Seis estados da Amazônia Legal estão entre os dez com mais casos de violência sexual contra crianças e adolescentes em 2023, com Rondônia liderando. O Unicef aponta um aumento alarmante de 26,4% nos casos de estupro na região.

Seis dos dez estados com os maiores índices de violência sexual contra crianças e adolescentes em 2023 estão localizados na Amazônia Legal. Rondônia ocupa a primeira posição na região, com uma taxa alarmante de 234,2 registros para cada 100 mil jovens de até dezenove anos. Os dados foram divulgados em um estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, revelando que, entre 2021 e 2023, mais de 38 mil casos de estupro foram registrados na Amazônia Legal, com a maioria das vítimas sendo negras ou pardas.
Embora a maior taxa de violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil em 2023 tenha sido registrada em Mato Grosso do Sul, seis estados da Amazônia Legal figuram entre os dez com os índices mais altos. Além de Rondônia, estão Roraima, Mato Grosso, Pará, Tocantins e Acre. Os dados foram coletados pelas Secretarias de Segurança Pública e abrangem a faixa etária de zero a dezenove anos.
Na Amazônia Legal, as meninas de dez a quatorze anos que residem em áreas rurais são as principais vítimas de estupro. Quando analisado por raça, as crianças e adolescentes negras representam impressionantes 81% das vítimas. Este cenário contrasta com o restante do Brasil, onde a maior incidência de violência sexual ocorre entre meninos e meninas brancos.
Além disso, jovens de quinze a dezenove anos que vivem em áreas urbanas da Amazônia Legal enfrentam uma vulnerabilidade 27% maior à violência letal em comparação com adolescentes de outras regiões do país. As ações policiais contribuíram para 16,9% das mortes violentas de crianças e adolescentes na região, e, sem o uso de força letal, esse número poderia ser reduzido em um terço.
Entre 2021 e 2022, os casos de estupro e estupro de vulnerável na Amazônia Legal aumentaram 26,4%, superando o crescimento nacional de 12,5%. No ano seguinte, a taxa de violência sexual na região foi de 141,3 casos por 100 mil, 21,4% acima da média nacional de 116,4 casos por 100 mil. Rondônia, com um índice duas vezes maior que a média nacional, destaca-se ainda mais, com a capital, Porto Velho, apresentando a maior taxa entre as capitais da Amazônia Legal.
Diante desse cenário alarmante, o Unicef e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública recomendam ações específicas para combater a violência contra crianças na Amazônia Legal. Essas medidas incluem o enfrentamento do racismo estrutural, a revisão das normas de gênero e o controle do uso da força pelas polícias, que apresentam altos índices de letalidade na região. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem proteger e promover os direitos das crianças e adolescentes vulneráveis.

O projeto Ecoar, que apoia professores de esportes em áreas vulneráveis do Rio de Janeiro, expandirá para 74 núcleos em 18 cidades, beneficiando quase 9 mil alunos até 2025. A iniciativa, idealizada pelo deputado federal Hugo Leal, promove saúde e cidadania por meio de aulas gratuitas, com foco em artes marciais. O embaixador Dudu Dantas destaca a transformação que projetos sociais podem proporcionar na vida de jovens.
Niterói se destaca como a terceira melhor cidade em saneamento no Brasil, enquanto São Gonçalo e outras três cidades fluminenses figuram entre as piores. Campos dos Goytacazes teve a maior melhora, subindo 22 posições.

Com o Dia dos Namorados se aproximando, dados alarmantes revelam que 37,5% das mulheres brasileiras sofreram agressões de parceiros, com um aumento de 358% na violência digital em 2023. Especialistas alertam para a necessidade de educação e prevenção.

A Companhia Mungunzá teve o prazo de desocupação do Teatro de Contêiner prorrogado em 60 dias pela gestão Ricardo Nunes, que também ofereceu um novo terreno e R$ 2,5 milhões em apoio. Após protestos e apoio de artistas, a prefeitura busca revitalizar a área com um projeto habitacional, enquanto a companhia se prepara para a mudança.

Lady Gaga se apresentará gratuitamente em Copacabana em cinco dias, celebrando sua conexão com os fãs, os "Little Monsters", e seu trabalho com a Fundação Born This Way, que apoia saúde mental e a comunidade LGBTQIAPN+.

A Aneel aprovou mudanças na tarifa social de energia elétrica, que começam em julho, oferecendo desconto integral para consumo de até 80 kWh/mês e novos benefícios para famílias com renda de até um salário mínimo.