O ministro da Educação, Camilo Santana, se opõe a cortes orçamentários e defende investimentos no programa de bolsas Pé-de-Meia, essencial para a educação básica. Ele critica a proposta de déficit zero e pede apoio do Congresso.
O governo Lula enfrenta um dilema orçamentário, com pressões para cortar gastos enquanto o ministro da Educação, Camilo Santana, defende a ampliação dos investimentos na educação. Em entrevista, Santana expressou sua oposição a cortes na área, enfatizando a necessidade de universalizar o programa de bolsas do ensino médio, o Pé-de-Meia, que atende quatro milhões de alunos e custa R$ 12 bilhões por ano.
Camilo Santana destacou a importância de direcionar emendas parlamentares para a educação, afirmando que o Congresso deve priorizar o setor. Ele criticou a proposta de déficit zero no primeiro ano do governo, argumentando que isso limita a capacidade de investimento em áreas essenciais como a educação básica, onde um terço da população não conclui os estudos.
O ministro ressaltou que a educação deve avançar rapidamente no Brasil, comparando a situação do país com outras nações que conseguiram progressos significativos. Ele mencionou que a qualidade do ensino e a permanência dos alunos nas escolas são prioridades, e que o tempo integral é uma política fundamental para o desenvolvimento social e econômico.
Camilo Santana também abordou a questão das emendas parlamentares, que cresceram de R$ 8 bilhões para mais de R$ 50 bilhões. Ele defendeu que parte dessas emendas deveria ser destinada à educação, para garantir a alfabetização e a universalização do Pé-de-Meia. O ministro acredita que a responsabilidade de priorizar a educação está nas mãos dos parlamentares.
O ministro se posicionou contra a redução do piso constitucional de gastos em educação e saúde, afirmando que o Brasil deve aumentar os investimentos nessas áreas. Ele também se opôs à proposta de acabar com os pisos de gastos, defendendo que o país deve cumprir a legislação que estabelece a destinação de 10% do PIB para a educação.
Com a educação como uma das principais vitrines do governo, Santana acredita que ações do Ministério da Educação podem ajudar a reverter a baixa popularidade de Lula. Em um momento em que o Brasil enfrenta desafios orçamentários, é essencial que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a educação e o futuro dos jovens, garantindo que todos tenham acesso a oportunidades de aprendizado e desenvolvimento.
A Universidade Presbiteriana Mackenzie lançou uma série de cursos gratuitos, presenciais e online, em áreas como Tecnologia e Gestão, com certificação para participantes que alcançarem nota mínima. A iniciativa visa promover a inclusão educacional e o desenvolvimento de competências essenciais, permitindo que pessoas de todas as idades e formações ampliem seus conhecimentos e melhorem suas oportunidades profissionais.
Brasil alcança apenas 49,6% da meta de matrículas no ensino técnico até 2024. MEC anuncia novos Institutos Federais e programas para combater a evasão escolar.
Estão abertas as inscrições para quinze oficinas online gratuitas do projeto 'High Tech Course', que visa a inclusão digital e profissional de jovens e adultos. As aulas, promovidas pela Secti-DF e AJA Brasil, abrangem temas como informática, design e empreendedorismo, com certificação ao final.
Levantamento do MEC revela que apenas 59,2% das crianças do 2º ano do ensino fundamental estão alfabetizadas, com metas de 80% até 2030. Enchentes no Rio Grande do Sul impactaram os resultados.
O Instituto Federal de São Paulo (IFSP) abre inscrições para 760 vagas em 19 cursos gratuitos, com taxa de R$ 30,00 e isenção para candidatos de baixa renda. Inscrições vão até 1º de junho de 2025.
As inscrições para o Festival LED — Luz na Educação estão abertas e gratuitas, reunindo grandes nomes como Chimamanda Ngozi Adichie e Regina Casé para discutir educação e inovação. O evento, que ocorrerá na Praça Mauá, no Rio, abordará temas como transformação verde e humanidades digitais, além de oferecer oficinas práticas para educadores.