Ingrid Gaigher, em sua segunda novela, "Vale Tudo", impacta a sociedade ao retratar a luta por pensão alimentícia, resultando em 270 mil acessos ao aplicativo da Defensoria Pública em uma hora. A atriz expressou sua emoção com a repercussão e destacou a relevância das questões sociais abordadas na trama, como a maternidade solo e o papel da mulher na sociedade contemporânea.

Ingrid Gaigher, atriz em ascensão, está conquistando destaque na novela Vale Tudo, onde interpreta a faxineira Lucimar. Sua atuação gerou um impacto significativo na sociedade, especialmente após uma cena em que sua personagem solicita pensão alimentícia para o filho. A Defensoria Pública registrou um aumento expressivo de acessos ao seu aplicativo, com 270 mil acessos em uma hora, evidenciando a relevância da trama.
A Defensoria informou que houve 4,5 mil acessos por minuto ao aplicativo, com muitas usuárias buscando informações sobre direitos relacionados à pensão alimentícia. Em entrevista ao Correio Braziliense, Gaigher expressou sua emoção ao receber a notícia, ressaltando o poder da novela no Brasil e a gratificação de fazer parte de um projeto com tal alcance.
A atriz dedicou-se intensamente à construção de sua personagem, realizando pesquisas com diaristas e mães solo, além de assistir a palestras e estudar sobre pensão alimentícia. “Queria entender onde está a dor, mas também onde está a força e a criatividade dessas mulheres que fazem de tudo pelos filhos”, afirmou Gaigher.
Embora tenha se aprofundado na pesquisa, a atriz optou por não assistir à versão original de Vale Tudo, que foi ao ar em 1988. Essa decisão visou garantir que sua interpretação de Lucimar fosse única e pessoal, evitando imitações da atuação de Maria Gladys, que interpretou a personagem na primeira versão. Gaigher trabalhou com o diretor Paulo Silvestrini e a preparadora Cris Moura para criar um retrato autêntico.
O remake de Vale Tudo traz atualizações que refletem questões contemporâneas, como a maternidade solo e o aumento de famílias monoparentais. A trama também aborda temas relevantes, como sexualidade, influência nas redes sociais e o papel da mulher na sociedade, mostrando um Brasil diferente após 37 anos.
Com o roteiro assinado por Manuela Dias e direção de Cristiano Marques, a novela se destaca por sua capacidade de gerar discussões importantes. Em situações como essa, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que ajudem as mulheres a reivindicar seus direitos e a fortalecer suas vozes.

O Pará se destaca no rap brasileiro com a final da Copa Paraense de Rimas, marcada para 23 de agosto, reunindo 16 MCs e shows de artistas renomados, como Big Bllakk. O evento celebra a diversidade e a resistência cultural da Amazônia.

A Biblioteca Nacional da República inaugurou a exposição “Cores do Sentir”, com mais de 70 obras de jovens da rede de atenção psicossocial, destacando a arte como ferramenta de tratamento e pertencimento. A mostra, parte da Semana da Luta Antimanicomial, envolveu 60 participantes e enfatiza a importância do apoio à saúde mental infantojuvenil.

Operação de desobstrução no Setor de Inflamáveis foi suspensa pela Justiça após pedido da Defensoria Pública, que exige alternativas de abrigo seguro para as famílias afetadas. A área é considerada de alto risco.

Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional visita São Paulo de Olivença (AM) para mapear áreas afetadas por erosões e apoiar a reconstrução, utilizando tecnologia e capacitação local. A ação, em parceria com as defesas civis estadual e municipal, visa garantir recursos federais e prevenir novos desastres. Moradores, como Zilda, esperam por soluções rápidas e seguras.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) processou a BYD e duas empreiteiras por trabalho escravo, reivindicando R$ 257 milhões em indenizações e multas. A ação surge após a descoberta de 220 trabalhadores chineses em condições degradantes.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que implementa a monitoração eletrônica de agressores sob medidas protetivas, visando aumentar a segurança das vítimas de violência doméstica. A nova norma, publicada no Diário Oficial da União, permite que juízes determinem o uso de tornozeleiras eletrônicas e dispositivos de alerta para as vítimas. Além disso, a legislação também aumenta as penas para violência psicológica que utilize tecnologia. Essa mudança representa um avanço significativo na proteção das mulheres no Brasil.