O bairro Parque Canoas, em Lagoa Santa, Minas Gerais, destaca-se por integrar áreas de preservação, tipologias habitacionais diversas e ciclovias, promovendo uma ocupação urbana sustentável e incentivando o uso de bicicletas.

Os bairros planejados têm se destacado como uma solução viável para o desenvolvimento urbano sustentável, priorizando a qualidade de vida e a integração com o meio ambiente. Um exemplo notável é o futuro bairro Parque Canoas, localizado em Lagoa Santa, Minas Gerais, que incorpora áreas de preservação ambiental, diversidade de tipologias habitacionais e ciclovias, promovendo uma ocupação sustentável e incentivando o uso de bicicletas.
Um bairro planejado, quando bem-sucedido, pode ser o embrião de uma cidade sustentável. O conceito envolve uma abordagem cuidadosa para o desenvolvimento urbano, onde a sustentabilidade e a qualidade de vida são prioridades. Não se trata apenas de um espaço esteticamente agradável, mas de uma solução eficiente para viver em comunidade e em harmonia com o meio ambiente.
O Alphaville, em São Paulo, é um exemplo emblemático. Desde seu lançamento nos anos 1970, foi concebido como uma alternativa organizada e autossuficiente para os habitantes da região metropolitana. Com o tempo, tornou-se referência em qualidade de vida e infraestrutura, inspirando o desenvolvimento de outros bairros planejados no Brasil.
Iniciativas sustentáveis, como a captação de água da chuva e o uso de energia solar, são fundamentais. Essas práticas não apenas reduzem o impacto ambiental, mas também criam um ambiente mais saudável para os moradores. A captação de água da chuva, por exemplo, permite a reutilização desse recurso, enquanto a energia solar aproveita a abundância do sol, promovendo uma eletricidade limpa e eficiente.
Além disso, a caminhabilidade é um aspecto essencial. Bairros como Celebration, na Flórida, mostram que é possível criar comunidades onde os moradores podem realizar suas atividades diárias sem depender do transporte motorizado. Isso não só economiza tempo, mas também reduz a emissão de poluentes e melhora a mobilidade urbana.
O Parque Canoas, ao manter áreas verdes e incluir ciclovias, se alinha a essa visão de futuro. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois podem transformar a forma como vivemos e interagimos com o meio ambiente. A união em torno de iniciativas sustentáveis pode fazer a diferença na construção de um futuro mais equilibrado e saudável para todos.

O Grupo Said, líder em atendimento domiciliar a idosos, conquistou o primeiro lugar no ranking do Great Place To Work Rio de Janeiro, destacando-se pelo acolhimento e investimento em educação para suas colaboradoras.

O governo federal anunciou que pacientes do SUS poderão ser atendidos gratuitamente por planos de saúde, em troca de abatimento de dívidas com o Ministério da Saúde. A medida visa reduzir filas e melhorar o acesso a procedimentos especializados.

No episódio 11 da 3ª temporada do Mapa Mental, Daniel de Oliveira narra sua superação do bullying na infância até se tornar recordista pan-americano do Double Deca Ironman, destacando a importância da mentalidade nas provas extremas.

A 2ª edição do Prêmio cRio ESPM de Economia Criativa foi lançada, com inscrições até 6 de julho. A iniciativa, da Fundação Roberto Marinho e da ESPM, visa reconhecer projetos que impactem o Rio de Janeiro. Serão três categorias, incluindo uma nova sobre Ambiente e Clima, com prêmios de R$ 5 mil. Os vencedores serão anunciados em novembro, destacando a importância da economia criativa para o desenvolvimento sustentável da região.

A Cia Navega Jangada estreia "O Varal" em São Bernardo do Campo no dia 11 de junho, com apresentações gratuitas em São Paulo, explorando a maternidade de forma íntima e visceral. O espetáculo, dirigido por Talita Cabral, aborda os desafios e as belezas da maternidade real, com intérprete de Libras e audiodescrição em algumas sessões.

O documentário "Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá", dirigido por Sueli Maxakali e outros, narra a busca de Sueli por seu pai, Luiz Kaiowá, e revela as memórias de violências sofridas pelos povos indígenas. A obra destaca a reconexão familiar e a luta contínua dos guarani-kaiowá e Maxakali, transformando a câmera em um espaço de pertencimento e resistência cultural.