O Avistar Brasil, festival de observação de aves, chega à sua 18ª edição de 16 a 18 de maio no Jardim Botânico de São Paulo, com mais de 10 mil participantes e 200 palestras. O evento promove a conservação e a paixão pela avifauna.

O Avistar Brasil, festival de observação de aves, chega à sua 18ª edição entre os dias 16 e 18 de maio, no Jardim Botânico de São Paulo. Espera-se a participação de mais de dez mil pessoas, incluindo cientistas, educadores e amantes da natureza. O evento contará com mais de 200 palestras, oficinas para crianças, passeios noturnos e atividades como bicicletadas em busca de aves, promovendo a conservação e a educação ambiental.
Guto Carvalho, organizador do festival, destaca que o evento é uma "porta de entrada suave para a ciência". Ele ressalta a importância de abordar a conservação de forma positiva, utilizando a paixão pelos pássaros como um meio de engajamento. Entre as aves em destaque estão a rolinha-do-planalto e a saíra-apunhalada, além de um livro sobre aves de rapina, escrito pelo biólogo Willian Menq, criador do canal Planeta Aves.
O festival começou em 2006, reunindo cerca de 400 pessoas, e desde então cresceu significativamente. Carvalho menciona que a terminologia relacionada à observação de aves, como "passarinhada" e "passarinheiros", foi ressignificada para promover uma relação mais positiva com a natureza. O movimento ganhou força com o #VemPassarinhar, que incentivou passeios gratuitos em várias cidades desde 2014.
A criação do WikiAves, um banco de dados colaborativo sobre aves silvestres brasileiras, também contribuiu para o crescimento do interesse pela observação de aves. Carvalho explica que essa combinação de inovação e comunicação ajudou a mapear a avifauna brasileira, revelando espécies em locais inesperados e promovendo a conservação de habitats.
O Brasil, com o segundo maior número de espécies de aves do mundo, possui uma rica história de conexão com as aves. Carvalho observa que, apesar da degradação ambiental, a prática de "passarinhada" oferece uma nova perspectiva sobre a relação com a natureza, promovendo a conservação de forma afetiva e acolhedora.
O Avistar Brasil tem influenciado uma nova geração de ornitólogos e ativistas. A estudante Lorena Patrício, que participou do evento desde jovem, agora estuda na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. O festival é uma oportunidade para que novos talentos se conectem e compartilhem suas experiências. A união em torno da conservação das aves pode ser um passo importante para a proteção do meio ambiente e a promoção de projetos que valorizem a biodiversidade.

Jaillson Fernandes lança "Entre cicatrizes e borboletas", obra que retrata sua infância marcada pela pobreza e violência, utilizando o alter ego Kaynã. O evento ocorre neste sábado, 16 de agosto, em Águas Claras.

A Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) revogou a proibição da comercialização de açaí na COP30, após pressão do governo federal, reconhecendo sua relevância cultural e econômica. O açaí, símbolo da culinária paraense, movimenta mais de R$ 1 bilhão anualmente, enquanto outros alimentos permanecem vetados por questões sanitárias.
O Distrito Federal registra 23 casos do sorotipo 3 da dengue, levando a Secretaria de Saúde a intensificar ações de combate, incluindo o uso de um novo inseticida e aumento no número de agentes de saúde.

Grupo de 24 holandeses visita São Leopoldo, em Belford Roxo, e participa de atividades culturais, apoiando projeto que afasta jovens do crime. A troca cultural revela a autenticidade da Baixada Fluminense.

Fernando Fernandes, apresentador do Esporte Espetacular, voltou a andar após 14 anos de paraplegia, utilizando tecnologia com chips conectados a computadores. Ele compartilhou a experiência emocionante nas redes sociais.

Ester Carro, arquiteta social, transforma habitações precárias em Paraisópolis e já reformou 360 ambientes, recebendo prêmios e reconhecimento nacional por sua atuação.