Ywyzar Tentehar, jovem atriz do povo Tentehar, destaca a pintura corporal como símbolo de luta no Acampamento Terra Livre, em Brasília, em defesa dos direitos indígenas.

O Acampamento Terra Livre (ATL) ocorreu nesta terça-feira em Brasília, reunindo mais de seis mil indígenas em defesa dos direitos dos povos originários. Entre os participantes, destaca-se Ywyzar Tentehar, uma jovem atriz do povo Tentehar, que enfatizou a importância da pintura corporal como símbolo de luta e identidade. O evento, que acontece anualmente, visa reivindicar direitos relacionados à saúde, educação e demarcação de terras.
Ywyzar, que atua na nova versão da novela "Vale Tudo", explicou que o ATL é um espaço vital para discutir questões como a proteção de territórios e a preservação da cultura indígena. “Esse acampamento acontece todos os anos para reivindicarmos nossos direitos, lutarmos pelas nossas causas”, afirmou a atriz. Ela ressaltou que, mesmo terras já demarcadas, enfrentam riscos de invasão.
A pintura corporal, utilizada em rituais e celebrações, carrega significados profundos. Ywyzar comentou que, em seu povo, a pintura é feita com jenipapo ou urucum e pode ter diferentes interpretações dependendo do contexto. “Como este é um momento de reivindicação, a gente costuma se pintar tanto para identificar o nosso povo, como também com uma pintura de luta, de proteção”, explicou.
O ATL não é apenas uma manifestação, mas uma oportunidade para as comunidades indígenas se unirem e fortalecerem suas vozes. A presença de Ywyzar e de outros jovens líderes é um sinal de renovação e esperança para as futuras gerações. A luta por direitos e reconhecimento cultural é uma constante, e eventos como o ATL são essenciais para manter essa chama acesa.
Além de ser um espaço de reivindicação, o acampamento também promove a visibilidade das questões indígenas na sociedade brasileira. A participação de artistas e líderes comunitários ajuda a amplificar as vozes que clamam por justiça e respeito. A arte, como a pintura corporal, torna-se uma ferramenta poderosa de expressão e resistência.
Iniciativas como o ATL mostram a força da união entre as comunidades indígenas e a sociedade civil. A mobilização em torno de causas sociais e culturais é fundamental para garantir que os direitos dos povos originários sejam respeitados. A solidariedade pode fazer a diferença na luta por justiça e reconhecimento, e cada um de nós pode contribuir para apoiar essas causas essenciais.

Pagamentos do Bolsa Família iniciaram em abril de 2025, com auxílio-gás incluído. Beneficiários com NIS final 1 foram os primeiros a receber, com valores a partir de R$ 600,00 e acréscimos conforme a composição familiar.

Atividades físicas, mesmo leves, melhoram funções cognitivas, como memória e atenção, segundo revisão de 133 estudos da Universidade do Sul da Austrália, publicada no British Medical Journal. Modalidades como ioga e exergames se destacam, sugerindo que o exercício pode combater o declínio cognitivo.

Em agosto, o Núcleo de Gênero do MPDFT realizará o Fórum de Integração Todas Elas, promovendo o debate sobre estratégias de combate à violência doméstica, em homenagem à Lei Maria da Penha. O evento, aberto à sociedade civil e profissionais do sistema de justiça, visa fortalecer redes de proteção e garantir direitos às vítimas.

Agricultores do Rio Grande do Sul ainda enfrentam os efeitos devastadores da enchente de maio de 2024, lidando com endividamento e traumas, enquanto buscam estratégias para se adaptar a extremos climáticos. Um ano após a tragédia, a recuperação é lenta e marcada por dificuldades financeiras e emocionais. A alternância entre enchentes e estiagens continua a ameaçar a produção agrícola, exigindo apoio urgente e novas abordagens.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, lançou o programa Super Ação SP, que visa erradicar a pobreza de 35 mil famílias em dois anos, desafiando o Bolsa Família. O evento contou com a presença de 210 prefeitos e enfatizou a importância da capacitação profissional.

A ACLU do Texas anunciou os artistas residentes Vincent Valdez e KB Brookins para 2025-26, que receberão R$ 30 mil cada para projetos sobre direitos civis e encarceramento em massa. Valdez retratará líderes comunitários, enquanto Brookins abordará a detenção pré-julgamento em prisões. A colaboração visa destacar a urgência de proteger os direitos de todos os texanos.