Anitta enfrenta críticas após participar de ritual indígena na aldeia Kuikuro, onde a ativista Ysani Kalapalo a acusou de desrespeito e autopromoção. A cantora defendeu sua presença, destacando a importância dos povos indígenas.

A visita da cantora Anitta à aldeia Kuikuro, localizada no Parque Indígena do Xingu, em Mato Grosso, para gravar um especial do programa Domingão com Huck, gerou polêmica nas redes sociais. Durante a cerimônia fúnebre conhecida como Quarup, a artista foi criticada pela ativista indígena Ysani Kalapalo, que a acusou de desrespeitar as tradições locais. Kalapalo afirmou que Anitta não seguiu as normas esperadas para a dança ritual, como a pintura corporal e a vestimenta adequada.
Ysani, que possui mais de 120 mil seguidores nas redes sociais e 800 mil inscritos no YouTube, também questionou a autenticidade do apoio de Anitta à causa indígena. Em um vídeo, ela declarou: "Sabemos muito bem que a Anitta não colabora praticamente nada com o progresso dos povos indígenas. A fala dela é só lacração. Quem defende realmente a natureza são os indígenas." A ativista criticou ainda as contradições nas ideologias da cantora, que, segundo ela, vive uma vida de luxo enquanto defende causas sociais.
Em resposta às críticas, Anitta utilizou suas redes sociais para esclarecer que sua participação no evento foi a convite de lideranças indígenas e organizações que atuam na defesa dos direitos dos povos originários. A artista destacou a importância do Quarup, que celebra a memória dos que já partiram, e mencionou a honra de conhecer o Cacique Raoni, um ícone na luta pela preservação da floresta e dos territórios indígenas.
A cantora enfatizou o papel histórico dos povos indígenas na proteção das florestas brasileiras, ressaltando a necessidade de apoio a essas comunidades como guardiãs da natureza. Anitta, que é conhecida por seu engajamento em causas sociais, busca trazer visibilidade para a luta indígena, embora suas ações tenham gerado divisões de opinião entre ativistas e admiradores.
A controvérsia em torno da visita de Anitta à aldeia Kuikuro reflete um debate mais amplo sobre a apropriação cultural e o papel de celebridades em causas sociais. A crítica de Ysani Kalapalo destaca a necessidade de um envolvimento mais profundo e respeitoso com as tradições e realidades dos povos indígenas, além de um compromisso genuíno com suas lutas.
Neste contexto, é fundamental que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que promovam a valorização e a proteção dos direitos indígenas. Projetos que visam fortalecer a voz e a autonomia das comunidades originárias podem fazer uma diferença significativa na preservação de suas culturas e na luta por justiça social.

A personagem Lucimar, de "Vale Tudo", gerou um aumento expressivo de acessos ao aplicativo da Defensoria Pública, com 270 mil mulheres buscando informações sobre pensão alimentícia. Ingrid Gaigher, a atriz, se emocionou com o impacto social da trama.

Nicole Kidman reafirmou seu compromisso com a igualdade de gênero no cinema durante o jantar Women in Motion em Cannes, onde anunciou ter trabalhado com 27 diretoras nos últimos oito anos. A diretora brasileira Marianna Brennand foi premiada como talento emergente, destacando a necessidade de mais representatividade feminina, já que apenas 13,6% dos filmes de sucesso têm mulheres na direção.

A nova temporada de "Cidade de Deus: A Luta Não Para" traz novos conflitos e personagens, como Berenice, que busca unir a comunidade contra o tráfico. A série estreia na HBO Max ainda este ano.

Quatrocentos trabalhadores atuam na construção do Ramal do Salgado, com 10% de progresso. A obra, parte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, beneficiará 5 milhões de pessoas no Ceará.

Edital de licitação para a retomada da obra do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU-UFJF) foi publicado, com investimento de R$ 234 milhões e conclusão prevista em 36 meses. A reitora da UFJF, Girlene Alves, e o superintendente do HU, Dimas Araújo, destacaram a importância do novo hospital para o Sistema Único de Saúde (SUS), que contará com 377 leitos e serviços ampliados.

Após sete anos do incêndio que devastou o Museu Nacional, a instituição reabre parcialmente com a mostra "Entre Gigantes", destacando o meteorito Bendegó e captando R$ 169,6 milhões para a recuperação total. A reabertura foi marcada por um evento com a presença de Andrea Costa, Roberto Medronho e Camilo Santana, que enfatizaram a importância do museu como espaço educacional e cultural. A visitação inclui três salões restaurados, com destaque para a Sala das Vigas, que preservará marcas do incêndio como testemunho histórico.