O Ministério da Saúde promoveu um webinário sobre os desafios da paternidade entre homens negros, destacando a interseccionalidade entre saúde, educação e proteção social. O evento, realizado no Dia Nacional da Paternidade Responsável, visa fortalecer o debate sobre a paternidade negra e suas especificidades, abordando a resistência diante do racismo estrutural.
Hoje, 14 de agosto, o Ministério da Saúde promoveu um webinário intitulado “Homens negros: desafios estruturais para o exercício da paternidade”, em celebração ao Dia Nacional da Paternidade Responsável, conforme a Lei nº 14.623/2023. O evento, transmitido ao vivo pelo canal do DataSUS no YouTube, visa discutir a importância do envolvimento masculino na criação dos filhos, com foco nas especificidades da paternidade negra.
A iniciativa se alinha à Estratégia Primeira Infância Antirracista (PIA), que busca garantir o desenvolvimento equitativo das crianças negras, abordando a interseccionalidade entre saúde, educação e proteção social. O webinário também destaca a necessidade de enfrentar o racismo estrutural que impacta a paternidade, refletindo em desigualdade econômica e violência.
Dados do Primeiro Relatório sobre as Paternidades Negras no Brasil, de 2021, revelam que a paternidade de homens negros é afetada por desafios significativos. Apesar das dificuldades, muitos pais negros estabelecem vínculos afetivos fortes com seus filhos, transformando a paternidade em um ato de resistência. Além disso, a pesquisa indica que oitenta por cento dos homens participam das consultas de pré-natal, mas em mais da metade dos casos, o atendimento é direcionado apenas à gestante.
Esse cenário ressalta a importância de iniciativas como o Pré-natal do Parceiro, que visa integrar os homens aos serviços de saúde e promover práticas de cuidado integral. A Estratégia Primeira Infância Antirracista enfatiza que os primeiros seis anos de vida são cruciais para o desenvolvimento das crianças, e que o racismo estrutural pode prejudicar não apenas a saúde, mas também o vínculo familiar.
O encontro teve como objetivos discutir estratégias para incentivar a paternidade, especialmente entre homens negros, e disseminar iniciativas que promovam ambientes seguros e práticas parentais positivas. O Ministério da Saúde reafirma que enfrentar o racismo é um compromisso coletivo que requer ações concretas em diversas áreas.
Projetos que visam apoiar a paternidade responsável e combater o racismo estrutural são essenciais para a construção de uma sociedade mais justa. A união da sociedade civil pode ser um fator determinante para fortalecer essas iniciativas e garantir que todos os pais, independentemente de sua origem, tenham as condições necessárias para exercer sua paternidade de forma plena e responsável.
A rua dos Protestantes, em São Paulo, apresenta um cenário inédito com a ausência de dependentes químicos, resultado de ações da Guarda Civil Metropolitana e agentes de saúde. O prefeito Ricardo Nunes destaca a importância da assistência social e segurança na redução de usuários, embora reconheça que o problema persiste. Comerciantes locais notam melhorias na segurança e limpeza, enquanto a Secretaria da Segurança Pública atribui a queda a operações contra o tráfico e prisões de líderes criminosos.
A quarta edição do Congresso Internacional de Cardiologia da Rede D'Or, com mais de 7 mil inscritos, discute o aumento de infartos em jovens, destacando sedentarismo e má alimentação como principais fatores de risco. O evento, que ocorre até sábado, reúne mais de 170 especialistas para abordar os avanços no tratamento das doenças cardiovasculares, que causam 400 mil mortes anuais no Brasil.
Famílias lançam o Movimento Desconecta, propondo adiar a entrega de smartphones até os 14 anos e o acesso às redes sociais até os 16, visando proteger a saúde mental de crianças e adolescentes. A iniciativa busca unir pais em um compromisso coletivo, fundamentada em pesquisas que alertam sobre os riscos do uso precoce dessas tecnologias.
O Festival Latinidades, em Brasília, celebrou 18 anos homenageando Lélia Gonzalez com tributos e performances de artistas como Luedji Luna e Larissa Luz, destacando a pluralidade da música negra. O evento reuniu mais de 10 mil pessoas e promoveu novas artistas, como a vencedora Bione, que recebeu R$ 10 mil e uma vaga para 2026.
Cazuza, ícone do rock brasileiro, faleceu há 35 anos, em 7 de outubro de 1990, devido a complicações da aids, sendo um dos primeiros artistas a assumir publicamente sua condição. Sua luta ajudou a desestigmatizar a doença na década de 1980.
Rodrigo, adotado por Orlete Mafessoni aos cinco anos, salvou a vida do pai ao doar um rim após anos de problemas renais. A doação representa a gratidão por um amor incondicional.