Monitoramento é essencial para garantir a eficácia de iniciativas de diversidade e inclusão, permitindo ajustes e promovendo um ambiente mais equitativo. A prática deve ser integrada ao planejamento e à cultura organizacional.

Diversidade e inclusão são temas cada vez mais presentes nas agendas de empresas, governos e organizações da sociedade civil. Contudo, a efetividade dessas iniciativas no cotidiano ainda é questionável. Para que a intenção se converta em ações concretas, é necessário um método claro, uma intenção genuína e, principalmente, um monitoramento eficaz. Esse acompanhamento permite identificar quem está sendo excluído e quais barreiras persistem, mesmo em programas que visam a inclusão.
O monitoramento não deve ser visto apenas como uma ferramenta técnica de prestação de contas, mas como um meio de combater desigualdades. Ele possibilita ajustes em tempo real, garantindo que as intervenções sejam realmente inclusivas. Para isso, é essencial que a diversidade e inclusão sejam consideradas desde o planejamento, com a definição de objetivos claros e indicadores que reflitam as desigualdades existentes.
Um exemplo prático é um programa de empregabilidade voltado para mulheres. É fundamental investigar não apenas a taxa de inserção no mercado de trabalho, mas também a proporção de mulheres negras e brancas empregadas, o acesso de pessoas com deficiência às atividades e as barreiras enfrentadas por moradoras de periferias. Sem essa análise, as desigualdades podem se perpetuar, mesmo em iniciativas que buscam promover a inclusão.
Outro desafio importante é a criação de uma base de dados estruturada sobre os participantes. Dados dispersos e registros incompletos dificultam a avaliação das desigualdades e a tomada de decisões informadas. Com informações organizadas, as organizações podem promover ajustes durante a implementação das iniciativas, buscando sempre uma vivência mais equitativa para todos os perfis de participantes.
Além disso, é crucial que os marcadores identitários, como raça e gênero, sejam autodeclarados. Respeitar a autonomia das pessoas sobre sua identidade é um compromisso ético fundamental. O monitoramento deve incluir também a escuta ativa dos beneficiários, permitindo que suas histórias e percepções sejam consideradas, o que enriquece a compreensão do impacto real das iniciativas.
Quando a diversidade e inclusão se tornam compromissos compartilhados em todas as esferas de uma organização, é possível construir um ambiente proativo. Essa abordagem não apenas melhora a eficácia das iniciativas, mas também gera mudanças reais na vida dos beneficiários. Em situações como essa, a união da sociedade civil pode fazer a diferença, apoiando projetos que promovam a inclusão e a equidade.

O governo federal anunciou dois novos leilões do Eco Invest, focando em investimentos sustentáveis, com destaque para Fundos de Investimento em Participações e soluções de equity e dívida. Os leilões visam atrair capital para projetos inovadores em setores estratégicos, como combustível sustentável de aviação e minerais críticos, alinhando-se à COP 30.

O Instituto de Governança e Controle do Câncer (IGCC) lançou o Guia para Manejo Multidisciplinar do Paciente Oncológico, visando aprimorar a coordenação entre profissionais de saúde. Com diretrizes práticas, a publicação, desenvolvida em parceria com o Complexo Hospitalar Santa Casa e a City Cancer Challenge (C/Can), promete melhorar os desfechos dos pacientes ao promover a comunicação eficaz e o intercâmbio de informações técnicas. O guia de 45 páginas abrange temas como governança, compliance e exemplos de sucesso na implementação das diretrizes.

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, anunciou um ciclo de investimentos de R$ 32 bilhões em áreas essenciais, visando reduzir desigualdades e melhorar a infraestrutura do estado. Lyra destacou a concessão de R$ 25 bilhões em saneamento, R$ 1 bilhão em educação e R$ 6 bilhões em infraestrutura, ressaltando a queda do desemprego de 15% para 10%.

O Senai está aceitando propostas até 10 de julho para consultoria em produtividade e digitalização no setor automotivo, com R$ 30 milhões disponíveis. O programa visa aumentar a produtividade em até 40%.

Após a morte da carnavalesca Maria Augusta Rodrigues, amigos e parentes buscam preservar seu acervo sobre o carnaval carioca, com a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) interessada em colaborar na catalogação e exposição. O material, que inclui desenhos, troféus e objetos pessoais, é considerado um patrimônio cultural único.

No seminário Agroindústria Sustentável, a startup Muda Meu Mundo apresentou soluções para inclusão financeira de pequenos agricultores, enquanto o Banco do Nordeste destacou seu papel no microcrédito agrícola.