A I Jornada da Atenção Domiciliar, realizada pela Secretaria de Saúde do DF, promoveu debates sobre cuidados paliativos e desospitalização, reunindo profissionais e estudantes. O evento destacou a importância da assistência humanizada e a ampliação do acesso aos serviços do SUS.

Nos dias 23 e 24 de julho, a I Jornada da Atenção Domiciliar foi realizada, reunindo profissionais e estudantes para discutir temas como cuidados paliativos e desospitalização. O evento, promovido pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), teve a participação de cem inscritos, incluindo servidores de diversas unidades e estudantes da área. A gerente do Serviço de Atenção Domiciliar (Gesad), Silvana Monteiro Fiquer Leal, destacou a importância de divulgar o tema e ampliar o acesso dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) a esses serviços.
Silvana enfatizou que a jornada também proporcionou um espaço para depoimentos de familiares sobre cuidados paliativos, um assunto delicado, mas essencial para a assistência ao paciente e seus acompanhantes. A programação incluiu palestras sobre cuidados paliativos pediátricos, odontologia em casa e desospitalização, entre outros tópicos relevantes. A nutricionista do Núcleo Regional de Atenção Domiciliar (Nrad) do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), Karlla Betânia, elogiou as palestras e ressaltou a importância de compartilhar experiências entre os núcleos.
A consultora técnica da Coordenação Geral de Atenção Domiciliar do Ministério da Saúde, Denise Araújo, também esteve presente e elogiou a iniciativa. Ela afirmou que a jornada é crucial, pois no DF existem equipes comprometidas e uma coordenação focada na desospitalização, permitindo que pacientes deixem internações prolongadas e retornem ao conforto de suas casas. Essa abordagem visa melhorar a qualidade de vida dos pacientes e suas famílias.
O Serviço de Atenção Domiciliar (SAD-DF) é estruturado em três níveis: Serviço de Atenção Domiciliar de Alta Complexidade (SAD-AC), Programa de Internação Domiciliar (PID) e Programa de Oxigenoterapia Domiciliar (POD). Essas modalidades atendem pacientes com comorbidades crônicas e necessidades específicas de atendimento domiciliar, impactando diretamente na redução do tempo de internação e promovendo a desospitalização.
Até junho de 2025, mais de quarenta e um mil atendimentos foram realizados pelas equipes de Atenção Domiciliar. As visitas domiciliares consideram um cuidado integral, envolvendo profissionais de diversas áreas, como técnicos em enfermagem, fisioterapeutas, médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais. Essa abordagem multidisciplinar é fundamental para atender as particularidades e demandas dos pacientes.
Iniciativas como a I Jornada da Atenção Domiciliar são essenciais para fortalecer a rede de cuidados e sensibilizar a sociedade sobre a importância da assistência humanizada. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a serviços de saúde de qualidade, promovendo um impacto positivo na vida de muitos pacientes e suas famílias.

O CNPEM desenvolve o primeiro protótipo brasileiro de ressonância magnética, com investimento de R$ 8 milhões, para atender a demanda do SUS em regiões remotas. A iniciativa visa melhorar o acesso a exames de imagem.

Conceição Evaristo, escritora mineira, vendeu mais de 500 mil livros em 2023 e recebeu o troféu Juca Pato. Ela será destaque na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, promovendo a literatura afro-brasileira.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) intensificou a vacinação com o Carro da Vacina, aplicando mais de 400 doses no Trecho 3 do Sol Nascente/Pôr do Sol, além de oferecer testagem para ISTs. A ação visa aumentar a cobertura vacinal em áreas vulneráveis, consolidando o projeto como uma ferramenta essencial de saúde pública.

Estudo internacional revela que pessoas transgênero com incertezas sobre sua identidade enfrentam mais depressão e ansiedade, enquanto bissexuais têm risco elevado de ideação suicida. Pesquisadores pedem políticas públicas inclusivas.

O programa Conhecimento Brasil, do CNPq, visa repatriar pesquisadores brasileiros no exterior, com investimento de R$ 600 milhões. Quarenta e quatro por cento dos selecionados já residem no país.

A desigualdade de gênero persiste em cargos de liderança, com mulheres sobrecarregadas pela multitarefa. É crucial filtrar o essencial para alcançar foco e sucesso, desafiando imposições sociais.