No dia 17 de julho, a Folha promove um seminário gratuito em São Paulo sobre as políticas públicas para doenças crônicas, reunindo especialistas e apresentando pesquisa inédita sobre a percepção dos brasileiros. O evento visa discutir as limitações atuais e buscar soluções para o aumento de doenças como diabetes, obesidade e Alzheimer no Brasil.

No dia 17 de julho, das 9h às 13h, a Folha de S.Paulo promoverá o seminário gratuito intitulado "Limitações das Políticas Públicas para Doenças Crônicas". O evento ocorrerá no hotel Hilton São Paulo Morumbi, localizado na Avenida das Nações Unidas, 12.901, no Brooklin Novo. O seminário reunirá especialistas, representantes do governo e organizações civis para discutir as deficiências das políticas atuais e apresentar uma pesquisa inédita sobre a percepção dos brasileiros em relação a doenças crônicas como diabetes, obesidade e Alzheimer.
A abertura do seminário será feita pelo secretário de atenção especializada à saúde, Mozart Sales, às 9h45. Em seguida, Luciana Chong, diretora do Datafolha, apresentará uma pesquisa realizada em junho, que ouviu duas mil e sete pessoas em 130 municípios. O levantamento abordará a percepção da população sobre as políticas de prevenção e cuidado das doenças crônicas.
O primeiro painel, "A Efetividade das Políticas Públicas", ocorrerá das 10h30 às 11h30 e contará com a participação de especialistas como Bruno Halpern, presidente eleito da World Obesity Federation, e Celene Pinheiro, presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz). O segundo painel, "Experiências Reais como Soluções", será realizado das 11h40 às 12h40, abordando iniciativas bem-sucedidas da sociedade civil e inovações tecnológicas no combate às doenças crônicas.
Dados do Censo de 2022 indicam que cerca de 20 milhões de brasileiros têm diabetes, representando aproximadamente 10% da população. Além disso, a previsão é que o número de adultos acima do peso aumente de setenta e nove milhões em 2015 para cento e dezenove milhões até 2030. O Alzheimer, que afetava 1,76 milhão de brasileiros com mais de 60 anos em 2019, pode atingir 5,5 milhões até 2050, segundo estimativas do Journal of Gerontology.
O seminário visa ser um espaço de articulação entre ciência, políticas públicas e participação cidadã, especialmente diante do envelhecimento da população e da crescente prevalência de doenças crônicas. O evento será transmitido ao vivo pelo canal da Folha de S.Paulo no YouTube, onde ficará disponível após o encerramento.
Iniciativas como essa são essenciais para promover a conscientização e a discussão sobre a saúde pública no Brasil. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar projetos que visem melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas por doenças crônicas e fortalecer as políticas de saúde no país.

O 1º Congresso Latino-Americano da World Federation for Neurorehabilitation, realizado no hospital Sarah, destacou a reabilitação acessível e o uso da arte na recuperação de pacientes. Especialistas discutiram intervenções em Parkinson e a importância do teleatendimento.

Entre 3 e 13 de julho, São Paulo sediará o São Paulo Audiovisual Hub — Mostra Paulo Gustavo, promovido pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas. O evento, parte do Plano de Desenvolvimento da Indústria Audiovisual Paulista, oferecerá workshops, masterclasses e rodadas de negócios, com foco na formação e internacionalização do setor. Com 490 vagas em oficinas e 32 para projetos audiovisuais, a iniciativa visa consolidar São Paulo como um polo global de audiovisual, gerando emprego e conectando profissionais ao mercado.

Exposição no Centro Cultural Justiça Federal revela o lado pintor de Jorge Selarón, com 350 obras que retratam o cotidiano carioca. Iniciativas visam restaurar a famosa escadaria e catalogar sua produção artística.
Investimento de R$ 2.072.888,23 moderniza sistemas de climatização em hospitais e laboratórios públicos, garantindo conforto e segurança. A ação reflete o compromisso com a qualidade assistencial e infraestrutura de saúde.
O Índice de Progresso Social revela que o Rio de Janeiro abriga cinco das dez cidades com piores índices de qualidade de vida do Brasil, com Resende sendo a melhor, mas fora do top 100 nacional. Prefeituras locais buscam melhorias em saúde e infraestrutura.

O Defesa Civil Alerta avança na nacionalização, com capacitações iniciadas nas regiões Norte e Centro-Oeste e um alerta de demonstração programado para o Nordeste em 14 de outubro. A ferramenta visa salvar vidas ao informar a população em áreas de risco.