O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, inicia a terceira etapa do Caminho das Águas no Ceará, beneficiando mais de 350 mil pessoas com segurança hídrica. Entre os dias 16 e 18 de julho de 2025, o ministro visitará obras em Barro, Orós, Banabuiú e Aracoiaba, promovendo acesso à água potável e infraestrutura hídrica no semiárido.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, deu início à terceira etapa do programa Caminho das Águas no Ceará, com uma série de visitas e inaugurações de obras que ocorrerão entre os dias dezesseis e dezoito de julho de dois mil e vinte e cinco. O objetivo é fortalecer a segurança hídrica no semiárido e atender a população em áreas rurais e urbanas, beneficiando mais de trezentas e cinquenta mil pessoas.
A programação começou no município de Barro, onde o ministro visitou a Barragem de Prazeres, que fará parte do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF). Essa estrutura vai fornecer abastecimento de água para cerca de vinte e dois mil setecentos e cinquenta e oito moradores, além de apoiar atividades como agricultura, piscicultura e turismo.
Em Orós, Góes conferiu a revitalização da Barragem de Orós, que agora conta com uma nova válvula dispersora. Essa obra vai melhorar o abastecimento em três municípios, beneficiando mais de sessenta e nove mil pessoas. Na quinta-feira, a comitiva se dirigirá a Aracoiaba, onde serão entregues nove sistemas de dessalinização do Programa Água Doce, assegurando água potável para aproximadamente mil e oitocentas pessoas em comunidades rurais de sete municípios.
O ministro também visitará a barragem do Açude Banabuiú e o Sistema Adutor Banabuiú, que integra o Projeto Malha d’Água. Essa estrutura fornecerá água para mais de duzentas e oitenta mil pessoas em nove municípios e trinta e oito distritos. O investimento total em infraestrutura hídrica no estado é de R$ 12 bilhões, destacando a importância do Caminho das Águas como uma iniciativa do Governo Federal para garantir acesso à água em todo o país.
As ações do Caminho das Águas fazem parte do Novo PAC e priorizam as regiões mais vulneráveis à escassez hídrica, com foco especial no semiárido nordestino. O programa visa não apenas a construção de obras, mas também a promoção de um desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população local.
Nessa situação, a união da sociedade civil pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que visem garantir o acesso à água e a segurança hídrica para todos. Projetos como esses devem ser estimulados, pois têm o potencial de transformar a realidade de milhares de pessoas que enfrentam a escassez hídrica diariamente.

Diego Barreto, CEO do iFood, enfatiza a inovação contínua e a tecnologia proprietária como essenciais para a competitividade da empresa, que já conta com 120 milhões de pedidos mensais. A companhia também investe em motos elétricas e saúde mental dos entregadores.

O projeto Labirinto Zona Norte inicia sua programação formativa com cursos gratuitos de literatura, ministrados por Beatriz Resende, Jean Carlos Azuos e Paula de Oliveira Camargo, no Caixa Cultural. Essa iniciativa visa fortalecer as vozes dos subúrbios cariocas e promover a literatura local.

A Biblioteca Parque Villa-Lobos, em São Paulo, oferece curso gratuito de produção de podcast com aulas híbridas de agosto a novembro de 2025. Inscrições até 31 de julho, com seleção por projeto autoral.

Estudo da Escola de Saúde Pública T.H. Chan (Harvard) revela que solidão persistente aumenta em 56% o risco de AVC em pessoas acima de 50 anos, destacando a urgência de intervenções sociais.

A Boehringer Ingelheim, com 70 anos no Brasil, destaca-se em responsabilidade social ao capacitar hospitais e realizar espirometrias, além de obter certificação carbono neutro em sua planta. A farmacêutica, por meio dos programas ANGELS e Abraçar, busca melhorar o acesso à saúde e prevenir zoonoses, refletindo um compromisso contínuo com a sustentabilidade e a transformação social.

O grafite no Distrito Federal se destaca como expressão cultural, com artistas como Iasmim Kali e Travis Bomb promovendo identidade e crítica social. A arte urbana transforma espaços e gera inclusão.