes com esclerose lateral amiotrófica (ELA) e derrame cerebral, que agora podem se expressar com mais facilidade e rapidez.

Mulheres estão transformando o agronegócio brasileiro, com um terço das lideranças ocupadas por elas. Exemplos como Luísa Ribeiro e Brenda Suelen da Silva mostram inovação e inclusão no setor.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) lançou ações do Programa de Produção e Consumo de Alimentos Saudáveis do Nordeste, visando fortalecer a agricultura familiar e a economia solidária. Durante um seminário, o diretor Edgar Caetano destacou iniciativas como o mapeamento de cadeias produtivas e apoio à inovação, com o objetivo de combater a insegurança alimentar e promover a sustentabilidade na região.

O Largo da Batata, em São Paulo, pode passar por nova reforma devido à sua condição insatisfatória, evidenciando a ineficiência da gestão pública e a falta de diálogo entre órgãos. A revitalização é necessária para melhorar a convivência e a circulação no espaço.

O GSH Banco de Sangue de Brasília enfrenta uma crise, com estoques 75% abaixo do ideal, e faz um apelo urgente por doações, especialmente de sangue tipo O negativo, antes e após as férias. A queda nas doações é atribuída ao período de férias e ao aumento de doenças respiratórias. A entidade destaca que um simples gesto pode salvar vidas e pede que pessoas saudáveis compareçam para doar. O atendimento ocorre de segunda a sábado, e a doação é rápida e segura.

A regulamentação da atividade de guarda-volumes na Papuda, no DF, reconhece oficialmente os ambulantes, como Áura Dias da Cruz, e representa uma conquista significativa para esses trabalhadores informais. A nova portaria, que permite a emissão de licenças, traz esperança e segurança para quem vive do pequeno comércio ao redor do sistema prisional.