Tatyane Luncah, fundadora da Escola Brasileira de Empreendedorismo Feminino (Ebem), já formou mais de 10 mil alunas, gerando R$ 1 bilhão em faturamento. A escola planeja novos cursos e expansão física.

Impulsionar a liderança feminina e abrir caminhos para o sucesso de mulheres empreendedoras é a missão de Tatyane Luncah, fundadora da Escola Brasileira de Empreendedorismo Feminino (Ebem). Desde sua criação, a escola já formou mais de 10 mil alunas, que juntas geraram um faturamento anual de aproximadamente R$ 1 bilhão. A iniciativa surgiu após Tatyane enfrentar dificuldades durante a pandemia, quando sua empresa de eventos foi severamente impactada.
A Ebem oferece uma plataforma de educação acessível, com cursos presenciais e online, além de programas de aceleração e mentorias. A metodologia da escola é baseada em seis pilares: identidade empreendedora, gestão financeira, marketing, produtividade, vendas e inovação. Tatyane destaca que a ideia nasceu da necessidade de apoiar mulheres que, assim como ela, enfrentavam desafios financeiros e falta de conhecimento técnico.
Entre as iniciativas da escola, destaca-se o evento Conexão EBEM, que reuniu mais de duas mil empresárias com um faturamento combinado de R$ 64 bilhões. Outro projeto relevante é o Miss Mind, que promove experiências imersivas para executivas, além da Casa da Empresária, um espaço de mais de mil metros quadrados em São Paulo, que oferece mentorias e programas de desenvolvimento.
Para os próximos meses, a Ebem planeja lançar novos cursos focados em vendas, inteligência artificial e gestão de equipes, além de expandir sua presença física e fortalecer parcerias com organizações que apoiam a educação empreendedora feminina. Tatyane ressalta que, apesar dos sucessos, sua trajetória foi marcada por desafios, incluindo momentos críticos que quase levaram à falência de seus negócios.
Ela enfatiza a importância de desenvolver competências técnicas e comportamentais, como gestão financeira e liderança empática. Para manter uma operação sustentável, Tatyane aponta cinco pilares essenciais: visão de longo prazo, gestão estratégica, inteligência emocional, educação contínua e rede de apoio. Para as mulheres, ela acrescenta a autonomia como um elemento crucial para o sucesso no empreendedorismo.
A trajetória de Tatyane Luncah e a criação da Ebem demonstram como a união e o apoio mútuo podem transformar realidades. Projetos que visam empoderar mulheres empreendedoras merecem ser incentivados pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitas pessoas e promover um ambiente mais justo e igualitário.

O Ministério da Saúde inaugurou duas novas Unidades Básicas de Saúde Indígena no Território Indígena do Xingu, em Mato Grosso, e entregou sistemas de abastecimento de água, beneficiando milhares de indígenas. As UBSIs, localizadas em Sobradinho e Ilha Grande, representam um avanço significativo na saúde primária e no acesso à água potável, com investimentos totais de R$ 10,4 milhões.

O ministro das Cidades, Jader Filho, se posicionou contra a proposta de prorrogar a meta de universalização do acesso à água e saneamento no Brasil de 2033 para 2040, considerando-a insensível. Ele enfatizou que a meta, embora desafiadora, é viável e deve ser cumprida.

Diego Barreto, CEO do iFood, enfatiza a inovação contínua e a tecnologia proprietária como essenciais para a competitividade da empresa, que já conta com 120 milhões de pedidos mensais. A companhia também investe em motos elétricas e saúde mental dos entregadores.

Evento gratuito na Praça dos Três Poderes celebra o Dia Mundial da Diversidade com shows de artistas renomados e palestras sobre cultura e economia criativa. A iniciativa visa promover diálogo intercultural e fortalecer a democracia.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou a discussão de projetos sobre "adultização infantil" após a viralização de um vídeo do influenciador Felcca, visando proteger crianças nas redes sociais.

A nutricionista Giovanna Agostini lançou o programa "Menopausa Cancelada", que já atendeu mais de 50 mil mulheres em quase 50 países, oferecendo soluções naturais para os sintomas da menopausa. A proposta visa promover o bem-estar sem o uso de hormônios sintéticos, focando em alimentação funcional e autocuidado, e já transformou a vida de muitas mulheres que buscam alternativas às abordagens tradicionais.