A Câmara dos Deputados aprovou a Política Nacional de Atenção aos Distúrbios do Sono no SUS, visando acesso a serviços e criação de centros de referência para diagnóstico e tratamento. A proposta, que ainda precisa passar por mais comissões, destaca a alta prevalência de problemas de sono no Brasil, com mais de setenta por cento da população afetada, e busca melhorar a estrutura de atendimento.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que estabelece a Política Nacional de Atenção aos Distúrbios do Sono no Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo principal é promover a conscientização, prevenção e tratamento dos distúrbios do sono, que afetam uma parte significativa da população brasileira.
Entre as diretrizes da nova política, destacam-se: garantir acesso universal e equânime aos serviços de saúde, criar centros de referência para diagnóstico e tratamento, estimular a educação continuada dos profissionais de saúde e desenvolver estudos sobre os distúrbios do sono. O projeto, que é um substitutivo do relator, deputado Célio Silveira (MDB-GO), ao Projeto de Lei 3715/21, também busca estabelecer instrumentos para avaliação e monitoramento da política.
A proposta original incluía a inclusão dos exames de polissonografia e poligrafia no SUS, que já são oferecidos, mas o relator optou por priorizar a criação de centros de referência. Em 2023, o SUS realizou cerca de 23 mil polissonografias, mas a distribuição dos centros de sono é desigual, com a maioria localizada no Sudeste.
Atualmente, existem cinquenta centros de sono mapeados, sendo que dez estados não possuem nenhum centro para diagnóstico ou tratamento de distúrbios do sono. Célio Silveira ressaltou que os distúrbios do sono são condições crônicas comuns, com mais de setenta por cento da população brasileira enfrentando problemas relacionados ao sono, especialmente a insônia.
A proposta agora segue para análise das comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se tornar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado Federal. A aprovação dessa política é um passo importante para melhorar a saúde pública no Brasil, especialmente em um tema tão relevante como os distúrbios do sono.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a criação de centros de referência e a ampliação do acesso a tratamentos podem transformar a vida de muitas pessoas que sofrem com problemas de sono. A união em torno dessa causa pode fazer a diferença na saúde de milhares de brasileiros.

A Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) é uma estratégia eficaz contra o HIV, disponível no SUS desde 2017, mas o aumento de casos entre jovens de 15 a 29 anos é preocupante, exigindo atenção urgente.

Preta Gil chegou aos Estados Unidos para dar continuidade ao tratamento contra o câncer de intestino, recebendo apoio de amigos como Ivete Sangalo. Ela deve permanecer no país por até dois meses em busca de novas opções terapêuticas.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou a criação de uma base nacional de dados sobre atendimentos de transtornos alimentares no SUS, visando melhorar a atenção e os direitos dos pacientes. A proposta, liderada pela deputada Rosangela Moro, não prevê notificação compulsória, mas busca orientar políticas de saúde com dados confiáveis. O texto ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo Senado para se tornar lei.

Neste sábado (18/7), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal realizará uma grande ação de vacinação em cinquenta locais, abrangendo todas as idades. Serão oferecidas vacinas contra dengue, covid-19, febre amarela, meningite, gripe e HPV. É imprescindível apresentar documento de identificação e caderneta de vacinação. Caso o documento tenha sido perdido, o histórico de vacinas pode ser recuperado na sala de vacinação anterior. A imunização é crucial para a saúde pública e visa aumentar a cobertura vacinal da população.

Consumo de bebidas açucaradas duplica risco de câncer de intestino em jovens. Pesquisa revela aumento alarmante de casos no Brasil, especialmente entre menores de 50 anos. O câncer colorretal, que afeta a parte inferior do sistema digestivo, está em ascensão, com a má alimentação e o consumo excessivo de açúcar como fatores críticos. Um estudo de mais de duas décadas, envolvendo cerca de 100 mil enfermeiros, mostra que ingerir duas ou mais bebidas açucaradas diariamente pode aumentar o risco da doença em até 40%. Especialistas alertam para a necessidade de medidas regulatórias para coibir o consumo excessivo, especialmente entre crianças.

Campanha "Dia de Combate à Celulite" da GoldIncision destaca histórias de mulheres que superaram a vergonha e recuperaram a autoestima após tratamento, promovendo um olhar acolhedor sobre a condição.