Atrizes como Miá Mello e Claudia Raia estão desmistificando a menopausa ao compartilhar suas experiências em peças de teatro e publicações, promovendo um diálogo aberto sobre o tema. O tabu em torno da menopausa é abordado com humor e informação, incentivando mulheres a buscarem tratamento e apoio.

A menopausa, frequentemente cercada de tabus, está ganhando visibilidade através de iniciativas de celebridades brasileiras. Atrizes como Miá Mello e Claudia Raia têm utilizado suas plataformas para discutir abertamente essa fase da vida, transformando experiências pessoais em arte. Miá Mello, aos 44 anos, inicialmente confundiu os sintomas da menopausa com jet lag, enquanto Claudia Raia, aos 58 anos, levou tempo para entender suas próprias mudanças. Ambas decidiram compartilhar suas vivências, contribuindo para a desmistificação do tema.
Claudia Raia apresenta a peça "Cenas da Menopausa", onde, junto ao marido, interage com o público, que inclui cerca de 40% de homens. Em uma das apresentações, um espectador se levantou para pedir desculpas à sua parceira por não ter compreendido os desafios que ela enfrentava. Essa interação destaca a importância do diálogo sobre a menopausa, um assunto que, segundo especialistas, é frequentemente invisibilizado devido à sua associação com a perda da juventude e da beleza.
Além das peças teatrais, outras iniciativas estão surgindo. A comunicadora Maria Cândida, aos 53 anos, lançou o livro "Menopausa como Jornada", enquanto a atriz Fernanda Lima, aos 48 anos, criou o podcast "Zen Vergonha". Claudia Raia, que já havia falado sobre o tema nas redes sociais, enfatiza que, como figuras públicas, é essencial compartilhar suas experiências para ajudar outras mulheres a se sentirem menos sozinhas.
Dados do Estudo Brasileiro de Menopausa, de 2022, indicam que a idade média em que as mulheres chegam ao fim da fase reprodutiva é de 48 anos. No Brasil, há cerca de 33 milhões de mulheres nessa faixa etária ou mais. A ginecologista Fabiane Berta ressalta que todas as mulheres, independentemente de sintomas, passarão pela menopausa, e a informação é crucial para que busquem tratamento adequado.
O trabalho de atrizes como Claudia Raia e Miá Mello é fundamental para criar um senso de pertencimento entre as mulheres, que muitas vezes se sentem isoladas. A terapia de reposição hormonal é uma das opções para aliviar sintomas como ondas de calor e insônia, mas não é indicada para todas. A conscientização sobre a menopausa pode levar a um aumento na busca por informações e tratamentos, promovendo um envelhecimento saudável.
Iniciativas culturais e informativas sobre a menopausa são essenciais para quebrar estigmas e promover o bem-estar das mulheres. A união em torno desse tema pode gerar um impacto significativo na sociedade, ajudando a criar um ambiente mais acolhedor e informativo para todas as mulheres que enfrentam essa fase da vida.

A Universidade de São Paulo (USP) será o primeiro polo da Reagent Collaboration Network (Reclone) no Brasil, focando na produção e distribuição gratuita de biomateriais. A iniciativa, que já atua em mais de 50 países, visa democratizar o acesso a reagentes essenciais para a pesquisa biológica, reduzindo custos e promovendo inovação. O projeto, liderado pela professora Andrea Balan e pelo professor Marko Hyvönen, também incluirá treinamentos para capacitar pesquisadores na produção de enzimas.

A Fundação Bradesco oferece 18 mil vagas em cursos gratuitos de curta duração, com mais de 85 opções de formação profissional em diversas áreas. As inscrições estão abertas em todo o Brasil. Os cursos, com carga horária de 30 a 100 horas, são presenciais e visam atender às demandas do mercado regional. A iniciativa busca capacitar jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social, promovendo inclusão e melhoria na qualidade de vida.

Médicos do Nordeste se destacam em avaliação nacional, com nove dos dez melhores classificados, e receberão incentivos de até R$ 1.400,00 por desempenho no Sistema Único de Saúde (SUS). A avaliação da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) abrangeu 423 profissionais, com 84,4% obtendo notas satisfatórias.

O GSH Banco de Sangue de Brasília enfrenta uma crise, com estoques 75% abaixo do ideal, e faz um apelo urgente por doações, especialmente de sangue tipo O negativo, antes e após as férias. A queda nas doações é atribuída ao período de férias e ao aumento de doenças respiratórias. A entidade destaca que um simples gesto pode salvar vidas e pede que pessoas saudáveis compareçam para doar. O atendimento ocorre de segunda a sábado, e a doação é rápida e segura.

Uma revisão publicada no British Journal of Sports Medicine confirma que exercícios físicos são eficazes na redução de efeitos colaterais do tratamento do câncer e na melhoria da qualidade de vida. Pesquisadores do Hospital Shengjing, na China, analisaram dados de oitenta estudos, revelando que a atividade física diminui complicações como cardiotoxicidade e melhora o bem-estar psicológico. Além disso, a prática regular pode reduzir o risco de câncer metastático em até setenta e dois por cento, conforme evidenciado por estudos de instituições renomadas. A adesão a diretrizes de atividade física pode resultar em economias significativas para o Sistema Único de Saúde (SUS) no futuro.

Uma pesquisa da revista Science revelou que a ancestralidade brasileira é composta por 60% de genes europeus, 27% africanos e 13% indígenas, evidenciando o impacto do racismo nas condições de vida de negros e indígenas. O estudo, parte do projeto DNA do Brasil, destaca a desigualdade racial e a necessidade de ações afirmativas para combater o racismo estrutural que afeta milhões de brasileiros.