Neste domingo, a Praça Saens Peña na Tijuca será transformada em um cinema a céu aberto com o Circuito Faz na Praça, promovendo cultura local com música ao vivo e o documentário "Noel Rosa – Um espírito circulante". O evento, gratuito, visa revitalizar a memória cultural do bairro, que já teve mais de 14 cinemas de rua, mas atualmente não conta com nenhuma sala em funcionamento. A iniciativa é do coletivo cultural Faz na Praça, em parceria com a Tijuca Filmes, e busca trazer diversidade de filmes e visibilidade a artistas locais.

A Praça Saens Peña, localizada no coração da Tijuca, será palco do Circuito Faz na Praça neste domingo, das 14h às 22h. O evento, que é gratuito, transformará o espaço em um cinema a céu aberto, oferecendo música ao vivo e a exibição de filmes que não foram exibidos anteriormente no bairro. A iniciativa é promovida pelo coletivo cultural Faz na Praça, em parceria com a Tijuca Filmes e com a divulgação da página Cidade Pirata.
O Circuito Faz na Praça busca resgatar a memória cultural da Tijuca, que já abrigou mais de quatorze cinemas de rua, mas atualmente não possui nenhuma sala em funcionamento. Nesta primeira edição, o destaque será o documentário “Noel Rosa – Um espírito circulante”, da Vitrine Filmes, com sessão marcada para as 19h. A escolha do filme reflete a intenção de valorizar o patrimônio cultural da região.
Antes da exibição do documentário, o público poderá desfrutar de apresentações musicais, incluindo a roda Samba de Ponta e o DJ Rajão. Gustavo Colombo, cineasta e um dos idealizadores do projeto, enfatiza a importância de relembrar a história cultural do bairro e proporcionar aos jovens uma experiência de convivência e lazer na praça.
A proposta do evento é inverter o fluxo cultural da cidade, onde muitos moradores da Tijuca costumam se deslocar para o Centro ou a Zona Sul em busca de atividades culturais. A curadoria do circuito visa oferecer uma diversidade de títulos, gêneros e formatos, incluindo filmes que não chegaram ao bairro devido a restrições do circuito exibidor.
Além de exibir filmes, o projeto também busca dar visibilidade a artistas locais, com a inclusão de músicos da região na programação. Nas próximas edições, a ideia é abrir espaço para curtas-metragens de realizadores da Tijuca, ampliando ainda mais a participação da comunidade nas atividades culturais.
O Circuito Faz na Praça conta com o apoio da Lei Paulo Gustavo estadual, por meio da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Projetos como esse merecem ser apoiados pela sociedade civil, pois ajudam a revitalizar a cultura local e a promover o encontro entre as pessoas, fortalecendo laços comunitários e a identidade cultural da Tijuca.

Whindersson Nunes revelou ter recebido o diagnóstico de superdotação, gerando debate sobre as dificuldades emocionais enfrentadas por pessoas com altas habilidades no Brasil. A psicóloga Laís Mutuberria destaca a necessidade de compreensão e suporte para esse grupo.

PUC-SP suspende estudantes por racismo em evento esportivo e implementa cursos sobre igualdade racial. A universidade busca promover um ambiente inclusivo e cria Código de Conduta para eventos.

A Câmara dos Deputados aprovou a venda da produção de óleo e gás em campos do pré-sal não contratados, prevendo arrecadação de até R$ 20 bilhões para moradia, saúde e educação. O relator, deputado José Priante, destacou a destinação de R$ 15 bilhões ao programa Minha Casa Minha Vida e a ampliação de recursos para reduzir desigualdades regionais.

Mulheres no entretenimento adulto digital, como camgirls, encontram flexibilidade e autonomia para conciliar maternidade e carreira, apesar do preconceito. Elas compartilham experiências de superação e empoderamento.

Estão abertas inscrições para iniciativas que fortalecem o terceiro setor e valorizam a produção científica feminina no Rio de Janeiro, com prêmios e apoio a coletivos periféricos. Oportunidades incluem qualificação de Organizações Sociais, o Prêmio Elisa Frota Pessoa e o Edital de Convênios da Fundação Abrinq, visando impulsionar ações em áreas vulneráveis.

Yanna Lavigne e Bruno Gissoni transformaram um sítio em Itamonte em um lar voltado à educação ambiental, investindo em hospedagens e no curta-metragem Agenda 2100. O casal busca equilibrar vida familiar e profissional no campo.