O Distrito Federal se destaca com 17 Centros de Especialidades para Atendimento às Pessoas em Situação de Violência (Cepav), que realizaram mais de 74 mil atendimentos entre 2021 e 2024. A política pública do Governo do Distrito Federal (GDF) prioriza acolhimento biopsicossocial, visando a recuperação e reintegração social das vítimas.

O Distrito Federal se destaca pela sua ampla cobertura no atendimento a vítimas de violência sexual, familiar e doméstica, com a presença de dezessete Centros de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência (Cepav). Esses centros, criados em 2019, já realizaram mais de setenta e quatro mil atendimentos entre 2021 e 2024, oferecendo um acolhimento biopsicossocial e tratamento contínuo, o que coloca a região como referência nacional nesse tipo de assistência.
A política pública implementada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) visa garantir um acolhimento que vai além do atendimento imediato, focando na recuperação integral e reintegração social das vítimas. A coordenadora da Rede de Atenção às Pessoas em Situação de Violência (RAV), Elizabeth Maulaz, ressalta a inovação do serviço, que proporciona um cuidado qualificado e humanizado, algo que não é encontrado em outros estados.
Os Cepavs funcionam como portas de entrada para mulheres, crianças, adolescentes e qualquer pessoa que tenha vivenciado situações traumáticas. As unidades estão adequadas às diretrizes de regionalização e oferecem serviços em ambulatórios especializados, localizados em hospitais regionais ou Policlínicas. A equipe multidisciplinar, composta por enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, é treinada para tratar transtornos decorrentes da violência, como o estresse pós-traumático.
O acesso aos centros pode ser feito por procura direta ou encaminhamento de outros órgãos, como conselhos tutelares e delegacias especializadas. Além disso, os profissionais realizam busca ativa de casos por meio de fichas de notificação na rede de saúde, permitindo um monitoramento constante da realidade enfrentada no DF. Entre 2014 e 2023, foram registradas mais de sessenta e duas mil notificações de violência, com doze mil cento e sessenta e nove ocorrências apenas em 2023.
O acolhimento nos Cepavs pode ser individual ou coletivo, com grupos de psicoeducação e observação. O tratamento geralmente dura cinco encontros em grupo e, se necessário, até cinco sessões individuais. Luciana, uma das atendidas, compartilha sua experiência positiva, destacando a importância do apoio recebido para sua recuperação após sofrer violência doméstica.
As atividades nos Cepavs ocorrem de segunda a sexta-feira, com o objetivo de promover o fortalecimento emocional e a reintegração social. Em agosto, mês de enfrentamento à violência contra a mulher, a Secretaria de Saúde realiza capacitações para profissionais da rede, visando ampliar a prevenção e identificar sinais de risco. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que ajudem a transformar a realidade de muitas vítimas e promover um ambiente mais seguro e acolhedor.

O Hospital Israelita Albert Einstein lançou o programa "Raízes do Futuro", capacitando jovens de Paraisópolis para promover a transformação socioambiental até 2025, visando um legado sustentável. A iniciativa busca preparar novas gerações para enfrentar desafios climáticos e de saúde, promovendo ações concretas na comunidade.

Empresas como Toyota, Nissan, John Deere e McDonald's reafirmam seu compromisso com programas de diversidade e inclusão no Brasil, mesmo diante de mudanças nos EUA. A executiva da Vale, Catia Porto, enfrenta críticas, mas defende a importância da diversidade.

Uma pesquisa da PwC Brasil e do Instituto Locomotiva revela que 81% dos brasileiros enfrentaram fenômenos climáticos nos últimos cinco anos, com impactos desiguais entre grupos sociais. Apenas 32% conhecem a justiça climática e há desconfiança em relação às informações científicas sobre o tema.

A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, de 21 a 28 de agosto, convoca as igrejas evangélicas a refletirem sobre a inclusão real, além da presença física, de fiéis com deficiência. A falta de diálogo e o capacitismo ainda excluem esses indivíduos, que possuem dons e habilidades valiosas.

Heleninha Roitman, personagem de Paolla Oliveira em "Vale Tudo", enfrenta recaídas no alcoolismo após o término com Ivan e conflitos com a mãe. A psicóloga Lívia Pires Guimarães destaca a complexidade do vício e a importância da busca por ajuda.

Felipe Bressanim Pereira, o Felca, destacou em entrevista na TV a repercussão de seu vídeo sobre a exploração sexual de menores, que já soma 44 milhões de visualizações. Hytalo Santos e seu marido foram presos. Felca defende supervisão parental nas redes sociais.