Brasília recebe o 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, destacando inovações em saneamento, como o projeto de R$ 80 milhões na comunidade Santa Luzia. O evento reúne especialistas e autoridades para discutir soluções sustentáveis.

Brasília sedia, nesta semana, o 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que reúne especialistas e autoridades para discutir inovações no setor de saneamento e sustentabilidade. O evento, promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), aborda temas como manejo de resíduos sólidos, drenagem urbana, eficiência energética e mudanças climáticas. O painel inaugural teve como tema "Saneamento para quem não tem: Inovar para universalizar" e contou com a presença do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.
Durante sua fala, Ibaneis destacou o papel de Brasília como referência em saneamento básico e sustentabilidade, afirmando que "atendemos noventa e nove por cento da população com água potável e noventa e seis por cento com coleta de resíduos". O Distrito Federal possui uma das melhores redes de abastecimento e tratamento de água do Brasil, com investimentos de R$ 1,5 bilhão desde 2019 para ampliação dos sistemas de abastecimento e esgotamento sanitário.
A Caesb (Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal) planeja investir mais de R$ 3,2 bilhões até 2029 para atender ao crescimento populacional e à expansão urbana. O governador também anunciou um investimento de R$ 3,2 milhões para garantir o abastecimento hídrico nos próximos cinquenta anos e destacou o projeto de saneamento integrado na comunidade Santa Luzia, na Estrutural, que receberá R$ 80 milhões em investimentos.
O projeto prevê a instalação de uma rede de abastecimento de água de 46,5 mil metros e uma rede de esgoto de 35 mil metros, além de duas estações elevatórias. Também serão implantados 5 mil metros de galerias de águas pluviais e infraestrutura viária. O trabalho em Santa Luzia segue o modelo de obras já realizadas em outras regiões, como Vicente Pires e Sol Nascente/Pôr do Sol, que visam atender a demanda histórica da comunidade.
Ibaneis ressaltou que o projeto em Santa Luzia será um exemplo para outras cidades do Brasil, demonstrando como o planejamento e a responsabilidade podem transformar a realidade das comunidades carentes. O congresso, considerado o mais importante do setor no país, conta com mais de cinquenta painéis e deve apresentar cerca de mil e oitocentos trabalhos técnico-científicos até o final do evento.
Iniciativas como a do projeto de saneamento integrado em Santa Luzia mostram a importância de ações coletivas para melhorar a qualidade de vida nas comunidades. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar e expandir projetos que visam transformar realidades e garantir acesso a serviços essenciais, como água e esgoto, para todos.

Instituto Reação, fundado por Flávio Canto, completa 22 anos com reestruturação e reforma na Rocinha, ampliando atendimento e atividades para formar transformadores sociais.

Prefeitura de Niterói lança o programa Fila Zero para reduzir o tempo de espera por exames no SUS de dez meses para dez dias, gerando críticas sobre a priorização de investimentos em entidades privadas.

A fluoretação da água, considerada uma conquista da saúde pública, enfrenta resistência nos EUA, onde Utah e Flórida baniram sua prática, levantando preocupações sobre saúde infantil e desigualdade social.

Lady Gaga se apresenta na Praia de Copacabana, atraindo até 1,6 milhão de pessoas. O evento gratuito contará com pulseiras de identificação para crianças e ações de combate à violência.

A gestão de Ricardo Nunes (MDB) em São Paulo planeja investir R$ 6,3 bilhões em infraestrutura urbana, incluindo VLTs e BRTs, para revitalizar o centro da cidade até 2028. As obras visam desativar o Minhocão e melhorar a qualidade de vida na região.

No Hospital de Apoio de Brasília, o voluntariado é essencial para proporcionar dignidade e conforto a pacientes em cuidados paliativos, promovendo momentos significativos até a despedida. A coordenadora Socorro Martins Lima destaca que o apoio emocional e as atividades realizadas são fundamentais para pacientes e familiares, desmistificando a ideia de que cuidados paliativos significam "deixar morrer".