Carolina Arruda, 28, realizará uma infusão de cetamina na Santa Casa de Alfenas para tratar a neuralgia do trigêmeo, buscando alívio para dores intensas após múltiplos tratamentos. O procedimento requer monitoramento em UTI devido a possíveis efeitos colaterais.

Após diversas tentativas de tratamento para a neuralgia do trigêmeo, a veterinária Carolina Arruda realizará uma infusão de cetamina na Santa Casa de Alfenas, em Minas Gerais, nesta quinta-feira, 14 de agosto. Segundo o médico Carlos Marcelo de Barros, diretor clínico da instituição, a cetamina é um anestésico que também se mostra eficaz no tratamento de dores crônicas e depressão resistente a outros medicamentos. O procedimento será feito em ambiente hospitalar, devido aos riscos de efeitos colaterais.
A cetamina atua bloqueando receptores no sistema nervoso que amplificam os sinais de dor. Desde a década de 1960, o fármaco é utilizado para manter pacientes sedados durante cirurgias e, a partir da década de 1990, começou a ser estudado como alternativa para tratar a depressão. A infusão venosa requer monitoramento rigoroso, pois pode causar alterações na pressão arterial, batimentos cardíacos e até alucinações.
O médico Carlos Marcelo de Barros destaca que a cetamina pode aliviar a dor, reduzir a necessidade de opioides e melhorar o humor, mas seu uso deve ser restrito a pacientes selecionados e sempre sob supervisão médica. Carolina, que já passou por pelo menos seis tratamentos, comentou sobre sua expectativa em sua conta no Instagram, onde pediu sorte para o procedimento e mencionou que ficará cinco dias na UTI.
A neuralgia do trigêmeo é uma condição que provoca dores intensas e sensações de choque na face, afetando a qualidade de vida dos pacientes. Carolina Arruda, que convive com a doença há doze anos, fundou a Associação Neuralgia do Trigêmeo Brasil para apoiar outras pessoas que enfrentam o mesmo desafio. Sua luta pela conscientização sobre a condição ganhou notoriedade nas redes sociais, especialmente após uma campanha para arrecadar fundos para uma possível eutanásia na Suíça.
A internação de Carolina está prevista para esta quarta-feira, e a equipe médica está preparada para monitorar todos os aspectos do procedimento. A neuralgia do trigêmeo é considerada uma das dores mais intensas, e o tratamento com cetamina representa uma nova esperança para muitos que sofrem com essa condição debilitante.
Iniciativas como a de Carolina podem inspirar a sociedade a se unir em apoio a pacientes que enfrentam doenças crônicas. A mobilização em torno de causas como essa pode fazer a diferença na vida de muitos, proporcionando recursos e apoio necessário para tratamentos e melhorias na qualidade de vida.

O projeto Histórias Além Muros, de Daniela Chindler, promove a leitura entre mulheres no presídio Talavera Bruce e foi semifinalista do Prêmio Jabuti 2024, além de receber o Prêmio Faz Diferença. Chindler destacou a importância da leitura em seu discurso e dedicou o prêmio a outros escritores, ressaltando a relevância do projeto para as presidiárias. Com cerca de 150 participantes, a iniciativa enfrenta desafios logísticos, mas já inspirou ações semelhantes em outros estados.

Os pagamentos do Bolsa Família em maio de 2025 começam no dia 19, com beneficiários de NIS final 1 recebendo primeiro. O auxílio-gás também será concedido a parte dos beneficiários, com novas regras de elegibilidade.

Após atentados em 2023 e 2024, o Iphan planeja a primeira reforma significativa da Praça dos Três Poderes desde 1960, com custos entre R$ 22 milhões e R$ 25 milhões, visando revitalizar o espaço e atrair público.

A psicóloga Mayara Massa, cadeirante e com osteogênese imperfeita, denunciou desrespeito e falta de acessibilidade no show da banda System of a Down em São Paulo. Ela chegou à área destinada a pessoas com deficiência após o início do evento, enfrentando superlotação e riscos à sua segurança. Mayara relatou que a produção do show não garantiu a acessibilidade adequada, colocando sua vida e a de outros em perigo. A situação gerou indignação e destaca a necessidade urgente de melhorias na acessibilidade em eventos.
O Hospital da Região Leste (HRL) agora conta com suporte do Hospital Israelita Albert Einstein por meio do programa Telescope II, que utiliza videoconferência para aprimorar a UTI até 2026. A iniciativa envolve 25 hospitais do SUS e visa melhorar indicadores de saúde, como a redução da mortalidade e do tempo de internação. A superintendente Maria de Lourdes Castelo Branco destaca a importância da troca de experiências e a revitalização do espaço físico da UTI para oferecer assistência de alta complexidade.

A Unicamp aprovou cotas para pessoas trans, travestis e não binárias, gerando reações políticas e tentativas de anulação por parlamentares, em meio a um aumento de projetos de lei antitrans no Brasil.