O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) realizará uma audiência pública em 26 de agosto para discutir políticas voltadas à população em situação de rua. O evento, promovido pela Procuradoria-Geral de Justiça e pelo Núcleo de Enfrentamento à Discriminação, busca garantir transparência e fomentar o diálogo entre a sociedade civil e o governo. A programação inclui a apresentação de estudos técnicos e ações governamentais, além de espaço para manifestações da comunidade. A ata será disponibilizada no portal do MPDFT em até 60 dias.

A política distrital voltada à população em situação de rua será discutida em uma audiência pública convocada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) no dia 26 de agosto. O evento ocorrerá das 13h30 às 18h30, no auditório da sede do MPDFT. O principal objetivo é garantir transparência, aumentar a participação social e aprimorar as políticas públicas para esse grupo vulnerável.
A audiência, convocada pela Procuradoria-Geral de Justiça e pelo Núcleo de Enfrentamento à Discriminação (NED/MPDFT), contará com a presença do procurador-geral de justiça, Georges Seigneur, e da promotora de justiça Polyanna Silvares, coordenadora do NED. A programação inclui a apresentação de estudos técnicos sobre o monitoramento da política pública e ações já realizadas por secretarias e órgãos do Governo do Distrito Federal.
Os gestores das instituições públicas que compõem a mesa diretora também apresentarão as ações previstas no plano de ação. Além disso, haverá dois blocos destinados a manifestações da comunidade e debates com os representantes do governo. Os participantes poderão se manifestar oralmente, com tempo de até três minutos, ou por escrito, conforme a ordem de inscrição.
A ata da audiência e os documentos recebidos serão disponibilizados no portal do MPDFT em até sessenta dias após o evento. Essa iniciativa é fundamentada no Decreto Distrital nº 33.779/2012, na Lei Distrital nº 6.691/2020 e no Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, demonstrando um compromisso com a melhoria das condições de vida dessa população.
É fundamental que a sociedade civil participe ativamente desse processo, apresentando suas demandas e contribuindo para a construção de soluções efetivas. O diálogo entre a população e as instituições é essencial para o desenvolvimento de políticas públicas que atendam às necessidades reais dos cidadãos em situação de vulnerabilidade.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a melhores condições de vida e dignidade. Projetos que visem apoiar essa população devem ser estimulados pela sociedade civil, promovendo um ambiente mais justo e solidário.

Jessica Tauane compartilha sua vivência com hidradenite supurativa (HS), doença que afeta 0,41% da população brasileira. O dermatologista João Vitor Perez destaca a importância do diagnóstico precoce e opções de tratamento.

A Geração Z exige que as empresas priorizem a saúde mental como uma necessidade essencial, não um benefício. Organizações estão implementando práticas que promovem bem-estar e retenção de talentos.

Roque Boa Morte apresenta a exposição "Bembé, a festa dos olhos do rei", celebrando a cultura afro-brasileira e suas tradições, resultado de sua pesquisa de mestrado na UFBA. A mostra, com 38 fotos, integra o Bembé do Mercado, destacando a ancestralidade e resistência cultural.

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, estabeleceu um prazo de 60 dias para que o Ministério dos Povos Indígenas prepare o povo Cinta Larga para uma escuta sobre mineração em suas terras. Essa é a primeira vez que povos indígenas serão ouvidos diretamente em seu território durante um processo do STF, abordando a autorização de atividades mineradoras em áreas ao redor e dentro de suas terras, com foco no respeito ambiental e no bem-estar da comunidade.

Donald Trump impôs uma tarifa de 50% sobre o açaí brasileiro, tornando o fruto um artigo de luxo nos EUA e ameaçando 300 mil empregos no Pará, maior produtor e exportador do Brasil. A medida pode agravar desigualdades sociais e comprometer a sustentabilidade econômica das comunidades amazônicas.

Rodrigo, adotado por Orlete Mafessoni aos cinco anos, salvou a vida do pai ao doar um rim após anos de problemas renais. A doação representa a gratidão por um amor incondicional.