A Câmara dos Deputados aprovou a criação do Dia Marielle Franco, a ser celebrado em 14 de março, em homenagem à vereadora assassinada em 2018 e aos defensores de direitos humanos. A proposta, de autoria do ex-deputado David Miranda e outros do PSOL, agora segue para o Senado. A relatora, deputada Benedita da Silva, destacou que a data fortalecerá a democracia e promoverá a proteção desses indivíduos, com ações voltadas à valorização de grupos marginalizados.

A Câmara dos Deputados aprovou, na última segunda-feira, a proposta que institui o Dia Marielle Franco, a ser celebrado em 14 de março. Essa data marca o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro e de seu motorista, Anderson Gomes, em 2018. O projeto, de autoria do ex-deputado David Miranda e outros membros do PSOL, agora segue para votação no Senado.
A relatora da proposta, deputada Benedita da Silva (PT-RJ), destacou que o reconhecimento do papel dos defensores de direitos humanos é fundamental para fortalecer a democracia no Brasil. Ela afirmou que a data não apenas homenageia Marielle e outras vítimas, mas também promove a conscientização sobre a importância da proteção desses indivíduos.
O projeto inclui emendas que permitem a entidades públicas e privadas realizar ações voltadas à valorização e proteção dos defensores de direitos humanos. Entre as iniciativas propostas estão a promoção de debates públicos e o incentivo à participação de grupos historicamente marginalizados, como mulheres, pessoas negras e povos indígenas.
Benedita da Silva ressaltou que a criação de um dia dedicado a Marielle Franco é um passo importante para a memória e a luta contínua pelos direitos humanos no Brasil. A data servirá como um lembrete da necessidade de garantir a integridade física, psicológica e política dos defensores.
O assassinato de Marielle Franco gerou uma onda de mobilização em defesa dos direitos humanos, e a aprovação dessa proposta reflete a demanda por justiça e reconhecimento. A data de 14 de março se tornará um símbolo da luta por igualdade e respeito aos direitos fundamentais.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, que pode se unir para promover ações que valorizem e protejam os defensores de direitos humanos. A mobilização em torno dessa causa é essencial para garantir que vozes como a de Marielle continuem a ser ouvidas e respeitadas.
Neste sábado (14), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Waldez Góes apresentarão a ferramenta Defesa Civil Alerta (DCA) em Alagoas, antes da operação no Nordeste em junho. O DCA emitirá alertas via celular, alcançando 36 municípios.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou um financiamento de US$ 500 milhões para os Fundos de Desenvolvimento da Amazônia, Centro-Oeste e Nordeste, totalizando US$ 1,833 bilhão até 2030. Essa iniciativa, proposta pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), visa revitalizar projetos que estavam paralisados há quase duas décadas, promovendo desenvolvimento sustentável e melhorias na infraestrutura regional.

A proposta de emenda constitucional que limita a jornada de trabalho a 36 horas semanais pode beneficiar 37% dos trabalhadores formais, segundo estudo do IE-Unicamp. A resistência do setor produtivo se baseia em preocupações sobre custos e produtividade.

O Defesa Civil Alerta (DCA) já foi utilizado 425 vezes em um ano, salvando vidas em Petrópolis durante chuvas intensas. A iniciativa do Governo Federal moderniza a comunicação de riscos em todo o Brasil.

Uma nova lei sancionada pelo presidente Lula garante acompanhamento nutricional a pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida visa melhorar a saúde e a qualidade de vida de aproximadamente 2 milhões de brasileiros com TEA, que frequentemente enfrentam seletividade alimentar.

Em julho de 2025, a OPAS e o Brasil reuniram 27 países para criar um Plano de Ação em Inteligência Epidêmica, visando fortalecer a resposta a emergências sanitárias e preparar para futuras pandemias.