O Maracanã está construindo duas salas sensoriais para atender até dezoito pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) durante os jogos, com inauguração prevista para o fim de setembro. Essas salas, determinadas por lei municipal, proporcionarão suporte especializado e acompanhamento, promovendo inclusão e acessibilidade no estádio.

O Maracanã, um dos estádios mais emblemáticos do Brasil, está passando por melhorias para acolher pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). As obras para a construção de duas salas sensoriais já estão em andamento e têm como objetivo proporcionar um ambiente mais confortável durante os jogos.
As novas salas sensoriais, que devem ser inauguradas até o final de setembro, atenderão até dezoito pessoas com TEA. Cada sala terá capacidade para quatro indivíduos, acompanhados por até três acompanhantes e profissionais especializados que oferecerão suporte e atendimento.
A iniciativa é resultado de uma legislação municipal que visa garantir acessibilidade e inclusão em eventos esportivos. Com essa ação, o Maracanã se torna um espaço mais inclusivo, permitindo que pessoas com TEA possam vivenciar a experiência de assistir a jogos de futebol de forma mais tranquila.
As salas sensoriais foram projetadas para minimizar estímulos que possam causar desconforto, proporcionando um ambiente seguro e acolhedor. Essa adaptação é um passo importante para promover a inclusão social e a conscientização sobre o TEA.
Além de atender às necessidades de pessoas com TEA, essa iniciativa também pode inspirar outras instituições a adotarem medidas semelhantes. A inclusão deve ser uma prioridade em todos os espaços públicos, especialmente em eventos que reúnem grandes públicos.
Projetos como esse merecem ser apoiados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas. A criação de espaços inclusivos é fundamental para garantir que todos possam desfrutar de momentos de lazer e entretenimento, independentemente de suas necessidades.

Sonia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas, receberá o título de doutora honoris causa da Uerj, a primeira honraria desse tipo a uma pessoa indígena no Brasil, em reconhecimento ao seu ativismo e contribuição cultural. A cerimônia será aberta ao público no Teatro Odylo Costa Filho, no dia 28.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) iniciou a Agenda Bienal de Ação Integrada 2025-2026, visando beneficiar 258 municípios e promover o desenvolvimento regional. O programa Cidades Intermediadoras busca interiorizar o crescimento e aliviar a pressão sobre as metrópoles, conectando cidades e ampliando oportunidades.

Izabella Bicalho apresenta "A Dona dos Raios e do Vento", um espetáculo musical que aborda relacionamentos abusivos, com canções de Maria Bethânia, em única apresentação no dia 9 de julho de 2025. A peça, dirigida por Sueli Guerra, narra a luta de Helena para se libertar de um casamento tóxico, entrelaçando relatos de diversas mulheres e destacando a força feminina. A artista, que realizou extensa pesquisa sobre o tema, busca dar voz a essas histórias através da música, prometendo uma experiência emocionante e reflexiva.

Uma colaboração entre três CEPIDs resultou na descoberta de 62 novos fagos, que podem ser usados no combate a infecções hospitalares e contaminações alimentares. O projeto, liderado por Julio Cezar Franco, abre novas possibilidades na luta contra bactérias resistentes a antibióticos.

Santos pode ganhar um novo terminal de cruzeiros em uma ilha artificial, com investimento de R$ 1,24 bilhão, criando 7.500 empregos e atraindo 3 milhões de turistas até 2035. O projeto visa modernizar a infraestrutura portuária e impulsionar o turismo na cidade.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que garante a reconstrução mamária pelo SUS a todas as mulheres que sofreram mutilação, incluindo casos de violência e doenças. A nova norma, proposta pela senadora Margareth Buzetti, também assegura acompanhamento psicológico, corrigindo uma falha da legislação anterior que limitava o direito apenas a casos oncológicos. A expectativa é que a medida alivie a sobrecarga do SUS e reduza a judicialização para acesso ao procedimento.