Adolescente é agredida por colegas em escola de Alto Araguaia após recusar compartilhar um doce, com o ato sendo filmado e divulgado nas redes sociais. A violência escolar no Brasil atinge níveis alarmantes, exigindo ações efetivas.

Numa situação alarmante, uma adolescente foi agredida por quatro colegas em uma escola de Alto Araguaia, Mato Grosso. O incidente, que ocorreu recentemente, foi filmado e compartilhado nas redes sociais. A agressão teve início após a vítima recusar-se a compartilhar um doce, levando as agressoras a formarem um grupo que se comporta de maneira semelhante a uma facção criminosa, segundo investigações.
No vídeo, a jovem aparece ajoelhada e sem reação, enquanto é brutalmente espancada. As agressoras, que riem e conversam entre si, alternam-se em desferir tapas, socos e chutes. O ato culmina com uma das agressoras utilizando uma vassoura para golpear a vítima. A cena é chocante e revela a gravidade da situação nas escolas brasileiras.
Dados do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC) indicam um aumento significativo na violência interpessoal nas escolas, com o número de vítimas saltando de três mil setecentos em 2013 para treze mil e cem em 2023. Esse crescimento reflete uma crise nas relações sociais e educacionais, exacerbada pela falta de políticas públicas eficazes e pela normalização da violência na sociedade.
A Secretaria Estadual de Educação informou que está tomando medidas disciplinares e oferecendo apoio psicológico à estudante agredida e sua família. No entanto, a resposta das autoridades do Mato Grosso foi a transformação da escola em uma unidade cívico-militar, onde a disciplina será imposta por policiais militares, uma abordagem que pode não resolver a raiz do problema.
É fundamental que as escolas se tornem ambientes de acolhimento e educação, promovendo a cultura de paz e a mediação de conflitos. Investir na formação de educadores e profissionais de saúde mental é essencial para criar um espaço seguro e de escuta para os alunos. Além disso, as famílias devem assumir a responsabilidade de ensinar ética e valores, orientando os jovens sobre o uso seguro e crítico das redes sociais.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visem apoiar a educação e a saúde mental nas escolas são fundamentais para prevenir a violência e promover um ambiente mais saudável para as crianças e adolescentes. É hora de agir e investir em iniciativas que ajudem a transformar essa realidade.

Ludhmila Hajjar, cardiologista e intensivista, foi premiada na Categoria Ciência e Saúde pelo seu trabalho em políticas antidrogas e acolhimento humanizado, destacando a urgência de investimentos em ciência e educação.

Gabriel e Vinicius Repullo compartilham sua jornada de adoção de Emylly, ressaltando os desafios e a construção de uma família amorosa, destacando a importância da aceitação e visibilidade. A história reflete o amor que transcende laços biológicos e a necessidade de apoio social para casais homoafetivos.

Caps em Macapá (AP) foram inaugurados em 2022, promovendo uma abordagem humanizada no atendimento a pacientes com sofrimento psíquico, em meio a desafios e retrocessos na saúde mental.

Leandro Portella, após um acidente que resultou em tetraplegia, transformou sua dor em arte e política, publicando um livro e sendo eleito vereador, inspirando muitos com sua trajetória de superação.

Operação da Secretaria Municipal de Ordem Pública removeu estruturas ilegais e acolheu pessoas em situação de rua no Centro do Rio, descartando mais de 18 toneladas de resíduos.

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