A prefeitura do Rio, por meio da RioLuz, modernizou a iluminação ao redor da Uerj, instalando 30 projetores e 60 luminárias de LED, aumentando a segurança e conforto na região. Estudantes e trabalhadores já percebem a diferença.

A prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da RioLuz, finalizou a instalação de um novo sistema de iluminação pública nas proximidades da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Essa área, conhecida por seu histórico de assaltos e insegurança, agora conta com trinta projetores e sessenta luminárias de LED de alta potência. A iniciativa visa aumentar a segurança e o conforto dos pedestres e motoristas que transitam por essa região movimentada.
As melhorias na iluminação abrangem locais estratégicos, como a passarela de acesso ao Maracanã, a rampa de entrada da estação do Metrô e importantes avenidas, incluindo São Francisco Xavier, Professor Manoel de Abreu e Rei Pelé, além das ruas Radialista Waldir Amaral e Professor Ricardo Lira. O presidente da RioLuz, Rafael Thompson, destacou que o objetivo é proporcionar mais segurança para estudantes, trabalhadores e torcedores que frequentam a área.
A estudante da Uerj, Isis Pereira, expressou alívio com a nova iluminação, especialmente ao sair da universidade à noite. Segundo ela, a iluminação é crucial para a segurança dos alunos, que anteriormente precisavam se organizar em grupos para evitar assaltos na passarela do Maracanã. Com a nova estrutura, Isis afirmou que a sensação de segurança aumentou significativamente.
Além dos estudantes, trabalhadores da região também perceberam a diferença. Sérgio Monteiro, que vende pipoca em frente ao portão principal da Uerj há mais de dez anos, comentou que a nova iluminação trouxe uma clareza sem precedentes ao local, aumentando sua sensação de segurança ao trabalhar até o fechamento da universidade.
Essa ação da prefeitura é parte de um programa maior de modernização do parque de iluminação da cidade, que busca atender áreas com grande circulação de pessoas. A instalação de postes de fibra, mais resistentes à corrosão, também faz parte das melhorias, garantindo uma infraestrutura mais duradoura e eficiente.
Iniciativas como essa são fundamentais para a segurança e bem-estar da comunidade. A união da sociedade civil pode ser um grande aliado em projetos que visem melhorar a infraestrutura e a segurança em áreas vulneráveis. O apoio a causas que promovem a segurança pública pode transformar a realidade de muitos cidadãos.

Funcionários do Instituto do Carinho denunciam condições de trabalho precárias e sobrecarga, resultando em problemas de saúde mental. A instituição nega as acusações e afirma ter tomado medidas.

Secec-DF abre inscrições para o Programa de Incentivo Fiscal à Cultura em 2025. O limite orçamentário é de R$ 14,25 milhões, com prazos definidos para projetos culturais.

Governo de São Paulo e Prefeitura iniciam negociações para compensar 38 comerciantes da Favela do Moinho, visando reinserção comercial e auxílio-moradia. A comunidade enfrenta riscos e promessas não cumpridas.

Hamedine Kane e Adama Delphine Fawundu apresentam obras na Bienal de São Paulo, abordando deslocamento e diáspora africana através do oceano e suas conexões culturais. Kane explora a exploração pesqueira e suas consequências, enquanto Fawundu utiliza fotografias e tecidos para refletir sobre ancestralidade e identidade.

Uma mulher em Campo Grande denunciou violência doméstica ao solicitar dipirona pelo telefone 190, resultando na prisão do agressor. Ela elogiou a rapidez do atendimento policial.

Em 2024, a pobreza extrema e a desigualdade de renda no Brasil atingiram os menores níveis desde 2012, com seis milhões de pessoas saindo da miséria, impulsionadas por um mercado de trabalho aquecido e programas sociais. O rendimento médio por pessoa cresceu 4,7%, alcançando R$ 2.020, e a desigualdade, medida pelo Índice de Gini, caiu para 0,506. A interação entre o Bolsa Família e o aumento do salário mínimo foi crucial para esse avanço, destacando a importância das políticas sociais e do emprego na redução da pobreza.