A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei "ECA Digital", que visa proteger crianças e adolescentes na internet, estabelecendo multas e remoção imediata de conteúdos irregulares. A proposta agora segue para o Senado, onde medidas rigorosas contra exploração e acesso a conteúdos inadequados serão discutidas.

O projeto de lei "ECA Digital", que visa proteger crianças e adolescentes na internet, foi aprovado na Câmara dos Deputados na noite de 20 de agosto. As novas medidas incluem a remoção imediata de conteúdos irregulares, sem necessidade de autorização judicial, e multas que podem chegar a 10% do faturamento das empresas ou até R$ 50 milhões, caso não cumpram as normas de proteção. O texto agora segue para o Senado Federal para a aprovação final.
Entre as diretrizes, o projeto exige que fornecedores de serviços de tecnologia adotem medidas para evitar o acesso de menores a conteúdos prejudiciais, como exploração sexual, violência, bullying virtual e publicidade predatória. As empresas devem implementar ações desde a concepção de seus produtos para mitigar riscos e garantir a segurança dos usuários mais jovens.
Além disso, o projeto determina que crianças e adolescentes com 16 anos ou menos só poderão ter perfis em redes sociais vinculados à identificação de um responsável legal. Os pais terão acesso a ferramentas que permitam supervisionar a atividade online de seus filhos, e as empresas devem fornecer informações sobre como essas ferramentas funcionam.
O relator do projeto, Jadyel Alencar, incluiu uma cláusula que proíbe a monetização de conteúdos que retratem crianças de forma sexualizada, em resposta a preocupações sociais levantadas por influenciadores digitais. As empresas também são obrigadas a comunicar às autoridades qualquer conteúdo que sugira exploração ou abuso de menores.
As plataformas que possuem mais de um milhão de usuários menores de idade devem apresentar relatórios semestrais sobre denúncias e medidas adotadas para proteger esses usuários. Conteúdos que violem os direitos das crianças devem ser removidos imediatamente após notificação, independentemente de ordem judicial.
Com a criação de uma autoridade nacional autônoma para fiscalizar e garantir a aplicação da lei, espera-se um avanço significativo na proteção dos direitos de crianças e adolescentes na internet. A sociedade civil pode desempenhar um papel crucial, apoiando iniciativas que promovam a segurança online e ajudem a implementar essas novas diretrizes, garantindo um ambiente digital mais seguro para todos.

A partir de 5 de julho de 2025, a Medida Provisória nº 1.300 garante gratuidade de até 80 kWh mensais para famílias de baixa renda, ampliando o acesso à energia elétrica no Brasil. A nova regra substitui descontos da Tarifa Social, beneficiando famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa e outras condições específicas.

Neste sábado (31), o Cine Theatro de Variedades Carlos Gomes recebe "A Cultura do Vinil, o Puro Flash Back", evento beneficente com DJ Manu, que promete resgatar a nostalgia dos anos 1970 e 1980. A entrada é gratuita, mas a doação de alimentos não perecíveis é sugerida, beneficiando o Banco de Alimentos de Santo André. Além da discotecagem, haverá dança, feira de vinis e exposição de equipamentos vintage, criando uma experiência imersiva e solidária.

Governo Lula implementa nova política de saúde mental, encerrando manicômios, mas enfrenta críticas pela falta de estrutura e vagas no SUS. Especialistas alertam para a inadequação do atendimento em hospitais gerais.

A Prefeitura do Rio concedeu isenção de IPTU ao Instituto Pretos Novos, retroativa a 2015 e válida até 2029, corrigindo cobranças indevidas e permitindo a restituição de valores pagos. A decisão é um alívio para a instituição cultural, que preserva a memória da população negra e enfrentava a penhora do imóvel.

Neste sábado, a Vivelavu promove o evento gratuito “Eu Me Amo”, voltado para adolescentes, abordando educação sexual e autocuidado. A iniciativa visa fortalecer a saúde íntima feminina e o autoconhecimento.

Nicole Franco, cofundadora da Care Intelligence, destaca as barreiras enfrentadas por mulheres e pessoas LGBTQIA+ no ambiente corporativo, enfatizando a necessidade de autenticidade e inclusão. Apesar dos avanços, a cultura organizacional ainda exige conformidade a padrões heteronormativos, limitando a expressão pessoal e a participação efetiva. A diversidade deve ser vista como essencial para inovação e desempenho, não apenas como uma questão de imagem.