Belém enfrenta uma crise de hospedagem para a COP30, com críticas sobre leitos compartilhados. Moradores oferecem estadia gratuita para melhorar a imagem da cidade e acolher visitantes.

Belém enfrenta uma crise de hospedagem a três meses da COP30, com queixas de países sobre a infraestrutura disponível. A situação se agrava com a proposta de dividir quartos e camas, o que gerou críticas. A plataforma oficial do governo federal oferece opções de quartos para quatro pessoas, mas com apenas duas camas disponíveis, o que levanta preocupações sobre a adequação das acomodações.
Para contornar essa crise, moradores de Belém estão se mobilizando para oferecer hospedagem gratuita em suas casas. A iniciativa visa não apenas ajudar os visitantes, mas também melhorar a imagem da cidade diante das críticas. Bruno Lopes, um dos moradores que aderiu à proposta, anunciou nas redes sociais que receberá até duas pessoas durante a conferência, destacando a importância de manter a reputação da cidade.
As críticas à falta de leitos individuais se intensificaram após o jornalista Mike Szabo relatar dificuldades em encontrar acomodações adequadas. Ele mencionou que grandes delegações governamentais não aceitarão compartilhar quartos ou camas, o que pode complicar ainda mais a logística do evento. Um integrante da organização da COP30 confirmou que a ideia de dividir quartos não foi bem recebida pelos países participantes.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Pará, Antônio Santiago, afirmou que a crise poderia ser resolvida se as delegações aceitassem dividir quartos. No entanto, essa sugestão não parece viável, dado o estresse das negociações que ocorrem durante a conferência. A organização da COP30 anunciou que há mais de cinquenta mil leitos disponíveis, mas a realidade das acomodações tem gerado descontentamento.
Além das hospedagens em navios de cruzeiro, há planos para converter escolas e condomínios do programa Minha Casa Minha Vida em alojamentos temporários. O Observatório do Clima criticou a preparação dos governos federal e estadual, alertando para o risco de a COP30 ser a mais excludente da história, devido aos altos preços das diárias e à redução das delegações.
Iniciativas como a de Bruno Lopes e Alex Oliva, que também se dispôs a receber visitantes, refletem a hospitalidade dos moradores de Belém. Eles buscam mostrar que a cidade é mais do que os altos preços de hospedagem. Essa mobilização pode inspirar ações coletivas que ajudem a garantir que todos tenham a oportunidade de participar da COP30, promovendo um ambiente mais inclusivo e acolhedor.

Famílias compartilham experiências positivas sobre adoção, destacando o amor e a superação. Apesar das dificuldades legais, a adoção transforma vidas e cria laços afetivos profundos.

Neymar, afastado desde abril, promove leilão em homenagem ao Instituto Projeto Neymar Jr. em 10 de junho de 2025, data de jogo do Brasil contra o Paraguai. Evento exclusivo atrai celebridades e reforça seu impacto social.

A ONG Luz de Sophia, que atende crianças com doenças raras e deficiências, completa dez anos sem apoio governamental e enfrenta uma fila de espera com mais de 100 crianças. Com apenas R$ 10 mensais, você pode ajudar nas terapias e atendimentos.

O Projeto de Lei 2691/2021, que propõe aposentadoria por idade às mulheres com filhos, permanece estagnado no Congresso, evidenciando a resistência a avanços nos direitos femininos. A ONG Elas no Poder destaca a sobrecarga do trabalho reprodutivo, que impacta a saúde mental e a representatividade feminina na política.

Uma jaguatirica macho foi resgatada em Trajano de Moraes, RJ, com mais de 20 ferimentos por projéteis e uma pata quebrada. O animal, tratado pelo Instituto BW, passará por nova cirurgia para remoção de um projétil.

Moradores de rua em São Paulo enfrentam violência e discriminação, como evidenciado pelos relatos de Tiago e Kauan, que lutam por dignidade sob o Minhocão. Aumento de abordagens sociais não resolve a crise.