Leonardo Nocito, engenheiro mecânico, fundou a BATS, plataforma de aluguel de instrumentos musicais, que agora se expande para São Paulo e introduz planos de assinatura e investimento, representando 40% das receitas.

Leonardo Nocito, um engenheiro mecânico carioca de 35 anos, transformou sua paixão pela música em um negócio inovador. Ele fundou a BATS, uma plataforma que aluga instrumentos musicais, com o objetivo de democratizar o acesso à música no Brasil. A ideia surgiu quando Nocito percebeu que seus próprios instrumentos estavam parados em casa e poderiam ser utilizados por outros. O modelo de negócios é semelhante ao de plataformas como Uber e Airbnb, oferecendo locação flexível e acessível.
A BATS começou modestamente, com Nocito alugando seus instrumentos através de um site simples. Com o tempo, a demanda cresceu, especialmente entre oficinas de carnaval e escolas de música. O negócio evoluiu, e a BATS agora oferece planos de assinatura que incluem entrega e coleta dos instrumentos. “Quando vimos que os instrumentos voltavam intactos, percebemos que a confiança do cliente era fundamental”, afirma Nocito.
Recentemente, a BATS expandiu suas operações para São Paulo, onde a capital é responsável por cerca de 60% das atividades da empresa. Além disso, a BATS introduziu um modelo de investimento em instrumentos, que já representa 40% das receitas. Esse modelo permite que pessoas físicas invistam na compra de instrumentos, que são alugados pela plataforma, gerando rendimentos mensais para os investidores.
A empresa também superou desafios logísticos, estabelecendo hubs em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte, com planos de expansão para Brasília e Porto Alegre. A BATS não apenas oferece instrumentos, mas também aulas online em parceria com a plataforma Music, garantindo que os usuários tenham suporte desde os primeiros acordes.
O crescimento da BATS é notável, com uma margem de contribuição de 80% e um modelo escalável. A proposta é não apenas rentabilizar instrumentos, mas também tornar a prática musical acessível a todos, especialmente em um país com uma rica diversidade cultural, mas com barreiras financeiras para muitos. “Nosso objetivo é se tornar a melhor opção para quem quer começar a tocar, seja como hobby ou para algo mais sério”, diz Nocito.
Iniciativas como a da BATS mostram como a união pode transformar o acesso à música e à cultura. Projetos que buscam democratizar o uso de instrumentos e oferecer educação musical merecem apoio e incentivo da sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitos brasileiros.

No dia 17 de julho, a Folha promove um seminário gratuito em São Paulo sobre as políticas públicas para doenças crônicas, reunindo especialistas e apresentando pesquisa inédita sobre a percepção dos brasileiros. O evento visa discutir as limitações atuais e buscar soluções para o aumento de doenças como diabetes, obesidade e Alzheimer no Brasil.

A antiga sala de cinema Cine Paissandu, agora um estacionamento, será revitalizada pela artista Manoela Cezar com projeções de imagens de estradas, evocando sua história e os fantasmas do passado. Essa intervenção artística promete resgatar a memória cultural do espaço, que já foi um ícone da cidade, enquanto destaca o abandono que assola a região.

Lexa busca uma família com uma bebê chamada Sofia para doar itens personalizados da filha falecida. A atitude gerou apoio nas redes sociais, destacando sua generosidade em meio ao luto.

A prefeitura do Rio desapropriou o Hotel Ipanema Plaza, visando renovação urbana. O imóvel, avaliado em R$ 200 milhões, agora vale R$ 80 milhões e será leiloado após quase uma década de ociosidade.

Pesquisas recentes indicam que a vacinação contra o herpes zoster pode reduzir o risco de demência, reforçando a teoria de que vírus comuns estão ligados ao Alzheimer. Ruth Itzhaki, pioneira na área, destaca a importância de mais estudos.

Levantamento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social revela que cerca de dois mil programas sociais utilizam o Cadastro Único, com 19 estados implementando políticas de transferência de renda semelhantes ao Bolsa Família. A falta de coordenação entre os níveis de governo gera críticas, enquanto especialistas destacam a importância de um mapeamento nacional para garantir a eficácia e sustentabilidade dessas iniciativas.