Na próxima quarta-feira (6), São Paulo receberá a pré-estreia de "A Melhor Mãe do Mundo", de Anna Muylaert, com debate após a exibição. O filme, que aborda maternidade e vulnerabilidade, estreia oficialmente em 7 de agosto.

A cineasta Anna Muylaert apresenta seu novo filme, A Melhor Mãe do Mundo, em uma sessão de pré-estreia marcada para a próxima quarta-feira, 6 de agosto, às 19h, no Reag Belas Artes, em São Paulo. O evento contará com um debate após a exibição, onde a diretora, a atriz Shirley Cruz e a psicanalista Vera Iaconelli discutirão o filme, mediados pela repórter Catarina Ferreira. Os ingressos gratuitos poderão ser retirados na bilheteria uma hora antes da sessão.
O longa-metragem, que estreia oficialmente nos cinemas brasileiros no dia 7 de agosto, é protagonizado por Shirley Cruz, que interpreta Gal, uma catadora de materiais recicláveis. A trama aborda a luta de Gal para escapar de um relacionamento abusivo, após ser ignorada pela polícia ao denunciar seu marido. Para proteger seus filhos, ela os faz acreditar que estão vivendo uma aventura.
O elenco do filme inclui nomes como Seu Jorge, que interpreta o companheiro agressor Leandro, e Luedji Luna, que vive Valdete, prima de Gal. A Melhor Mãe do Mundo marca o retorno de Muylaert ao tema da maternidade, já explorado em seus trabalhos anteriores, como Que Horas Ela Volta? e Mãe Só Há Uma.
Em entrevista à Folha, Shirley Cruz destacou a sensibilidade de Muylaert em retratar os impactos da maternidade. A atriz afirmou que a diretora "acredita no cinema como ferramenta de transformação" e se posiciona como "uma grande aliada das mulheres". O filme teve sua estreia internacional na 75ª edição do Festival de Berlim, em fevereiro, e foi exibido nos Estados Unidos durante o San Francisco International Film Festival, em abril.
O filme traz à tona questões de vulnerabilidade e resistência, refletindo sobre a realidade de muitas mulheres que enfrentam situações semelhantes. A narrativa de Gal é um convite à empatia e à reflexão sobre a importância de apoiar iniciativas que visam proteger e empoderar mulheres em situações de risco.
Iniciativas culturais e sociais como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil. O envolvimento da comunidade pode fazer a diferença na vida de muitas mulheres que enfrentam desafios semelhantes aos de Gal. A união em torno de causas que promovem a proteção e o empoderamento feminino é essencial para transformar realidades e construir um futuro mais justo.

Após ser diagnosticado com autismo aos 54 anos, um professor da USP lidera pesquisa em inteligência artificial para diagnósticos precoces de TEA, promovendo inclusão e conscientização.
Niterói se destaca como a terceira melhor cidade em saneamento no Brasil, enquanto São Gonçalo e outras três cidades fluminenses figuram entre as piores. Campos dos Goytacazes teve a maior melhora, subindo 22 posições.

Brasil não cumprirá meta de erradicação do trabalho infantil até 2025, com mais de 1,6 milhão de crianças no mercado, sendo 586 mil em situações severas de exploração. Ações integradas são urgentes.

A chef e restauratrice Danielle Dahoui defende que a equipe deve ser priorizada em um negócio, ressaltando a conexão entre política e gastronomia. Ela criou o projeto social Casa das Chefs para capacitar mulheres no setor.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou um projeto que aumenta as penas para maus-tratos a essa população, alterando o Código Penal. O deputado Ribamar Silva destaca a importância da medida para garantir segurança e respeito.

Joyce Feitosa compartilha sua jornada com Doença Inflamatória Intestinal (DII), ressaltando a importância do apoio social e da adaptação alimentar. Ela inspira jovens com sua mensagem de superação e esperança.