A Biblioteca Municipal Ziraldo, na Cidade das Artes, já atraiu mais de 10 mil visitantes em um ano, oferecendo mais de 7 mil livros, internet e eventos culturais. O espaço é um marco na Barra da Tijuca.
Há um ano, a Cidade das Artes, situada na Barra da Tijuca, transformou sua sala de leitura na Biblioteca Municipal Ziraldo. Desde sua inauguração, a biblioteca já recebeu mais de 10 mil visitantes, destacando-se como a única biblioteca pública da região. Inserida no programa Bibliotecas do Amanhã, a unidade oferece um acervo de mais de 7 mil livros, além de computadores com acesso à internet e uma coleção especial em braile.
A Biblioteca Municipal Ziraldo também promove eventos culturais, como rodas de conversa e lançamentos de livros, enriquecendo a experiência dos frequentadores. O espaço está aberto diariamente, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, e aos sábados e domingos, das 12h às 19h. Além disso, a biblioteca aceita doações de livros em bom estado de conservação, incentivando a participação da comunidade.
Com a proposta de democratizar o acesso à cultura e à informação, a biblioteca se torna um ponto de encontro para a troca de ideias e aprendizado. A inclusão de uma coleção em braile é um passo significativo para atender a um público diversificado, promovendo a acessibilidade e a inclusão social.
O sucesso da Biblioteca Municipal Ziraldo reflete a importância de espaços culturais na formação de uma sociedade mais informada e engajada. A alta procura por esse espaço evidencia a necessidade de iniciativas que promovam a leitura e o conhecimento, especialmente em áreas onde o acesso a esses recursos é limitado.
Iniciativas como a da Biblioteca Municipal Ziraldo devem ser apoiadas e ampliadas. A sociedade civil tem um papel fundamental em fomentar projetos que visem a inclusão e a educação, contribuindo para o fortalecimento da cultura local e do acesso à informação.
Nossa união pode fazer a diferença na promoção de espaços como esse, que enriquecem a vida cultural da comunidade. Ao apoiar projetos que incentivem a leitura e a educação, podemos ajudar a transformar realidades e proporcionar oportunidades para todos.
Quatorze mulheres receberam certificados após concluir o curso Fundamentos da Nuvem, promovido pela Amazon Web Services (AWS) e Senai-DF, com foco em capacitação tecnológica. A iniciativa visa aumentar a presença feminina na área de tecnologia.
Sesi-SP lança o projeto Juventudes AntiMisoginia para combater a violência de gênero nas escolas, promovendo igualdade e conscientização entre estudantes. A iniciativa busca transformar a cultura machista.
O Ministério da Educação (MEC) abriu inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2025, com mais de 112 mil vagas disponíveis. As inscrições vão até 18 de julho e priorizam estudantes em vulnerabilidade socioeconômica.
O Governo do Distrito Federal anunciou um aumento nos repasses para creches conveniadas, visando melhorar a qualidade do atendimento e reduzir o déficit de vagas. O governador Ibaneis Rocha destacou que o investimento de 59,99% para Berçário I e 14,28% para Berçário II é estratégico para zerar a fila de 26 mil crianças fora do sistema. A secretária de Educação, Helvia Paranaguá, ressaltou que a medida corrige desigualdades nos repasses e deve atrair mais instituições para atender a demanda.
A morte de uma criança após inalar gás de desodorante acende alerta sobre riscos digitais. O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Wellington Luiz, destaca a urgência de unir esforços para conscientizar jovens sobre perigos na internet, especialmente após a tragédia que vitimou uma menina de oito anos. Ele propõe integrar discussões sobre segurança digital ao currículo escolar. Além disso, o deputado Gabriel Magno protocolou um projeto de lei visando criar uma Política Distrital de Proteção Digital, que incluirá formação para educadores e uma Semana de Proteção Digital nas escolas.
Unicamp implementa cotas para transexuais, travestis e não binários, visando inclusão. O reitor Antonio José de Almeida Meirelles defende a medida, ressaltando a importância de oportunidades e conhecimento sobre temas LGBTQIA+. Apesar das críticas e resistência política, a universidade busca reduzir desigualdades e gerar sensibilidade no ambiente acadêmico.