O projeto 1KG de Rock, com apoio do deputado Ricardo Vale, promove palestras e oficinas em escolas do DF, visando fortalecer a identidade cultural e o pensamento crítico dos jovens por meio do rock.

Brasília é amplamente reconhecida como o berço do rock nacional, com um legado musical que influencia novas gerações. O projeto 1KG de Rock, apoiado por uma emenda parlamentar do deputado distrital Ricardo Vale, busca manter essa cultura viva entre os jovens da rede pública do Distrito Federal. A iniciativa promove palestras e oficinas que abordam a história das bandas locais, como Plebe Rude e Legião Urbana, e visa estimular o pensamento crítico e a identidade cultural dos estudantes.
Os alunos participantes assistem a duas palestras: “Ciências, Física e Rock and Roll” e “O Rock como Cultura Transgressora”. Essas atividades têm como objetivo fomentar debates sobre a importância da música na formação da identidade e criatividade dos jovens. Além das palestras, os estudantes têm acesso a oficinas que utilizam diversos materiais, como fotos e recortes de jornais, para explorar a trajetória das bandas brasilienses.
A primeira ação do projeto ocorreu no Centro Educacional (CED) 3 de Sobradinho, em 28 de abril. Durante o evento, os alunos não apenas participaram das atividades educativas, mas também assistiram a um show ao vivo da banda Dom Macarius, que apresentou clássicos da Legião Urbana. Essa combinação de aprendizado e entretenimento visa engajar os jovens de maneira significativa.
O projeto 1KG de Rock também conta com um website-museu virtual e um aplicativo em formato de jogo, que tornam o aprendizado mais lúdico e interativo. Além disso, uma exposição itinerante com banners e textos informativos está programada para visitar três escolas públicas em Sobradinho: Centro de Ensino Fundamental (CEF) 03, CEF Queima Lençol e o Centro Educacional Stella dos Cherubins Guimarães Trois.
Essas ações educativas são fundamentais para a preservação da cultura rock em Brasília e para a formação de uma nova geração de apreciadores desse gênero musical. O apoio da comunidade e de iniciativas como a emenda parlamentar é crucial para garantir a continuidade de projetos que promovem a educação e a cultura entre os jovens.
Iniciativas como essa precisam do suporte da sociedade civil para prosperar. A união em torno de causas culturais pode fazer a diferença na vida de muitos jovens, proporcionando acesso a experiências enriquecedoras e à valorização da identidade cultural. Juntos, podemos fortalecer a cena musical e cultural de Brasília, garantindo que o legado do rock continue a inspirar futuras gerações.

O governo federal anunciou que pacientes do SUS poderão ser atendidos gratuitamente por planos de saúde, em troca de abatimento de dívidas com o Ministério da Saúde. A medida visa reduzir filas e melhorar o acesso a procedimentos especializados.

O governo paulista planeja transferir seu centro administrativo para os Campos Elíseos, adicionando 230 mil m² de escritórios ao centro, com um investimento de R$ 4,7 bilhões em novas construções e retrofits. Essa movimentação pode revitalizar o mercado imobiliário da região, que enfrenta estagnação desde 2018 e possui um estoque de prédios antigos.

O filme "Manas", de Marianna Brennand, aborda o abuso infantil na ilha de Marajó, destacando a atuação de Jamilli Correa e a importância de narrativas femininas no cinema. A obra revela a complexidade da violência sexual, propondo um debate sobre a interseccionalidade e a luta contra o patriarcado.

Sebastião Salgado, fotógrafo brasileiro, faleceu aos 81 anos. Em seu último vídeo, agradeceu à Escola de Samba Boa Vista pela homenagem em seu samba-enredo de 2025, destacando o Movimento Sem Terra.

A nova ação 'Na Sua Hora' levará serviços públicos essenciais a regiões do Distrito Federal das 18h às 22h, começando no Lago Norte nos dias 22 e 23 deste mês. A iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) visa facilitar o acesso a documentos e atendimentos, promovendo inclusão e praticidade.

Políticas habitacionais e trabalhistas no Brasil impõem barreiras que dificultam a vida dos pobres, como exigências de lotes maiores e restrições a estágios, exacerbando a desigualdade social.