Projeto de lei propõe centros de apoio 24 horas para mulheres vítimas de violência no DF. A iniciativa, do deputado Hermeto (MDB), visa oferecer atendimento especializado e acolhimento imediato, atendendo a uma demanda urgente na região. Os centros serão instalados em áreas com altos índices de violência, com equipes multidisciplinares disponíveis a qualquer hora.

Um projeto de lei foi apresentado na Câmara Legislativa do Distrito Federal, visando a criação de centros regionais de apoio psicológico e jurídico para mulheres vítimas de violência. A proposta, de autoria do deputado Hermeto (MDB), prevê atendimento ininterrupto, 24 horas por dia, para garantir suporte especializado e humanizado às mulheres em situações de violência doméstica, familiar ou de gênero.
O deputado destacou que a violência contra a mulher ocorre em horários imprevisíveis, deixando as vítimas em situações de desamparo. A criação desses centros é considerada uma medida essencial para assegurar proteção, acolhimento e acesso à justiça em tempo real, atendendo a uma necessidade urgente e humanitária.
Conforme a proposta, os centros serão implantados nas regiões administrativas do DF, priorizando áreas com altos índices de violência contra a mulher e levando em conta a densidade populacional. Essa estratégia visa garantir uma ampla cobertura territorial, atendendo efetivamente as vítimas.
Cada centro contará com uma equipe multidisciplinar, composta por psicólogos, advogados, assistentes sociais e agentes de apoio, todos capacitados para atender mulheres em situação de violência. O funcionamento em regime de plantão 24 horas é fundamental para proporcionar um atendimento imediato e eficaz.
O projeto ainda passará por comissões e pelo Plenário da Câmara Legislativa, onde será discutido e votado. A expectativa é que, se aprovado, os centros possam começar a operar em breve, oferecendo um suporte essencial para as mulheres que enfrentam situações de violência.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a criação de espaços de acolhimento e proteção é vital para a recuperação e empoderamento das vítimas. A união da comunidade pode fazer a diferença na luta contra a violência de gênero e na promoção de um ambiente mais seguro para todas as mulheres.

Fãs de Lady Gaga enfrentam dificuldades para acessar área reservada a pessoas com deficiência em Copacabana, resultando em frustração e necessidade de assistir ao show apenas pelos telões. Lorena Rezende e Rafael Medeiros relatam obstáculos e falta de apoio da segurança.

São Paulo deixou de arrecadar até R$ 1,2 bilhão em isenções fiscais para habitações de interesse social, segundo estudo da Fundação Tide Setubal e do Cebrap, evidenciando a falta de transparência na gestão.

Marcos Fernandes, o Cowboy, aos 55 anos, superou o alcoolismo e se tornou corredor, conquistando o público com sua história e estilo único, incluindo uma vitória inesperada sobre um atleta profissional.

Durante a nona mesa da Festa Literária Internacional de Paraty, Ynaê Lopes dos Santos e Tiago Rogero abordaram a invisibilidade do racismo no Brasil, destacando a falta de representatividade negra no evento e a urgência de reparação social e financeira. Eles enfatizaram que a responsabilidade pela luta antirracista recai sobre os brancos, que se beneficiam do sistema. Lopes dos Santos defendeu a importância das cotas raciais e a necessidade de redistribuição de renda para promover equidade.

A Câmara dos Deputados aprovou o PL nº 3.965/21, que exige exame toxicológico negativo para novos motoristas das categorias A e B, aguardando sanção do presidente Lula. O projeto também permite transferência online de veículos.

A Globo estabeleceu metas ambiciosas para aumentar a diversidade em seus elencos, visando 50% de atores negros até 2030 e 53% de novas contratações ocupadas por mulheres em 2024. A emissora destaca avanços significativos em inclusão e sustentabilidade.