Laysa Helena e Mauricio Henrique Pinto transformaram um hobby em um negócio de sucesso, a MHP Muscle Cars, que faturou R$ 5 milhões em 2024 e planeja investir R$ 2 milhões em uma nova sede para treinamentos.

Após enfrentarem o desemprego, Laysa Helena de Almeida Pinto e Mauricio Henrique Pinto transformaram um hobby em um negócio em 2015, criando a MHP Muscle Cars. Localizada em Cascavel, no oeste do Paraná, a empresa se especializou na restauração de carros V8, tornando-se uma referência nacional no setor. Em 2024, a MHP alcançou um faturamento de R$ 5 milhões, consolidando sua posição no mercado de veículos raros e colecionáveis.
Com uma equipe de dez colaboradores, a MHP se destaca pela excelência técnica e atendimento personalizado. Laysa enfatiza que cada projeto é tratado como um sonho do cliente, com um compromisso em respeitar suas expectativas. A demanda crescente levou a empresa a selecionar projetos que se alinham aos seus valores, recusando propostas que não se encaixam em sua visão.
A MHP também investe na formação de novos profissionais, com Laysa liderando mentorias e cursos online, como o "Domine o V8", que já formou mais de trezentos técnicos. A empresa planeja abrir uma nova sede focada em treinamentos presenciais, com um investimento estimado em R$ 2 milhões. Esse espaço será dedicado à capacitação de equipes e ao desenvolvimento de lideranças no setor.
Parte do investimento para a nova sede vem de parcerias com investidores e do apoio do Fundo Estímulo, que acelerou os planos da MHP em pelo menos uma década. Laysa, que é jornalista e mãe de dois filhos, destaca a resiliência como o maior diferencial da empresa. Ela aprendeu a delegar e a reinvestir no negócio, o que lhe proporcionou liberdade de tempo e financeira.
Nos próximos anos, a MHP pretende focar em treinamentos, tecnologia e expansão internacional, com parcerias já estabelecidas nos Estados Unidos e Portugal. O objetivo é fortalecer as conexões com o mercado externo, ampliando a presença da empresa além das fronteiras brasileiras. Laysa aconselha novos empreendedores a estudar gestão e cuidar da reputação, ressaltando que o sucesso leva tempo.
Iniciativas como a da MHP Muscle Cars mostram como a união e o apoio mútuo podem transformar sonhos em realidade. Projetos que visam a capacitação e o desenvolvimento profissional merecem ser incentivados pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitos e fortalecer o mercado de trabalho.

A empresa X anunciou o lançamento de uma nova linha de produtos sustentáveis, com preços e datas definidas, além de uma parceria com uma ONG para promover a educação ambiental nas comunidades.

O Instituto Update revelou um mapeamento de 207 projetos que promovem a representatividade política de mulheres, negros, indígenas e LGBTQIA+ na América Latina, com destaque para a ausência de vínculos partidários. A pesquisa, realizada em parceria com a Better Politics Foundation, abrangeu cinco países e mostrou que 87% das iniciativas têm mulheres em suas lideranças. Tânia Ramírez, do Instituto Update, questiona a capacidade dos partidos políticos em representar a diversidade da sociedade, evidenciando a força da sociedade civil na renovação política.

Homens têm maior mortalidade precoce, enquanto mulheres vivem mais, mas enfrentam doenças crônicas e sofrimento mental, segundo estudo da The Lancet Public Health. A pesquisa destaca desigualdades de gênero na saúde.

O Brasil se prepara para a TV 3.0 em 2025, integrando sinal tradicional e internet. Conversores de R$ 400, com adaptação gratuita para famílias de baixa renda, prometem inclusão digital e interatividade.

O Senado aprovou a "Lei Joca", que regulamenta o transporte aéreo de animais, responsabilizando companhias aéreas por danos e permitindo transporte na cabine ou bagagens. A proposta visa melhorar a segurança após a morte de um golden retriever.

A taxa de desemprego no Brasil atingiu 7% no primeiro trimestre de 2024, revelando desigualdades acentuadas entre mulheres, jovens e grupos raciais, com destaque para 26,4% entre adolescentes. Os dados da PNAD e IBGE mostram que as mulheres enfrentam uma taxa de 8,7%, enquanto a de homens é de 5,7%. A situação é crítica para os jovens, especialmente os de 14 a 17 anos, e os grupos raciais mais afetados são pretos e pardos.