Em 2024, apenas 1,6% da população brasileira doou sangue, o que pode resultar em uma crise nos bancos de sangue durante o inverno, quando a demanda aumenta. Campanhas são essenciais para reverter essa situação.
Em 2024, apenas 1,6% da população brasileira doou sangue, conforme dados do Ministério da Saúde. Essa baixa taxa de doação pode resultar em uma crise nos bancos de sangue, especialmente durante o inverno, quando a demanda por transfusões aumenta devido a doenças respiratórias e feriados. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que entre 1% e 3% da população de um país seja doador regular para garantir um suprimento seguro.
Com a chegada do inverno, os hemocentros em várias regiões do Brasil enfrentam dificuldades operacionais, funcionando com estoques abaixo do ideal. A falta de sangue disponível pode interromper tratamentos essenciais e colocar vidas em risco, como destacou Alexandre Pimenta, médico e técnico nacional da AmorSaúde. Ele enfatizou que cada doação pode salvar até quatro vidas, já que o sangue é fracionado em componentes que atendem a diferentes necessidades médicas.
Para ser um doador, é necessário ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos e estar em boas condições de saúde. Além disso, é importante evitar refeições pesadas antes da doação e não ter ingerido álcool nas horas anteriores. Existem impedimentos temporários, como gripes recentes e uso de antibióticos, e definitivos, como infecções graves. A frequência de doação varia: homens podem doar até quatro vezes ao ano e mulheres até três.
É fundamental desmistificar algumas crenças que afastam potenciais doadores. Pimenta esclareceu que ter colesterol alto não impede a doação e que o processo é seguro e rápido. Além disso, pessoas que se recuperaram da covid-19 podem doar, respeitando um intervalo de 30 dias após o desaparecimento dos sintomas. O sangue doado é crucial para cirurgias, tratamentos de câncer e atendimento a vítimas de acidentes.
A rede AmorSaúde disponibiliza uma página com informações sobre locais de doação e horários de funcionamento, facilitando o acesso da população. O processo de doação dura cerca de 30 minutos e inclui cadastro, triagem clínica e lanche pós-doação. É recomendado que o doador esteja bem alimentado e descanse antes do procedimento.
Neste Junho Vermelho, mês de incentivo à doação de sangue, é essencial que a sociedade se mobilize para aumentar o número de doadores. A união em torno dessa causa pode fazer a diferença na vida de muitos que dependem de transfusões. Projetos que promovem a doação de sangue devem ser apoiados, pois ajudam a garantir que os bancos de sangue estejam sempre abastecidos e prontos para atender às necessidades da população.
A 11ª temporada do Bake Off: Mão na Massa, no SBT, marca o retorno de Nadja Haddad, Beca Milano e Giuseppe Gerundino, que prometem provas criativas e técnicas, valorizando a confeitaria como arte e oportunidade de empreendedorismo.
A deputada federal Rosana Valle (PL-SP) propôs um projeto que aumenta as folgas para doadores de sangue de uma para três vezes ao ano, com o intuito de combater a escassez nos hemocentros. A medida visa estimular a doação regular, essencial para atender à crescente demanda por transfusões no Brasil.
A Companhia Mungunzá, importante grupo de teatro em São Paulo, recebeu notificação da Prefeitura para desocupar o Teatro de Contêiner até 9 de junho, visando um novo programa habitacional, gerando críticas sobre gentrificação.
Luiz Gustavo, que comoveu o Brasil aos 8 anos ao doar um ovo para um abrigo de idosos, agora com 13, continua a praticar a solidariedade e ajuda um ciclista em sua jornada. A família ainda busca concluir a reforma da casa adquirida com a ajuda recebida após a viralização da história. O abrigo, que se expandiu, agora atende 40 idosos e está construindo um novo prédio para mais 40.
O livro "Memórias de Martha", de Júlia Lopes de Almeida, foi adicionado à lista de leitura obrigatória da Fuvest 2026, ressaltando sua crítica à saúde pública e desigualdade social no século 19. A obra destaca a vida de mulheres marginalizadas e a importância da educação feminina, refletindo questões atuais sobre saúde e classe social.
Andréia Alves dos Santos, que sobreviveu a um choque hidroeletrolítico, destaca a importância da doação de sangue, que foi crucial para sua recuperação. A campanha Junho Vermelho visa conscientizar sobre esse gesto vital.