Duas engenheiras da Universidade de Delft criaram o Lilium, um espéculo vaginal inovador e menos doloroso, arrecadando € 100 mil em financiamento coletivo para avançar em testes e certificações.

O espéculo vaginal, frequentemente associado a dor e desconforto, é um instrumento essencial em exames ginecológicos. Para transformar essa experiência, duas engenheiras da Universidade de Delft, nos Países Baixos, desenvolveram o protótipo Lilium, uma alternativa menos intimidante e dolorosa. Tamara Hoveling, uma das pesquisadoras, compartilhou sua experiência negativa com o espéculo, questionando sua forma e funcionalidade. Essa insatisfação a motivou a buscar uma solução inovadora.
A pesquisa de Hoveling revelou a história obscura do espéculo, que remonta a testes realizados em mulheres escravizadas pelo médico americano James Marion Sims. Essa descoberta impulsionou ainda mais a engenheira a criar um dispositivo que priorizasse o conforto das pacientes. Juntamente com Izcara Gual, sua colega de mestrado, Hoveling buscou um design que fosse mais acolhedor e menos assustador.
O modelo tradicional, conhecido como espéculo de Cusco, é um dispositivo metálico que causa desconforto durante a inserção. Hoveling explicou que a ansiedade pode levar à contração dos músculos, aumentando a dor. Para contornar esse problema, as engenheiras desenharam o Lilium, que se assemelha a um tampão e utiliza plástico macio, proporcionando uma experiência mais familiar e confortável.
O protótipo Lilium se abre em três lados, permitindo melhor visibilidade durante os exames, ao mesmo tempo em que respeita a anatomia feminina. Apesar de seu potencial, o projeto ainda requer testes de ergonomia e certificações de segurança antes de ser comercializado. Para financiar essas etapas, as pesquisadoras lançaram uma campanha de arrecadação que rapidamente atraiu a atenção da mídia, arrecadando € 100 mil em apenas dois dias.
Hoveling destacou que o sucesso da campanha é um sinal claro de que muitas mulheres desejam mudanças significativas na experiência ginecológica. Ela recebeu mensagens de mulheres que evitam consultas médicas devido ao medo e experiências traumáticas associadas ao espéculo tradicional. A detecção precoce do câncer do colo do útero, que pode ser feito por meio de exames que utilizam o espéculo, é crucial para salvar vidas.
Com o financiamento obtido, o Lilium tem o potencial de revolucionar os exames ginecológicos e melhorar a saúde das mulheres. Projetos como esse devem ser apoiados pela sociedade civil, pois podem transformar a experiência de muitas mulheres e incentivar a realização de exames preventivos essenciais.

O programa Agora Tem Especialistas visa expandir atendimentos no SUS com parcerias da rede privada, disponibilizando R$ 2 bilhões anuais para reduzir filas de espera e aumentar cirurgias em regiões remotas.

Luiz Gustavo, que comoveu o Brasil aos 8 anos ao doar um ovo para um abrigo de idosos, agora com 13, continua a praticar a solidariedade e ajuda um ciclista em sua jornada. A família ainda busca concluir a reforma da casa adquirida com a ajuda recebida após a viralização da história. O abrigo, que se expandiu, agora atende 40 idosos e está construindo um novo prédio para mais 40.

Pesquisadores da USP descobriram que a toxina do escorpião Brotheas amazonicus, chamada BamazScplp1, tem potencial para tratar câncer de mama, mostrando eficácia semelhante ao paclitaxel. A descoberta abre novas possibilidades terapêuticas, embora a toxina também afete células saudáveis. A equipe busca formas de torná-la mais seletiva e menos tóxica.

Mural de David Wojnarowicz, criado em 1985, foi descoberto em 2023, mas agora está novamente coberto por drywall, levantando preocupações sobre sua preservação e acesso à arte socialmente engajada.

Em 2023, 47,3% dos municípios brasileiros apresentaram desenvolvimento socioeconômico baixo ou crítico, afetando 57 milhões de pessoas, segundo o IFDM da Firjan. A desigualdade regional persiste, especialmente no Norte e Nordeste.

A Sabesp, após privatização em julho de 2024, investiu R$ 10,6 bilhões e ampliou o tratamento de esgoto para 524 mil residências, beneficiando 1,4 milhão de pessoas. O programa Tarifa Social Paulista ajudará 748 mil famílias.