Renê Jerônimo, maratonista de 84 anos, promoveu a 13.ª Corrida e Caminhada em Fernando de Noronha, reunindo 400 corredores com apoio da Olympikus, que celebra seu cinquentenário. O evento, que atrai turistas, destaca a importância do esporte na comunidade local.

Renê Jerônimo, maratonista de 84 anos, é um dos principais incentivadores do esporte em Fernando de Noronha. Ele chegou à ilha aos 17 anos e criou a primeira corrida de rua local. A 13.ª edição da Corrida e Caminhada Renê Jerônimo, realizada recentemente, contou com a participação de 400 corredores e o patrocínio da Olympikus, que planeja apoiar cinquenta corridas em celebração aos seus cinquenta anos, começando por Noronha.
O evento, que em sua primeira edição em 2011 era exclusivo para moradores, agora atrai corredores de diversas partes. A Olympikus já colaborou com a Associação dos Atletas Desportistas de Fernando de Noronha em outras edições, incluindo a corrida que foi realizada após um pedido do ator Bruno Gagliasso, que possui uma pousada na ilha. Marcio Callage, da Olympikus, recorda que a marca buscou formas de aumentar a visibilidade do evento, especialmente após o desafio proposto por Gagliasso.
A corrida de Renê Jerônimo se tornou um marco na ilha, originando outras competições, como o Mountain Do e os 21k de Noronha. A gerente de marketing da Olympikus, Bianca Dallegrave, destacou a importância de retornar a Noronha para comemorar os cinquenta anos da marca, após realizar eventos em locais icônicos do Brasil. O evento deste ano incluiu novos trechos na areia das praias, atraindo mais turistas e proporcionando uma experiência única aos participantes.
O percurso da corrida abrangeu diversas praias famosas da ilha, como a do Sancho e Cacimba do Padre, e foi descrito como desafiador devido às subidas e descidas. Embora Renê não tenha corrido nesta edição, ele acompanhou tudo de perto, sendo recebido calorosamente pelos moradores. Sua sobrinha, Sandra Lima, mencionou que o evento, apesar de ainda ser considerado amador em termos de estrutura, mantém um padrão elevado em relação a outras corridas de rua.
Renê começou a correr aos oito anos e, após um longo intervalo, retornou ao esporte há cerca de quinze anos, fundando a associação que atualmente conta com oitenta corredores. Ele é admirado por sua dedicação em incentivar jovens a praticar esportes, promovendo a qualidade de vida. O pedagogo Samuel Ferreira Marques ressaltou a importância de Renê na formação de equipes de corrida na escola local, contribuindo para o sucesso dos jovens em competições estaduais.
Com uma trajetória marcada por superação e dedicação, Renê Jerônimo é um exemplo de como o esporte pode transformar vidas e comunidades. A união em torno de eventos como a corrida de Noronha pode ser um catalisador para iniciativas que promovam o esporte e a saúde na região. A mobilização da sociedade civil pode fazer a diferença na continuidade e expansão dessas atividades, beneficiando ainda mais a comunidade local.

O Defesa Civil Alerta (DCA) já foi utilizado 425 vezes em um ano, salvando vidas em Petrópolis durante chuvas intensas. A iniciativa do Governo Federal moderniza a comunicação de riscos em todo o Brasil.

O Ministério da Saúde credenciou 1.133 novas equipes de atenção primária, com investimento de R$ 106,47 milhões, beneficiando 735 municípios e ampliando o acesso à saúde no Brasil. A medida visa fortalecer o atendimento a populações vulneráveis e reduzir desigualdades.

Duas engenheiras da Universidade de Delft criaram o Lilium, um espéculo vaginal inovador e menos doloroso, arrecadando € 100 mil em financiamento coletivo para avançar em testes e certificações.

O Plantah, primeira rede social ESG do mundo, foi convidada a apresentar seu case de sucesso no Rio Innovation Week após o lançamento no Web Summit Rio 2025, destacando uma campanha de R$ 30 mil em doações. A startup busca democratizar o mercado de doações e gerar impacto positivo mensurável, conectando empresas, ONGs e cidadãos.

Foi inaugurado o Centro de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas do Brasil, com investimento de R$ 14,5 milhões, promovendo a pesquisa e valorização das culturas indígenas. A iniciativa, apoiada pela FAPESP e instituições acadêmicas, visa preservar e difundir a diversidade linguística e cultural dos povos originários, com protagonismo das comunidades.

A PUC-SP encerrou a ocupação do Campus Monte Alegre após atender demandas de letramento racial e melhorias no restaurante universitário, mas não aceitou a redução das mensalidades. O movimento, liderado pelo coletivo Saravá, denunciou racismo e outras questões sociais.