Cinco plataformas brasileiras oferecem cursos gratuitos e certificados, promovendo a democratização da educação e a qualificação profissional em diversas áreas. Essa iniciativa, impulsionada pela digitalização, amplia o acesso ao conhecimento.

O acesso à educação de qualidade no Brasil se tornou mais democrático, especialmente com a digitalização acelerada pela pandemia. Atualmente, diversas plataformas oferecem cursos gratuitos e certificados, permitindo que qualquer pessoa busque qualificação profissional sem custos. As opções abrangem áreas como empreendedorismo e tecnologia da informação, possibilitando que os alunos aprendam no seu próprio ritmo.
Entre as plataformas destacadas, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) oferece mais de 250 cursos online gratuitos focados no desenvolvimento de empreendedores. Os temas incluem gestão financeira, marketing digital e inovação, com certificado digital gratuito ao final. A plataforma é intuitiva e permite que o aluno estude conforme sua disponibilidade.
A Fundação Bradesco, por meio da Escola Virtual, disponibiliza cursos em áreas como Administração e Tecnologia. Os cursos são autoinstrucionais, permitindo que os alunos estudem conforme sua rotina. Ao final, também é possível obter um certificado de conclusão gratuito. A Kultivi, uma edtech brasileira, oferece cursos em idiomas e preparação para exames como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e concursos públicos, com a mesma proposta de certificados gratuitos.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) disponibiliza cursos voltados para áreas técnicas e industriais, como tecnologia da informação e segurança do trabalho. Esses cursos são reconhecidos pelo mercado e também oferecem certificados gratuitos. Por fim, a Escola Virtual do Governo (EV.G) é uma iniciativa do governo federal que oferece cursos para capacitação de servidores e interessados em concursos públicos, com temas relevantes para a gestão pública.
Essas plataformas não apenas abrem portas no mercado de trabalho, mas também ajudam a construir uma rotina de estudos disciplinada. Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que 83% das empresas valorizam candidatos com cursos livres no currículo, especialmente quando são de instituições reconhecidas. Isso demonstra que, mesmo sem uma graduação formal, é possível fortalecer o perfil profissional com formações acessíveis.
Com tantas opções disponíveis, é fundamental que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que promovam a educação e a qualificação profissional. Projetos que visam facilitar o acesso a essas plataformas podem fazer a diferença na vida de muitos, permitindo que mais pessoas se qualifiquem e se destaquem no mercado de trabalho.

Inscrições abertas para o Avanti Bootcamp 2025.2, com sete cursos gratuitos em tecnologia. O Instituto Atlântico, em parceria com a Softex e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, oferece 424 vagas até 4 de maio. Cursos online, com foco em áreas de alta demanda, começam em junho e incluem Ciência de Dados, Machine Learning e mais. Estudantes e profissionais em início de carreira podem se inscrever.

A UnDF lança a 2ª edição dos Programas Institucionais de Iniciação Científica e de Desenvolvimento Tecnológico, com 60 bolsas de R$ 700 por 12 meses. Inscrições de 28 de abril a 12 de maio.

António Nóvoa, presidente da Comissão Internacional da Unesco, critica a superficialidade do debate sobre IA na educação e defende mudanças estruturais nas escolas para enfrentar desafios contemporâneos.

A Comissão de Educação e Cultura do Senado votará a criação da Carteira Nacional Docente. O projeto, de Camilo Santana, visa identificar professores e facilitar o acesso a benefícios.

Queda de 51% em estudantes de Engenharia Civil no Brasil desde 2015 gera preocupação. O aumento da educação a distância não atrai jovens para essa área, resultando em evasão alta e baixa qualidade nos cursos.

O Dia do Livro Infantil, em 2 de abril, celebra Hans Christian Andersen e destaca a importância da leitura, especialmente com a queda de leitores entre crianças de 5 a 10 anos.