A Virada Cultural de São Paulo destaca o teatro com uma programação intensa e gratuita no Sesc, abordando temas como empatia e crises sociais. O evento promove a democratização cultural e a troca entre artistas e público.

A Virada Cultural de São Paulo, um evento anual que transforma a cidade em um grande palco de experiências artísticas, destaca nesta edição uma intensa programação de teatro nos espaços do Sesc. Durante as 24 horas de atividades, locais como Sesc 24 de Maio, Belenzinho e Vila Mariana se tornam centros de uma jornada teatral diversificada, abordando temas contemporâneos como empatia, exílio e crises sociais, sempre com acesso gratuito ao público.
O Sesc reafirma seu papel como promotor de dramaturgias ousadas e acessíveis, apresentando uma programação que inclui desde peças infantis até espetáculos para adultos. As apresentações reúnem grupos teatrais renomados e coletivos emergentes, refletindo questões urgentes da sociedade atual, como racismo, gênero, crises urbanas e ecologia, através de atuações intensas e cenografias criativas.
Entre as atrações, destaca-se "Chão de Pequenos", que narra a história de dois jovens órfãos, enfatizando a importância da empatia. Outra peça, "Guardiões – Um conto de Cordel", leva o público a uma jornada pelo sertão místico, explorando lendas folclóricas e a força da amizade. Ambas as apresentações ocorrem no Sesc 24 de Maio, com horários variados ao longo do evento.
No Sesc Ipiranga, "Esboço" apresenta a vida de um matemático em crise, enquanto "Cartas Libanesas: Ayuni" revisita a jornada de um casal separado pela guerra, abordando temas de exílio e esperança. O Sesc Pinheiros traz "Vitaminas", que explora a luta de personagens em um contexto de individualismo exacerbado nos anos 1980.
O Sesc Santo Amaro apresenta "Dom Casmurro", uma adaptação musical da obra de Machado de Assis, enquanto "Monstro e Cia" aborda questões como bullying de forma lúdica. Por fim, "Desertores", do Coletivo de Teatro Alfenim, retrata a vida de soldados durante a Primeira Guerra Mundial, destacando as contradições humanas em tempos de conflito.
Essas iniciativas culturais não apenas celebram a diversidade teatral, mas também democratizam o acesso à arte. Projetos como esses devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união pode ajudar a fortalecer a cultura e apoiar os artistas que trazem à tona questões sociais relevantes.

Gustavo Marques Gonçalves, estudante da USP, foi premiado no Concurso de Moda Inclusiva 2024/2025 com alfaiataria adaptada, destacando a importância da moda para a inclusão social. O evento, realizado na Pinacoteca de São Paulo, reuniu criadores de todo o país e premiou inovações que atendem às necessidades de pessoas com deficiência.

O Pagode do Biro retorna após cinco anos, sendo a atração principal da 2ª edição do Cantos e Contos da Folia Carioca, com entrada gratuita e homenagem ao compositor Wantuir Cardeal. O evento, que ocorrerá no Sindicato dos Fumageiros, valoriza a cultura do samba e a oralidade, com apresentações e performances visuais.

Estudo da oncologista Abna Vieira na ASCO 2025 revela que mulheres negras enfrentam diagnósticos mais avançados e mortalidade superior por câncer de colo do útero, destacando a urgência de medidas antiracistas na saúde.

Na Câmara dos Deputados, discutiu-se a proteção de crianças na internet, com foco no PL 2628, que visa responsabilizar plataformas digitais pelos danos causados à infância. A reunião, presidida por Hugo Motta e Maria do Rosário, contou com a presença de ativistas e organizações de defesa da infância. O PL 2628 é considerado essencial para mitigar os impactos negativos das redes sociais, que têm contribuído para o aumento da depressão e ansiedade entre jovens no Brasil.

Wanessa Moura, influenciadora digital e empresária, lançou um kit de Dia dos Namorados que inclui um apito antiestupro, promovendo a autodefesa feminina e a reflexão sobre segurança em encontros. O kit, que também contém itens de autocuidado, destaca a importância de unir beleza e proteção, desafiando a percepção tradicional de presentes românticos.

Edvaldo Santana denuncia a falta de representatividade negra em temas como dinheiro, saúde e tecnologia na mídia, comparando a mortalidade negra atual com a escravidão e evidenciando a continuidade da opressão.